A indústria do Rio Grande do Norte acumulou queda de 12,4% entre janeiro e julho de 2026, o pior resultado entre os estados pesquisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Somente em julho, a produção industrial potiguar recuou 4,5% em relação ao mesmo mês de 2025, ficando com o terceiro pior desempenho entre os 17 locais analisados. Apenas Pará (-8,9%) e Maranhão (-6,3%) tiveram resultados mais negativos.
No mês, apenas dois setores cresceram no RN: confecção de vestuário, com alta de 22,3%, e indústrias extrativas, com 1,4%. Já a fabricação de produtos alimentícios caiu 3,9%, enquanto a produção de coque, derivados de petróleo e biocombustíveis recuou 11,7%.
No acumulado do ano, o principal impacto negativo veio justamente de coque, derivados de petróleo e biocombustíveis, com queda de 23,8%. A fabricação de alimentos recuou 6,9%, e as indústrias extrativas, 2%.
A confecção de vestuário foi o único segmento com crescimento no período, avançando 43,1%. Considerando os últimos 12 meses, a indústria potiguar acumula retração de 8,1%, enquanto a produção de vestuário registra alta de 57,1%.
Pesquisa AtlasIntel/Bloomberg divulgada nesta quinta-feira (10/9) mostra que a desaprovação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é de 53,8%, enquanto a aprovação ficou em 43,7%.
Os entrevistados responderam à pergunta: “Você aprova ou desaprova o desempenho do presidente Lula?”.
Veja os resultados:
Desaprovo: 53,8% Aprovo: 43,7% Não sei: 2,5%
No mais recente levantamento, feito em agosto, o índice de desaprovação era de 53%. A aprovação era de 45% — portanto, uma queda de 1,3 ponto percentual. Há um mês, o total dos indecisos era de 2%.
Ainda de acordo com a pesquisa, 50,8% dos entrevistados avaliam o governo como ruim ou péssimo. Outros 38,3% consideram bom ou ótimo, e 10,8% dizem ser regular.
O levantamento ouviu 5 mil eleitores entre 4 e 9 de setembro. A margem de erro é de 1 ponto percentual, para mais ou menos, e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob código BR-01452/2026.
Em artigo publicano nesta quinta-feira (10), a The Economist repercutiu a crise que atinge o STF (Supremo Tribunal Federal). A revista afirma que a corte está no centro de um escândalo de corrupção e se tornou uma ameaça à democracia, destacando a disputa que envolve os ministros Alexandre de Mores e André Mendonça.
A revista lembra que o Supremo responsabilizou Jair Bolsonaro por tentativa de golpe e condenou o ex-presidente a 27 anos de prisão, mesmo diante de ameaças constantes, inclusive do presidente americano Donald Trump.
“Agora, com a aproximação das eleições gerais de 4 de outubro, os defensores da democracia se tornaram uma ameaça. O Supremo está no centro de um escândalo de corrupção desagradável e cada vez maior. No centro dele está o ministro que supervisionou o processo contra Bolsonaro, Alexandre de Moraes”, afirma a publicação.
A Economist afirma que Moraes tomou “várias decisões questionáveis”, como derrubar perfis nas redes sociais, e destaca que ele exercia simultaneamente os papéis de vítima, acusador e juiz no âmbito do inquérito das Fake News.
A revista destaca ainda os vínculos de Moraes com o banqueiro Daniel Vorcaro, reforçados em conversas que foram reveladas em relatório da Polícia Federal, e a resposta de Moraes com o pedido para investigar o também ministro do STF André Mendonça, relator do Caso do Banco Master.
O presidente Lula sancionou nesta quinta-feira (10) medida que acaba com a “taxa das blusinhas”. A nova lei acaba com a cobrança de 20% de Imposto de Importação sobre compras internacionais de até US$ 50. O texto foi aprovado pelo Congresso Nacional na semana passada.
Durante o ‘Estúdio i’ desta quinta-feira (10), o jornalista e analista político Thomas Traumann comentou: “Quem criou a taxa das blusinhas? O governo Lula. Quem aprovou a reforma tributária que vai voltar a taxa das blusinhas a partir de janeiro do ano que vem? O governo Lula. Acabou. Desculpa, isso é uma farsa.”
