15 de outubro de 2018

Com bens bloqueados por prejuízos à Petrobras, Dilma torrou mais de R$ 4 milhões na campanha ao Senado



Derrotada na eleição por uma vaga ao senado por Minas Gerais, a ex-presidente Dilma Rousseff ainda estaria com todos os seus bens bloqueados na Justiça por conta de prejuízos causados à Petrobras. Pouco antes da eleição, a petista recorreu ao Tribunal de Contas da União (TCU) na tentativa de reverter a indisponibilidade de bens que foi imposta a ela, a outros ex-conselheiros de administração e a ex-diretores da Petrobras no processo que apontou prejuízos à estatal na compra de uma refinaria nos Estados Unidos. Não conseguiu, ficando mantido o bloqueio. O ministro Vital do Rêgo relatou do caso.

Segundo matéria publicada no Diário de Uberlândia,  a equipe de campanha de Dilma era batante reduzida e contava "basicamente quatro seguranças, um fotógrafo e um assessor de imprensa. Os dois últimos também editavam programas de TV. A eleição de Dilma era prioridade para o PT. Com um teto de gastos de R$ 4,2 milhões, a petista havia recebido R$ 4.201.928,82 até sábado (6) - 0,7% veio de financiamento coletivo e o restante é verba do partido. As despesas contratadas somavam R$ 4,17 milhões".

A Corte de Contas concluiu que os envolvidos devem ressarcir a estatal em R$ 1,9 bilhão. Entre os implicados, estão Dilma, o ex-ministro Antonio Palocci e o ex-presidente da estatal Sérgio Gabrielli.

O TCU havia determinado o bloqueio de bens por um ano de Dilma em novembro de 2017, em razão dos prejuízos na compra da refinaria de Pasadena, no Texas. Dilma, na ocasião do negócio, efetivado em 2006, era ministra da Casa Civil do primeiro governo Lula e presidente do Conselho de Administração da Petrobras.

Derrotada na disputa por uma vaga no Senado, Dilma segue sem foro privilegiado, apesar de ter torrado mais de R$ 4 milhões em pouco mais de um mês de campanha. Apesar da derrota e do bloqueio dos bens na Justiça, Dilma ainda por viajar pelo mundo às custas do contribuinte brasileiro e meter o pau no Brasil à vontade no exterior em seus encontros com comunistas mundo afora.


Com informações da Revista Época

Lula, Dilma e outros petistas ilustres denunciados por organização criminosa. É a cúpula do PT



Há poucos meses, os integrantes da mais alta cúpula do PT foram denunciados por organização criminosa. A decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal, ministro Edson Fachin, foi inclusive publicada no Diário da Justiça. O ministro do STF tomou como base a denúncia da Procuradoria-Geral da República contra o ex-presidente Lula, a ex-presidente Dilma Rousseff, os ex-ministros Antônio Palocci, Guido Mantega e Paulo Bernardo, a mulher dele, senadora Gleisi Hoffmann, o ex-tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, e Edinho da Silva, ex-ministro de Dilma e atual prefeito de Araraquara, interior de São Paulo. Todos os denunciados fazem parte do altos quadros do PT.

Trata-se de uma denúncia gravíssima formalmente apresentada à mais alta corte do país e redistribuída para outras instâncias do Judiciário contra a cúpula do PT. A investigação que levou a denúncia aponta para crimes de corrupção e lavagem de dinheiro desviado da Petrobras. Os integrantes deste mesmo grupo político tentam agora voltar ao poder através do candidato Fernando Haddad. Diante da gravidade dos fatos, não é exagero afirmar que o PT é a maior organização criminosa já identificada pela Operação Lava Jato. Segundo a denúncia original, o prejuízo causado à Petrobras teria chegado a R$ 29 bilhões.

Acompanhe os detalhes da denúncia no vídeo abaixo:

Bolsonaro afirma que não tem que debater com Haddad, que terá ministério escolhido por Lula



O candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, rebateu neste domingo, 14, acríticas sobre sua postura de não comparecer a debates neste segundo turno com o candidato do PT, Fernando Haddad. Segundo Bolsonaro, ele não tem nada que debater com Haddad, pois quem "vai formar ministério é o Lula",

"Querem que eu compareça a um debate de qualquer maneira, mas eu dependo de uma avaliação [médica]. Agora, eu vou debater com ele [Haddad]? Por que não tiram o Lula da cadeia para debater comigo? Se bem que eu não iria debater com Lula de jeito nenhum. Mas o mais certo é o Lula, porque quem vai formar ministério é o Lula", disse Bolsonaro, em transmissão de vídeo ao vivo pelo Facebook.

