Em relação a manutenção de obras estruturantes, Wagner afirmou que ainda não foram feitas fiscalizações por faltar uma “estrutura sistemática” entre os órgãos. “Vamos estruturar isso sistematicamente para todos os equipamentos públicos a gente cobrar, principalemente pontes, parragens, passarelas. A cultura de governança é de fazer obra, mas não é de manuntenção”, afirmou o presidente.
Recentemente, uma embarcação colidiu com ponte em Natal e trouxe à tona sobre o questionamento da falta de defensas na base os pilares. Sobre os estaios da ponte, que pelas regras devem ter a manutenção de cinco em cinco anos, o presidente do CREA afirmou que “não há registro” desse serviço.
A Secretaria de Estado da Infraestrutura (SIN) informou que a colisão não provocou danos estruturais ao equipamento. Segundo a pasta, houve apenas uma pequena avaria em placas metálicas que revestem a estrutura de concreto, conforme inspeção preliminar de equipe técnica no local.
“Ano passado participei de uma reunião na Secretária de Infraestrutura, onde tinha o emissário do ministro de Portos e Aeroportos e o DNIT, onde o departamento assumiu essa responsabilidade e foi feito um orçamento na ordem de R$ 45 milhões, para que melhore essa estrutura de proteção da ponte”, afirmou Roberto Wagner.