Nova pesquisa Seta confirma, meu povo! Estamos em primeiro lugar para o governo do Rio Grande do Norte.
É o sentimento do povo por mudança crescendo em todo o estado. Obrigado pelo apoio, pela confiança e por acreditar que o futuro do Rio Grande do Norte vai ser diferente. Tamo junto, meu povo!
*A pesquisa Seta foi realizada entre os dias 3 e 5 de setembro ouvindo 1.500 eleitores. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos com intervalo de confiança de 95%. O levantamento está registrado na Justiça Eleitoral sob os procolos BR-07019/2026 e RN-03092/2026.
COLIGAÇÃO ESPERANÇA E TRABALHO - FEDERAÇÃO UNIÃO PROGRESSISTA (UNIÃO BRASIL/PP), PSD, MDB, REPUBLICANOS, FEDERAÇÃO RENOVAÇÃO SOLIDÁRIA (SOLIDARIEDADE/PRD), AVANTE.
Os Correios suspenderam a gestão de empréstimos consignados em folha pela Safe Consig na plataforma Artemis, anunciando que assumirão o serviço e que novas operações estarão suspensas até o fim de setembro de 2026. Os contratos existentes continuarão sem alterações. A decisão ocorre enquanto a Polícia Federal investiga a lobista Roberta Luchsinger, amiga de Fábio Luís Lula da Silva, por suposto tráfico de influência relacionado a um contrato que previa comissão de 50% sobre vendas.
Os Correios suspenderam a gestão de empréstimos consignados em folha realizada pela Safe Consig na plataforma Artemis. A estatal informou que assumirá o serviço e que novas operações ficarão suspensas até o fim de setembro.
Os contratos já existentes continuarão normalmente, sem alteração nos descontos em folha. Os empréstimos vinculados ao fundo de pensão Postalis também não serão afetados.
A decisão ocorre no momento em que Polícia Federal investiga se a lobista Roberta Luchsinger, amiga de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, intermediou o acordo entre a Safe Consig e os Correios.
Segundo documentos encontrados pela PF no celular de Luchsinger, havia uma minuta de contrato entre a RL Consultoria e Intermediações, empresa da qual ela é sócia, e a Safe Consig Tecnologia da Informação. O documento previa comissão de 50% sobre as vendas realizadas pela empresa de tecnologia.
A minuta foi anexada a uma mensagem enviada por Luchsinger a um interlocutor em 13 de maio de 2024. Ela afirmou que havia recebido o documento revisado e que iria assiná-lo. A investigação apura se o destinatário citado era Saulo de Tasso Alves Caracas Dino, sócio da Safe Consig. Ele afirmou desconhecer qualquer contrato entre as empresas.
O presidente nacional do PT, Edinho Silva, disse nesta 5ª feira (10.set.2026) que houve um “erro de planejamento” na campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), da qual é coordenador-geral. A menção foi sobre a elaboração e distribuição de material.
Edinho falou sobre o tema a jornalistas, depois de reunião da Executiva Nacional, na sede do partido. Disse não haver “mea-culpa”, mas que não haveria dificuldade em reconhecer erros.
“Uma campanha do tamanho dessa, é evidente que tem erro. Planejou mal a elaboração de material. Evidente que é um erro de planejamento, porque nós tentamos fazer com que cada Estado tivesse a sua estrutura de elaboração de material. Não funcionou, porque tem Estado que as gráficas muitas vezes não têm a mesma estrutura para produzir, a mesma agilidade para distribuir. Claro que isso gerou problema logístico, inclusive. Trouxemos de volta para a produção desses materiais nos grandes centros e distribuição depois pelas empresas de logística. Corrigimos. Então, claro que ninguém está negando que teve um erro de planejamento.”
O dirigente petista afirmou que a reunião da Executiva Nacional se deu para “alinhar a campanha à conjuntura” e mudar estratégia. Há uma preocupação do PT com o impacto dos últimos acontecimentos sobre a campanha de Lula e como a crise do Supremo Tribunal Federal tem respingado na campanha.