Com informações do Estadão

CARLOS EDUARDO RECEBE APOIO DE PREFEITOS DO INTERIOR



A campanha do candidato ao Governo do Rio Grande do Norte e ex-prefeito de Natal, Carlos Eduardo, recebeu na manhã deste sábado, na sede do diretório estadual do Partido Democrático Trabalhista – PDT, o apoio de seis prefeitos que votaram em outros candidatos no primeiro turno.
Confirmaram apoio a Carlos Eduardo os chefes do Executivo dos Municípios de Maxaranguape (Luiz Eduardo – PSD), Japi (Jodoval Pontes – MDB), São Tomé (Anteomar Pereira “Baba” – PSD), Vera Cruz (Marcos Cabral – PSB), Passa e Fica (Léo Lisboa – PSD) e Bodó (Marcelo Porto – PSD).
Além dos novos prefeitos, durante reunião na sede do PDT, Carlos Eduardo recebeu a confirmação de vários outros prefeitos e lideranças políticas de diversos municípios do interior. O candidato destacou a importância da participação de todos na campanha, com objetivo de conquistar a vitória nas urnas no próximo dia 28, enfatizando a aliança com o candidato a Presidente Jair Bolsonaro(PSL). “Firmamos essa aliança pois o Rio Grande do Norte está numa situação de grave crise que não pode ser agravada nas mãos do PT”.
“Estamos agora numa nova eleição, com somente dois candidatos e nós temos ainda 15 dias para campanha. Vocês são lideranças importantes e essa liderança de cada um precisa ser confirmada. Temos um dever com o RN e temos que lutar por isso. Nossos estado tem que reagir. Outros estão conseguindo superar as dificuldades e sair da crise. Nós também precisamos seguir esse mesmo caminho”, afirmou Carlos Eduardo.
O deputado estadual Tomba Farias(PSDB), que anunciou apoio à dobradinha Carlos Eduardo/Bolsonaro defendeu que Carlos Eduardo é o mais preparado para tirar o Estado da crise. “Chegou a hora, não podemos perder tempo nem temos outro caminho. Temos que apoiar quem tem capacidade de Governar”, completou Tomba. “Precisamos eleger Carlos Eduardo, PT de jeito nenhum”.Estiveram presentes cerca de 30 prefeitos, ex-prefeitos, vereadores e lideranças políticas de várias regiões.

OBRIGADO AOS LEITORES DO BRASIL E DO MUNDO PELA CONFIANÇA NO BLOG.

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Os políticos investigados na Lava Jato que perderam o foro privilegiado

Na eleição deste ano, a alta renovação dos quadros políticos tirou do poder diversos nomes investigados na Operação Lava Jato que estavam protegidos pelo foro privilegiado.
Ao todo, dois candidatos a governador, 11 senadores e 14 deputados agora terão seus casos enviados para a primeira instância do judiciário. Com isso, as investigações retornarão do ponto em que pararam e eles podem ser condenados.
Após o pleito eleitoral, o procurador-geral da República Deltan Dallagnol, chefe das ações da Lava Jato e conhecido por sua campanha contra a corrupção, comemorou o resultado.
O procurador afirmou ainda que “toda essa mudança no Congresso aconteceu num cenário em que sociedade remou contra a correnteza, pois milhões do novo fundo eleitoral bilionário foram direcionados para campanhas da velha política. Parabéns aos brasileiros!”
Dentre os “graúdos” que Deltan cita estão caciques políticos como o presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE) e os senadores Garibaldi Alves Filho (MDB-RN), Edison Lobão (MDB-MA), José Agripino Maia (DEM-RN) e Romero Jucá (MDB-RR) – da famosa frase sobre “estancar a sangria”.
Também figuram na lista dos senadores que perderam o foro privilegiado: Benedito de Lira (PP-AL), Paulo Bauer (PSDB-SC), Raimundo Colombo (PSD-SC), Valdir Raupp (MDB-RO) e Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM).
Exame

Jovens, militares e empresários serão a base do PSL no Congresso.


