TSE define tempo de TV e Rádio para eleições presidenciais de 2026

 

Foto: Roberto Jayme/Ascom/TSE

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) definiu nesta quinta-feira (20) a distribuição do tempo destinado à propaganda eleitoral nacional gratuita no rádio e na televisão para as Eleições Presidenciais de 2026. O PT terá o maior espaço, com 5 minutos e 31 segundos, enquanto o PL contará com 4 minutos e 20 segundos.

A definição ocorreu durante uma audiência pública realizada pelo tribunal, que também estabeleceu a ordem de veiculação da propaganda no primeiro dia do horário eleitoral. O Avante será o primeiro partido a aparecer, seguido por PSD, PL e pela coligação ligada ao PT. A ordem será modificada nos dias seguintes.

Confira a divisão do tempo de TV

  • PT: 5 minutos e 31 segundos;
  • PL: 4 minutos e 20 segundos;
  • PSD: 2 minutos e 2 segundos;
  • Avante: 35 segundos.

Os candidatos Romeu Zema (Novo) e Renan Santos (Missão) não terão participação no horário eleitoral gratuito, já que as legendas que representam não atingiram os requisitos estabelecidos pela cláusula de desempenho.

Segundo informações divulgadas pela CNN Brasil, além do tempo destinado ao programa eleitoral, o TSE também definiu a quantidade de inserções que serão distribuídas ao longo dos 35 dias de propaganda.

Nesse formato, o PT terá 433 inserções, contra 339 do PL, 159 do PSD e 47 do Avante.

TSE ainda analisa regras da propaganda eleitoral

A audiência pública também serviu para que partidos, coligações e entidades apresentassem sugestões ao texto que regulamentará o chamado Plano de Mídia das Eleições Gerais de 2026.

Entre as propostas apresentadas está a criação de mecanismos para comprovar o recebimento, pelas emissoras, dos mapas de mídia e dos materiais que serão utilizados na propaganda. Também foi sugerida a emissão de comprovantes de exibição dos conteúdos.

Outra ideia apresentada prevê que a Empresa Brasil de Comunicação (EBC) disponibilize informações sobre as emissoras responsáveis pela captação dos materiais encaminhados para transmissão.

As entidades também defenderam que a resolução deixe mais claras as consequências previstas na legislação em casos de descumprimento das regras de veiculação da propaganda eleitoral gratuita.

As sugestões ainda serão avaliadas pelo TSE. Depois dessa análise, o texto final será submetido à votação do plenário do tribunal.

Quando começa o horário eleitoral de 2026?

A propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão para o primeiro turno das Eleições 2026 será transmitida entre 28 de agosto e 1º de outubro.

Antes do início da propaganda, as emissoras têm até esta sexta-feira (21) para organizar as responsabilidades relacionadas ao fornecimento de equipamentos e profissionais necessários para a geração dos programas.

Também deverá ser definida a forma de transmissão do sinal único da propaganda, além dos procedimentos para que as emissoras realizem a captação e retransmissão do conteúdo eleitoral.

98FM

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Lobista ligada a Lulinha pode buscar delação, e possibilidade preocupa aliados de Lula

 

Foto: Reprodução

A possibilidade de a lobista Roberta Luchsinger negociar um acordo de delação premiada passou a preocupar aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e integrantes do PT. Ela é investigada por suspeita de envolvimento no esquema de fraudes contra o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Segundo informações da jornalista Bela Megale, de O Globo, pessoas próximas ao governo avaliam que a possibilidade de uma delação aumentaria caso a Justiça determine medidas mais severas contra a lobista, como uma eventual prisão. A avaliação entre aliados é de que Roberta poderia procurar as autoridades diante de uma pressão maior.

O cenário fez com que interlocutores buscassem evitar que a lobista se sentisse isolada. Nos bastidores, integrantes do PT chegaram a classificá-la como uma espécie de “granada sem pino”, em referência ao potencial impacto que suas declarações poderiam provocar.