“Em 10 dias, o Brasil mudou. O debate político no Brasil mudou nos últimos 10 dias. Evidente que a campanha tem que se alinhar a essa conjuntura política. Se a realidade muda, a campanha tem que estar alinhada a essa realidade, foi o que nós fizemos hoje”, declarou Edinho.
O dirigente também rebateu críticas sobre centralização ao reforçar que Lula dá a palavra final sobre a campanha: “Nunca vi uma campanha que o candidato não desse a última palavra, isso não existe em campanha nenhuma. Já fui candidato várias vezes na minha vida, ganhei 4 vezes a prefeitura. A última palavra da campanha é do candidato. Como é que você vai pôr na boca dele uma coisa que ele não concorda? Isso não é uma característica de centralização.”
O ministro André Mendonça atendeu ao pedido do presidente do STF, Edson Fachin, e retirou o sigilo da investigação sobre o caso do Banco Master.
A medida é uma resposta às cobranças por mais transparência sobre as apurações envolvendo o banco e ocorre em meio à crise interna no STF, que explodiu após André Mendonça levantar o sigilo do relatório da Polícia Federal sobre as conversas entre Daniel Vorcaro e o ministro Alexandre Moraes.
Fachin também determinou que o plenário do STF analise o relatório da PF em sessão aberta na próxima terça-feira (15), quando espera-se que Alexandre Moraes dê explicações sobre sua ligação com Daniel Vorcaro.
É a confiança que sentimos todos os dias nas ruas, em cada abraço e em cada cidade por onde passamos. Vamos continuar firmes, levando nossa mensagem e mostrando que estamos prontas para cuidar do RN inteiro!
A pesquisa Seta foi realizada entre os dias 3 e 5 de setembro, ouvindo 1.500 eleitores. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%. O levantamento está registrado na Justiça Eleitoral sob os protocolos BR-07019/2026 e RN-03092/2026.
Federação União Progressista (União Brasil - Progressistas)
O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), deu prazo de 15 dias para que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o Banco Central (BC) e o Fundo Garantidor de Créditos (FGC) se manifestem sobre a tentativa do Governo do Distrito Federal de viabilizar um empréstimo de até R$ 6,6 bilhões para o Banco de Brasília (BRB).
A gestão do Distrito Federal busca os recursos junto ao FGC para capitalizar o banco após as dificuldades financeiras provocadas pelas operações envolvendo o Banco Master, de Daniel Vorcaro. Para destravar a operação, o governo local tenta fazer com que a União participe como garantidora do empréstimo.
No despacho publicado nesta quarta-feira (9), Fux citou “a complexidade e as peculiaridades envolvidas na demanda” ao estabelecer o prazo para as manifestações.
Depois dessa etapa, também deverá ser aberto prazo sucessivo de 15 dias para parecer da Procuradoria-Geral da República (PGR).
Empréstimo de R$ 6,6 bilhões segue travado
A ação foi apresentada pelo Governo do Distrito Federal ao STF na semana passada, em uma nova tentativa de viabilizar a captação de recursos pelo BRB.
Um primeiro desenho para a operação havia sido acertado em maio no Supremo. Pelo modelo, algumas das principais instituições financeiras do país seriam fiadoras do empréstimo. As contragarantias, utilizadas para ressarcir os bancos em caso de inadimplência, viriam de recursos do Fundo de Participação dos Estados (FPE) e do Fundo de Participação dos Municípios (FPM).
A proposta, entretanto, não avançou.
Entre as questões apontadas pelo FGC está a ausência de relatórios operacionais do BRB sobre a situação financeira da instituição após o caso Master, incluindo as demonstrações de resultados de 2025 e do primeiro semestre de 2026.
Fazenda resiste à garantia da União
O Ministério da Fazenda já afirmou que não pretende conceder garantia soberana ao empréstimo.
Um dos obstáculos é a classificação do Distrito Federal na Capacidade de Pagamento (Capag), indicador utilizado pelo Tesouro Nacional para avaliar a situação fiscal de estados e municípios. A escala varia de A, a melhor avaliação, até D, a pior. Atualmente, o Distrito Federal tem nota C.
Em um acordo preliminar firmado no STF, a União concordou em ampliar o limite de crédito do Distrito Federal para permitir o avanço do plano. Até então, o governo local enfrentava um teto de aproximadamente R$ 900 milhões estabelecido pelo Programa de Reestruturação e Ajuste Fiscal (PAF).