Foto: José Cruz/Arquivo Agência Brasil

A bancada do partido de Jair Bolsonaro no Congresso terá mais empresários, militares e jovens do que a média das outras legendas. Será composta por políticos com idade, patrimônio e origem geográfica peculiares.
E sua representatividade em termos de raça e gênero será quase tão desigual quanto a do restante do futuro Parlamento. Para descobrir essas e outras especificidades do grupo, o Estado comparou os eleitos pela sigla aos de outros partidos.
Entre os 52 deputados e 4 senadores do PSL, 83% são homens e 72%, brancos. Os demais grupos políticos somados terão 85% de homens e 75% de brancos. Ou seja, os bolsonaristas têm presença levemente maior de negros e de mulheres, se comparados às outras legendas somadas.
Especialistas acreditam que a composição da bancada do PSL não tem necessariamente relação com as propostas de seus eleitos (mais informações nesta página). A jornalista Joice Hasselmann, deputada federal mais votada nas eleições, com 1 milhão de votos, por exemplo, não pretende encampar nenhuma pauta feminista. “Mostrei que é possível vencer sem ter cota, sem ser filha de político, sem ser mulher de nenhum político, sem estar na rabeira de nenhum outro político.”
Segundo ela, seu projeto “é de nação e não de gênero”. Joice prefere priorizar o combate à corrupção e cortar benefícios nos Três Poderes. “Não tem como ter um monte de auxílio e assessores remunerados que muitas vezes não estão lá.”
Até setembro, a bancada do PSL tinha oito membros na Câmara e nenhum no Senado. Considerada um partido nanico até a divulgação do resultado eleitoral, a sigla tornou-se a segunda maior bancada da Câmara – e pode ainda alcançar o primeiro lugar, com a adesão de parlamentares de legendas que serão obrigadas a se fundir por não terem atingido o mínimo de representação.
No quesito de renovação, a composição da bancada do partido de Bolsonaro é majoritariamente nova – na Câmara (90%) e no Senado (75%). Nos demais partidos, a taxa nas duas Casas fica entre 40% e 42%
Boa parte dos eleitos pela legenda para a Câmara (25%) pegou carona não só popularidade do capitão reformado do Exército, mas em seu histórico militar. Não faltam nomes de urna com os títulos de “major”, “delegado”, “coronel” e até “general”.
A preocupação com o combate ao crime levou o cabo da Polícia Militar de Minas Gerais Junio Amaral a iniciar a militância política em grupos de direita.
“O País foi jogado muito à esquerda, nos últimos 30 anos, principalmente. É a hora de, no mínimo, equilibrar esse cenário ideológico. Com certeza, há uma guinada à direita, um levante à direita na sociedade”, diz o deputado federal eleito. Cabo Junio defende o endurecimento das leis e menos benefícios para condenados. “Isso cria um sentimento de leniência e permissividade que faz o crime compensar em nosso País”, sustenta.
Uma segunda característica do Cabo Junio marca a bancada do PSL como um todo. Ela é mais jovem do que a média. Enquanto as outras siglas têm a maioria dos parlamentares acima dos 50 anos, o partido de Bolsonaro concentra políticos abaixo dos 40. O policial militar eleito por Minas tem 31 anos.
A bancada do grupo de Bolsonaro é também menos rica que o restante do Congresso eleito. O parlamentar mediano do PSL declarou bens que somam R$ 700 mil. Nos demais partidos, esse valor é de R$ 1 milhão. No partido de Bolsonaro, 43% se enquadram entre os que declararam patrimônio avaliado em mais de R$ 1 milhão. Em outros partidos, essa proporção chega a 50%.
Profissões. Apesar de ter grande número de militares entre seus quadros, a sigla não apresenta esse grupo como a atividade mais comum. Empresários compõem o maior bloco (são 23% no PSL, ante 11% nos demais partidos). Soraya Thronicke, nova senadora do PSL pelo Mato Grosso do Sul, com 373 mil votos, despertou para a militância política nos protestos de rua iniciados em 2013, que culminariam nos atos pelo impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT).
A decisão foi tomada, disse Soraya, após ela perceber que os políticos corruptos não se abalam por protestos. Negando que o candidato do PSL à Presidência seja machista, Soraya disse que quer incentivar a participação das mulheres na economia.
“Nós sempre fomos empreendedores. Então, a gente sente na pele essa demonização dos empresários e uma vitimização dos funcionários. Queremos apenas uma economia liberal que seja ‘ganha-ganha’ para todo mundo.” Sócia do marido em dois motéis, em Campo Grande e em Brasília, ela pretende trabalhar pelo Estado mínimo e pela abertura da economia. As informações são do jornal Entre os 52 deputados e 4 senadores do PSL, 83% são homens e 72%, brancos.
Exame

Bolsonaro parabeniza policiais que mataram assaltantes que usaram reféns como escudo humano.

O candidato Jair Bolsonaro usou as redes sociais para parabenizar os policiais militares que mataram quatro criminosos que, fortemente armados, estavam usando os reféns de assalto como escudo humano para se proteger.

Uma das bandeiras de Bolsonaro é o fortalecimento da polícia e a revisão do chamado excludente de ilicitude. expressão existe no Código Penal e inocenta aquilo que, embora tenha a aparência de crime, não é ilícito: abarca tanto a legítima defesa do cidadão comum quanto o exercício da profissão policial. Bolsonaro tem como bandeira evitar que policiais sejam presos em ações com essas.

Nem Lula acredita na vitória de Haddad



O notícia de que o ex-presidente Lula teria reconhecido a dificuldade do candidato do PT, Fernando Haddad, vencer a eleição no dia 28 de outubro deixou alguns petistas bastante desanimados esta semana. 

Logo após a votação do primeiro turno, Lula teria dito a visitantes na cadeia esta semana, aparentando desânimo, que "a vitória é difícil, mas não impossível". Segundo Lula, o importante seria o PT “qualificar a derrota”, apontando “a tragédia que virá” com a vitória do candidato do PSL, Jair Bolsonaro.

Lula teria ainda feito uma referência à onda provocada pelo adversário em todo o Brasil e teria dito que "o tsunami vai e volta, e que a disputa política não se encerra em uma eleição", dando a entender que já jogou a toalha com a eleição deste ano. 

A conversa de Lula com aliados na cadeia teria caído como um balde de água fria na campanha de Haddad, que já saiu do primeiro turno das eleições presidenciais atrás de Bolsonaro por uma diferença de mais de 15 milhões de votos. Lula sabe que Haddad não possui carisma e que nem todos os cidadãos decentes estariam dispostos a votar em um sujeito que teve a candidatura abençoada por um condenado e lançada na porta de uma penitenciária. Seria pedir demais ao povo.

Com informações da Folha

Após dizer que Bolsonaro votou contra deficientes, Haddad apaga tuíter.

A equipe do candidato do PT ao Planalto, Fernando Haddad, retirou há pouco do ar um tuíte que criticava seu adversário, Jair Bolsonaro (PSL), por supostamente ter votado contra o Estatuto da Pessoa com Deficiência.
Procurada, a equipe do petista disse que, na verdade, Bolsonaro se absteve da votação, e que por isso a postagem foi excluída. Haddad participou neste domingo de agenda com representantes do segmento de pessoas com deficiência.
“O deputado Jair Bolsonaro votou contra o Estatuto da Pessoa com Deficiência. Acredito que ele tenha votado contra por falta de conhecimento. Ele não foi educado para compreender toda a diversidade humana e sua complexidade”, transmitiu o Twitter de Haddad, neste domingo, mas foi retirado do ar pouco depois.
Após o debate presidencial do primeiro turno na Rede Globo, no dia 4, do qual não participou por estar internado depois de levar uma facada no ato de campanha em Juiz de Fora (MG), Bolsonaro postou um vídeo nas redes sociais em que disse ter sido vítima de “fake news”, segundo as quais votou contra o projeto da Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, que foi aprovada e concede benefícios a deficientes.
Um dos filhos do candidato, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), também presente à transmissão, afirmou que na verdade eles votaram contra um destaque que tratava de orientação sexual e ideologia de gênero. “Era um jabuti, óbvio que não podíamos aceitar”, disse.
“Quem lançou essas fake news foi a mãe do Duvivier, garoto que tem um site onde ele esculacha os valores familiares, prega contra Jesus, contra evangélicos, aquele humor que não é sadio, que ninguém pode zombar da fé de ninguém”, afirmou Bolsonaro, em referência à cantora e violinista Olívia Byington, mãe do escritor, ator e humorista Gregório Duvivier.
Exame

Acampamento de Lula morreu e ninguém viu. PT não consegue manter nem a vigília pelo presidiário



O acampamento mantido pelo PT, PSOL, CUT, PCdoB, MST e outros ativistas de esquerda que em frente a Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, onde o ex-presidente Lula está preso, acabou.