O programa determina, entre outros critérios, quanto os entes submetidos às suas regras podem contratar em novas operações de crédito, com ou sem garantia federal.
BRB administra cerca de R$ 30 bilhões em depósitos judiciais
A situação financeira do BRB também chegou ao STF em outra frente. No fim de agosto, Fux prorrogou por 90 dias um contrato entre o banco e o Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA).
O acordo garante aproximadamente R$ 394 milhões mensais ao caixa da instituição.
Além dos recursos do TJ-BA, o BRB administra atualmente cerca de R$ 30 bilhões em depósitos judiciais dos tribunais de Justiça do Distrito Federal, Paraíba, Alagoas e Maranhão.
A senadora Zenaide Maia (PSD) lidera a preferência dos eleitores na segunda escolha para o Senado e aparece reeleita com 41,4% na soma do primeiro e do segundo voto, segundo pesquisa do Instituto Seta divulgada nesta quinta-feira (10). Na segunda escolha, Zenaide registra 19,1%, à frente de Styvenson Valentim (16,1%), Samanda (7,5%) e Rafael Motta (7,3%).
Na soma dos dois votos que serão dados pelo eleitor neste ano, Styvenson aparece com 47,3% e Zenaide com 41,4%. Na sequência estão Samanda, com 21%, Coronel Hélio, com 11,4%, e Rafael Motta, com 10,8%. O resultado coloca Zenaide novamente entre os dois nomes que aparecem na faixa de eleição para o Senado.
A pesquisa foi realizada pelo Instituto Seta entre os dias 3 e 5 de setembro de 2026, com 1.500 entrevistas, margem de erro de 2,5 pontos percentuais e nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no TRE-RN sob o número RN-03092/2026.
DataVero também mostra Zenaide novamente entre os eleitos para o Senado
A nova pesquisa DataVero, também divulgada nesta quinta-feira, mostra Zenaide novamente dentro das duas vagas para o Senado pelo Rio Grande do Norte. No resultado unificado, que reúne o primeiro e o segundo votos, a senadora aparece com 13,4%, se mantendo como reeleita. Styvenson lidera com 20,4%, enquanto Samanda chega a 9,2%.
O levantamento ouviu 1.500 eleitores entre os dias 6 e 8 de setembro. A margem de erro é de 2,53 pontos percentuais e a pesquisa tem 95% de confiança.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou a visita de familiares a Jair Bolsonaro durante os períodos em que Michelle Bolsonaro estiver ausente da residência onde o ex-presidente cumpre prisão domiciliar em Brasília.
A decisão atende a um pedido apresentado pela defesa de Bolsonaro. Com a autorização, poderão visitar o ex-presidente o irmão Renato Bolsonaro, os sogros Vicente de Paulo Reinaldo e Maisa Torres Antunes e as cunhadas Geovanna Kathleen Ferreira Lima e Suyane Lanuze Ferreira Lima.
As visitas poderão ocorrer às quartas-feiras e aos sábados, nos períodos da manhã e da tarde. A medida vale durante as ausências de Michelle e mantém as demais condições de fiscalização e cautelares determinadas pela Justiça.
Autorização ocorre durante campanha de Michelle
Michelle Bolsonaro é candidata ao Senado pelo Distrito Federal e está cumprindo agenda de campanha. Segundo a defesa, a presença de familiares próximos na residência durante suas ausências permite que Bolsonaro tenha companhia enquanto ela participa dos compromissos eleitorais.
Além dos cinco familiares liberados agora, os filhos Carlos Bolsonaro e Jair Renan Bolsonaro já tinham autorização para visitar o pai.
A situação das visitas havia sido discutida anteriormente. Em agosto, a defesa já havia solicitado ao STF que os pais de Michelle e duas irmãs dela pudessem permanecer na residência durante os períodos em que a ex-primeira-dama estivesse fora.
A decisão de Moraes, portanto, amplia a lista de familiares autorizados a acompanhar Bolsonaro, mas mantém regras específicas para as visitas.