O grupo que permanecer acampado nas imediações do prédio da PF durante os primeiros meses da prisão de Lula foi encolhendo aos poucos, na medida em que o condenado era derrotado recurso após recurso na Justiça. O PT não conseguiu mobilizar mais um contingente significativo para manter o condenado em evidência nos meios de comunicação.

O campamento da vergonha, para o qual vários desocupados se dirigiam em busca de farra, comida e bebida na faixa, acabou com a paz dos moradores do bairro Santa Cândida. Os donos dos imóveis da região reclamavam de atos de vandalismo, falta de higiene dos manifestantes e do barulho que faziam.

O levantamento do acampamento coincide com a falta de capacidade do PT em reunir a militância nos comícios do candidato do partido, Fernando Haddad, que também resolveu dar um tempo nas visitas presidiário em Curitiba. Outros petistas e apoiadores que buscavam visibilidade com as visitas a Lula antes do primeiro turno também não foram mais visitar o condenado após a derrota nas urnas, como é o caso da ex-presidente Dilma Rousseff, Lindbergh Farias e Roberto Requião. O culto ao presidiário é um fracasso total de mais uma vergonhosa iniciativa da esquerda. 

Ricardo Mota , Fátima deu discurso aos adversários

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A candidata ao governo, Fátima Bezerra(PT), recebeu o apoio do PSB neste segundo turno, e com ele a mancha dos escândalos envolvendo o deputado não reeleito Ricardo Motta.

Foi um tiro no pé. Fátima deu discurso aos adversários. 

Bolsonaro segue tomando redutos petistas

Informações da Folha de São Paulo informam que no primeiro turno Bolsonaro ganhou em 412 cidades consideradas redutos petistas. Em 138 desses municípios, Bolsonaro fez mais de 50%.
“No Rio, 45 municípios antes petistas deram vitória a Bolsonaro. Boa parte está na Baixada Fluminense, a região mais violenta do estado, e nas regiões metropolitana e norte fluminense, onde estão cidades petroleiras que prosperaram nos tempos de bonança do setor.”
Informação dO Antagonista.

Haddad pagou R$ 245 milhões para empreiteiras envolvidas na Lava Jato.


Fernando Haddad, durante o seu breve mandato na Prefeitura de São Paulo, pagou R$ 245 milhões para empreiteiras envolvidas em casos de corrupção investigados pela Operação Lava Jato.
Ao todo foram repassados R$ 221,9 milhões para a OAS, R$ 12,4 milhões para a Queiroz Galvão, R$ 5,4 para a Andrade Gutierrez e R$ 5 milhões para a Odebrecht.
Informação dO Antagonista.

14 de outubro de 2018

Padre petista que fez palanque para Haddad na igreja toma advertência.

O padre Jaime Crowe, que transformou a igreja em palanque para pedir votos para o comunista Fernando Haddad em pleno dia de Nossa Senhora Aparecida, foi advertido pela Diocese de Campo limpo.
A nota informa que o padre agiu “sem prévia comunicação e à revelia do Sr. Bispo do Campo Limpo, e foi devidamente advertido segundo as normas do Direito Canônico”.
O Bispo Diocesano, ainda no texto, condena qualquer celebração litúrgica com finalidades partidárias.
Jaime Crowe também esteve presente durante o circo petista chamado de celebração ecumênica em homenagem a Marisa Letícia no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, no dia em que Lula foi preso.

Boulos incita militância a invadir casa de Bolsonaro em comício, ao lado de Gleisi Hoffmann


Durante um ato contra o candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro organizado pelo PSOL na Avenida Paulista, o líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto, Guilherme Boulos estimulou o público presente a gritar palavras de ordem contra o candidato que lidera a corrida presidencial com ameças de invasão à casa de Bolsonaro. Boulos estava acompanhado da deputada eleita Gleisi Hoffmann e de sua vice na chapa derrotada Sônia Guajajara.

O líder do MTST afirmou que seu grupo costuma invadir propriedades improdutivas e disse que a casa de Bolsonaro não parece produtiva, numa clara incitação à militância.

Acompanhe o registro no vídeo abaixo:

Juiz Sérgio Moro homologa a delação de executivo da Mendes Júnior

O juiz federal Sérgio Moro homologou a delação premiada de Rogério Cunha de Oliveira, ex-executivo da Mendes Júnior condenado a 25 anos, 8 meses e 20 dias na Operação Lava Jato. Segundo os termos do acordo, ele ficará um ano seis meses em regime fechado. Cunha iniciou em agosto o cumprimento de sua pena em regime fechado, que chegou a ser reduzida pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região, que reconheceu a atenuante pelo fato de ter confessado crimes.
A multa do acordo foi inicialmente prevista em R$ 3,2 milhões, mas foi aumentada para R$ 4,3 milhões em meio às negociações após o ex-executivo reconhecer voluntariamente que havia omitido pagamento de R$ 700 mil a um ‘conhecido operador financeiro’.
O juiz federal Sérgio Moro, que conduz as ações da Operação Lava Jato, condenou a 19 anos e 4 meses de prisão o executivo Sérgio Cunha Mendes, ex-vice-presidente da empreiteira Mendes Junior, por corrupção, lavagem de dinheiro e associação criminosa. Outros dois dirigentes da cúpula da empreiteira também foram condenados.
O acordo prevê que, após um ano e seis meses em regime fechado, Cunha fique dois anos e meio em domiciliar, com tornozeleira, passe quatro anos em semi aberto e cinco anos em aberto.
No dia 3 de novembro de 2015, o juiz federal Sérgio Moro condenou o ex-executivo a 17 anos e quatro meses de prisão. o processo envolvia o pagamento de R$ 31,4 milhões à diretoria de Abastecimento da Petrobras. De acordo com a sentença, apenas um dos crimes de corrupção envolveu pagamento de R$ 9 milhões.
Em agosto de 2017, a pena de Cunha passou para para 26 anos, 6 meses e 20 dias de reclusão, em julgamento do Tribunal Regional Federal da 4ª Região. A Corte, em outubro, acabou diminuindo para 25 anos e 8 meses por reconhecer que ele confessou crimes.
Sem sucesso, executivos da Mendes Júnior têm negociado delação premiada. A defesa da empreiteira têm afirmado que está disponível para colaborar com as autoridades e aguarda ser chamada pela Justiça.
Anexos 
Dois termos de delação de Rogério da Cunha foram anexados a ação penal em que é réu desde março de 2018. Ele é acusado, ao lado de executivos da Odebrecht, de pagar propinas para o ex-gerente da Petrobras Simão Tuma.
Segundo a acusação, além de ter repassado informações sigilosas aos agentes corruptores durante a fase licitatória, Tuma atuou de forma decisiva para que a Petrobras dispensasse nova licitação e efetuasse a contratação direta do consórcio Pipe Rack no montante inicial de R$ 1.869.624.800,00. O valor das propinas foi ajustado em 1% do valor do contrato, isto é, cerca de R$ 18 milhões.
Em seu depoimento, Rogério admite que a Mendes Júnior fez os pagamentos “simulados” de propinas por meio do operador Rodrigo Tacla Duran. O ex-executivo entregou à força-tarefa contratos entre o advogado e a empreiteira.
Um dos contratos com o escritório de Duran prevê assessoria de serviços advocatícios para reivindicações junto à Petrobras.
“Este escritório providenciava contrato fictício de prestação de serviços e nota para que a Mendes pudesse justificar pagamento ao Tacla Duran que, por sua vez, repassava os valores para pessoas indicadas pela Mendes Júnior”, afirma, em delação.
Ele afirma que a Mendes Júnior foi apresentada ao advogado por executivos da Odebrecht que também se utilizavam de seus serviços para operar propinas. Nesta ação, Duran é justamente acusado por viabilizar pagamentos da empreiteira ao ex-gerente da Petrobrás por meio de contratos simulados.
A Tacla Duran Sociedade de Advogados esclarece que:
1. Os trabalhos realizados para o Grupo Mendes Junior estão sob sigilo profissional conforme orientação da OAB-SP, informada a Receita Federal.
2. A Receita Federal fiscalizou o escritório por dois anos, com dez prorrogações, e emitiu relatório final sem localizar saques de recursos em espécie que possam justificar este tipo de acusação.
3. Tacla Duran Sociedade de Advogados está regular junto à Receita Federal, conforme certidão emitida e válida nesta data.