Restrições continuam
A autorização não altera as demais medidas cautelares impostas ao ex-presidente. Bolsonaro continua submetido às condições estabelecidas pelo STF durante o cumprimento da prisão domiciliar.
Além disso, visitas com finalidade político-eleitoral permanecem sujeitas às restrições determinadas anteriormente por Moraes. O ministro havia adotado medidas mais rígidas após considerar que Bolsonaro utilizou uma carta divulgada pelo filho Flávio Bolsonaro para se comunicar politicamente.
Os bancários da Caixa Econômica Federal iniciaram uma greve nacional nesta quinta (10). A mobilização acontece após a rejeição da proposta de renovação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) dos empregados da Caixa, por tempo indeterminado. E deve ser mantida até que novas assembleias tomem uma nova decisão.
No Banco do Brasil, a greve é parcial e ocorre apenas nas bases sindicais que não aprovaram acordo, como Brasília, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Pernambuco e Florianópolis.
Segundo a diretora do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região e coordenadora da Caixa, Luiza Hansen, o resultado das assembleias no Brasil teve mais de 90% de rejeição e demonstrou a insatisfação dos empregados com a proposta.
De acordo com o sindicato dos bancários, a representação dos empregados, apontou os problemas que levaram a proposta a ser rejeitada nas assembleias, especialmente em relação ao Saúde Caixa.
O prefeito de Guamaré, Hélio Willamy (PSDB) o Hélio de Mundinho, mostrou nesta quinta-feira (10) que chega forte ao jogo político de 2026. Ao declarar apoio à reeleição da senadora Zenaide Maia, Hélio não veio sozinho: levou consigo a vice-prefeita Marciclecia Santiago, o presidente da Câmara, Eudes Miranda, e mais seis vereadores, ex-prefeitos, suplentes de vereador e lideranças comunitárias que integram o seu grupo político no município.
A declaração de apoio reforça o peso de Hélio de Mundinho no cenário político da Costa Branca potiguar. “Admiro muito o trabalho de Dra. Zenaide no Senado. É uma mulher honesta e que tem importantes entregas no nosso Estado, principalmente na área da saúde. Terá meu voto e o apoio do nosso grupo político para renovar o seu mandato”, declarou o prefeito. Também participou do encontro, a ex-vereadora de Macau, Odete Lopes, segunda suplente da senadora.
Mais do que um gesto político de Hélio, o encontro deixou clara a unidade do grupo liderado pelo prefeito em torno do projeto de reeleição de Zenaide. “Zenaide tem compromisso com o futuro do Rio Grande do Norte e Guamaré entra nessa pauta. Vamos seguir juntos rumo à vitória”, concluiu o prefeito.
A Polícia Federal (PF) faz, na manhã desta quinta-feira (10), a Operação Make Up, para apurar desvio de recursos públicos por meio de emendas parlamentares repassadas a empresa privada. O deputado federal Mario Frias (PL-SP) e a produtora do filme Dark Horse, Karina Gama, são os alvos da operação. Frias é roteirista e produtor-executivo do filme que conta a história do ex-presidente Jair Bolsonaro.
De acordo com a PF, 49 mandados de busca e apreensão expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF) estão sendo cumpridos em São Paulo, no Rio de Janeiro, Ceará e Distrito Federal. Duas entidades de propriedade de Karina Gama - o Instituto Conhecer Brasil (ICB) e a Academia Nacional de Cultura (ANC) - estão entre os locais de busca.
A ONG comandada por Karina Ferreira Gama, produtora do filme Dark Horse, vem entrando em contradição após ser cobrada pela Prefeitura de São Paulo a prestar contas de convênios firmados entre 2022 e 2025 a partir de verba de emendas. Foto: Karina Ferreira da Gama/ Instagram
A produtora do filme Dark Horse, Karina Gama, e o deputado federal Mario Frias (PL-SP) são alvos da operação da Polícia Federal que investiga desvio de recursos públicos.. Foto: Karina Ferreira da Gama/ Instagram
As investigações feitas até o momento apontam a existência de organização criminosa que usou recursos públicos de maneira irregular e sem prestação de contas. As irregularidades ocorreram até o mês de julho deste ano.
De acordo com as autoridades, os desvios são da ordem de centenas de milhões de reais.
A Polícia Federal investiga a existência de crimes como peculato, falsidade documental, lavagem de dinheiro, organização criminosa e crimes licitatórios.
A operação de hoje foi autorizada pelo ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal. Ele é o responsável pelo processo a respeito dos supostos desvios de emendas parlamentares.
Já o processo que apura se houve irregularidade no repasse de R$ 61 milhões de Daniel Vorcaro para o filme, a pedido do senador Flávio Bolsonaro, acontece em paralelo e tem relatoria do ministro André Mendonça, que é o responsável por todo o caso do Banco Master no Supremo Tribunal Federal (STF).
Em maio deste ano, o site The Intercept revelou que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) pediu dinheiro a Vorcaro para financiar as gravações da cinebiografia sobre o ex-presidente. Após o site divulgar áudios da conversa de Flávio e Vorcaro, ocorrida em novembro do ano passado, o senador negou ter combinado qualquer vantagem indevida com o banqueiro, garantindo que os recursos repassados ao filme eram integralmente privados.
A Agência Brasil entrou em contato com a assessoria do deputado Mario Frias, mas ainda não recebeu resposta. A reportagem também tenta contato com Karina Gama.
A Semana do Cinema 2026 começa nesta quinta-feira (10) com ingressos a partir de R$ 10 em cinemas participantes de todo o Brasil. A promoção segue até 16 de setembro e também inclui descontos em combos de pipoca.
Nas sessões tradicionais iniciadas até 16h59, o ingresso promocional custa R$ 10. A partir das 17h, o valor passa para R$ 12. As condições podem variar entre as redes, e sessões especiais, pré-estreias e formatos como IMAX podem ter preços diferentes.
Entre as redes participantes estão Cinemark, Cinépolis, Kinoplex, Cinesystem, UCI Cinemas e Playarte. Alguns cinemas também oferecerão combos de pipoca e refrigerante com preços promocionais.
Entre os filmes em cartaz durante a campanha estão Homem-Aranha: Um Novo Dia, Minha Melhor Amiga, Ponto Sem Retorno e A Odisseia. A programação depende de cada unidade.
Criada em 2022, a Semana do Cinema já levou mais de 26,7 milhões de pessoas às salas brasileiras. Na edição de fevereiro deste ano, quase 4 milhões de ingressos foram vendido
A disputa pela Presidência da República aparece acirrada em um eventual segundo turno entre Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Pesquisa PoderData/Aya, divulgada nesta quinta-feira (10), mostra o senador com 47% das intenções de voto, contra 45% do atual presidente.
Apesar da vantagem numérica de dois pontos percentuais para Flávio Bolsonaro, os candidatos estão empatados tecnicamente, considerando a margem de erro de 1,8 ponto percentual para mais ou para menos.
O levantamento indica ainda uma mudança em relação à pesquisa anterior. Flávio oscilou dois pontos para cima, enquanto Lula registrou alta de um ponto percentual.
Lula e Augusto Cury também aparecem em empate técnico
O instituto também avaliou um possível segundo turno entre Lula e Augusto Cury (Avante). Nesse cenário, o escritor aparece com 44%, enquanto o presidente registra 43%.
A pesquisa aponta ainda 11% de votos brancos e nulos e 2% de eleitores indecisos nesse confronto.
Em uma eventual disputa entre Flávio Bolsonaro e Augusto Cury, o senador aparece na frente, com 43% das intenções de voto, contra 36% do escritor. Brancos e nulos representam 20%, enquanto 2% dos entrevistados não souberam responder.
Primeiro turno
No cenário de primeiro turno apresentado pelo levantamento, Lula aparece numericamente na liderança, com 38% das intenções de voto. Flávio Bolsonaro vem logo atrás, com 36%.
Como a margem de erro é de 1,8 ponto percentual, os dois também estão tecnicamente empatados.
Augusto Cury ocupa a terceira posição, com 10%. Na sequência aparecem Renan Santos (Missão), com 3%, Ronaldo Caiado (PSD) e Pablo Marçal (PRTB), com 2% cada.
Hertz Dias (PSTU), Romeu Zema (Novo), Rui Costa Pimenta (PCO) e Edmilson Costa (PCB) registram 1% cada.
Já Clariana Barão (DC), Samara Martins (UP) e Wilson Grassi (Democrata) não pontuaram no levantamento.
No cenário de primeiro turno, 3% dos entrevistados afirmaram votar em branco ou nulo, enquanto 1% não soube responder.
Metodologia da pesquisa
Segundo informações divulgadas pela CNN Brasil, que publicou os resultados do levantamento, o PoderData/Aya entrevistou 3.000 eleitores em 623 municípios das 27 unidades da Federação, entre os dias 6 e 9 de setembro.
As entrevistas foram realizadas por telefone. A pesquisa tem margem de erro de 1,8 ponto percentual, para mais ou para menos, e nível de confiança de 95%.
O levantamento foi realizado com recursos próprios do instituto e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-04914/2026.
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, anunciou nesta quarta-feira (9) uma série de decisões que alteram o andamento de investigações e ampliam a tensão interna na Corte. As medidas representam um revés para Alexandre de Moraes, que perdeu a relatoria do inquérito das fake news e terá ainda o conteúdo de um relatório da Polícia Federal analisado pelo plenário do Supremo na próxima terça-feira (15).
O julgamento marcado para a próxima semana vai avaliar o relatório produzido pela PF a partir de mensagens trocadas entre Moraes e Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. A análise ocorre em meio à crise envolvendo diferentes ministros do STF e deverá expor divergências internas sobre a condução das investigações.
Fachin também suspendeu um procedimento instaurado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) para apurar a elaboração do relatório da Polícia Federal sobre as mensagens entre Moraes e Vorcaro. O documento havia sido produzido a partir de uma solicitação do ministro André Mendonça, relator dos casos relacionados ao Banco Master e às fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
Apesar das medidas, Mendonça também sofreu um revés. Fachin derrubou a decisão do ministro que havia determinado o afastamento de Andrei Rodrigues do comando da Polícia Federal. Por outro lado, Mendonça conseguiu uma de suas principais reivindicações: a realização de uma sessão extraordinária do plenário para analisar a relação entre Moraes e Vorcaro.
A sessão extraordinária foi marcada para a manhã da próxima terça-feira (15). Normalmente, o plenário do STF realiza sessões às quartas e quintas-feiras, mas Fachin decidiu antecipar a análise diante da escalada da crise.
Fachin retira relatoria de Moraes
Outra decisão de impacto foi a retirada da relatoria do inquérito das fake news das mãos de Alexandre de Moraes. Segundo Fachin, a mudança busca garantir “segurança jurídica e adequada delimitação institucional”.
Moraes permanecerá responsável apenas pelos processos que já resultaram em ações penais dentro do inquérito, com denúncias recebidas pela Corte. Os demais procedimentos investigativos que tramitavam por prevenção no Inquérito 4.781/DF retornarão à relatoria da Presidência do STF.
O inquérito das fake news foi aberto em março de 2019, durante a presidência de Dias Toffoli, para investigar ameaças, ofensas e disseminação de desinformação contra integrantes do Supremo.
Fachin ainda deverá decidir como serão encaminhados documentos apresentados pela Polícia Federal e se André Mendonça continuará à frente das relatorias dos casos relacionados ao Banco Master e ao INSS.
Julgamento deve expor divergências no Supremo
A análise do caso envolvendo Alexandre de Moraes deve colocar em evidência as divergências existentes dentro do STF. Entre os ministros que podem ter papel relevante na definição do resultado estão Cármen Lúcia, Kassio Nunes Marques e o próprio Edson Fachin.
De acordo com informações publicadas pelo jornal O Globo, Fachin passou a quarta-feira (9) em reuniões reservadas com integrantes da Corte na tentativa de construir uma solução para a crise.
O embate ganhou novos contornos depois que Moraes citou um relatório da PF que apontaria supostos problemas na condução das investigações por Mendonça. O documento menciona um possível avanço sobre atribuições da Polícia Federal e uma suposta diferença de tratamento entre investigados.
Moraes também levantou questionamentos sobre eventual direcionamento das investigações e sobre a cadeia de custódia das informações. A tese passou a ser utilizada pela defesa de Daniel Vorcaro como argumento para contestar elementos do caso envolvendo o Banco Master.