Mensagens citam Lulinha e família

Mensagens interceptadas pela Polícia Federal e incluídas em um dos inquéritos que apuram a atuação de Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, também aumentaram a preocupação. Nos diálogos, Roberta teria afirmado que seria necessário retirar Lulinha e sua família do Brasil e mencionado que o custo seria elevado.

De acordo com a reportagem de O Globo, as mensagens são do início de 2025 e foram divulgadas anteriormente pela revista Veja. Em outro trecho, a lobista teria afirmado que ela e integrantes da família do presidente seriam “uma coisa só”.

Aliados de Lulinha, por outro lado, sustentam que Roberta teria utilizado o nome do filho do presidente em suas relações. Ainda assim, o receio de que ela possa negociar informações com as autoridades mantém Fábio Luís próximo da lobista, segundo relatos citados pela reportagem.

Mudança para a Espanha

Lulinha deixou o Brasil e passou a morar com a família em Madri, na Espanha, no ano passado. Amigos afirmam que ele já avaliava uma mudança de país desde 2024 e teria considerado Portugal antes de escolher a Espanha.

A justificativa apresentada por pessoas próximas seria a busca por uma rotina mais discreta. A eventual delação de Roberta Luchsinger, contudo, passou a ser acompanhada com atenção por aliados do presidente Lula diante das possíveis repercussões das investigações sobre o caso do INSS.

98FM

Oposição mira Lulinha e articula nova CPMI; senador pede preservação de provas ao STF

 

Foto: Reprodução | Folha

A oposição no Congresso intensificou, nesta quinta-feira (20), a articulação para criar uma nova Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) destinada a investigar Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A iniciativa é liderada pelo senador Carlos Viana (PSD-MG), que começou a buscar apoio de deputados e senadores para o requerimento de instalação da comissão. Paralelamente, o parlamentar encaminhou ao ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), um pedido para preservar provas digitais relacionadas às investigações.

Segundo informações publicadas pela CNN Brasil, a movimentação ocorre em meio ao impacto político que as investigações envolvendo Lulinha passaram a provocar na disputa presidencial de 2026.

O que a oposição pretende investigar

O requerimento apresentado por Carlos Viana pretende apurar uma possível atuação de Lulinha na intermediação de interesses privados junto a órgãos do governo federal.

Entre os pontos que deverão ser analisados estão possíveis tratativas relacionadas a medicamentos à base de canabidiol, além de eventuais relações com a lobista Roberta Luchsinger, Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, e empresas citadas nas investigações.

A oposição também quer esclarecer se houve pagamentos ou promessa de vantagens em troca de intermediações, quais autoridades teriam sido procuradas e se houve eventual utilização indevida de relações pessoais ou de acesso à estrutura do governo.

Para que uma CPMI seja instalada, o requerimento precisa reunir 171 assinaturas de deputados e 27 de senadores, o equivalente a um terço dos integrantes de cada Casa do Congresso. A decisão sobre a instalação cabe ao presidente do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre (União-AP).

É a segunda tentativa de investigar Lulinha

A iniciativa de Carlos Viana ocorre após uma primeira tentativa de incluir Lulinha nas conclusões da CPMI do INSS.

No fim de março, o relatório apresentado pelo deputado Alfredo Gaspar (PL-AL) propôs o indiciamento de Fábio Luís Lula da Silva. O documento, porém, acabou rejeitado pelos integrantes do colegiado.

Agora, a oposição tenta retomar as investigações por meio de uma nova CPMI, com foco específico na eventual influência de Lulinha sobre órgãos da administração pública federal.

Senador pede preservação de provas digitais

Além da articulação no Congresso, Carlos Viana apresentou ao ministro André Mendonça um complemento a uma representação criminal protocolada anteriormente.

O senador citou uma reportagem da revista Veja que teria obtido acesso a informações de um inquérito sigiloso da Polícia Federal.

No pedido, Viana solicita a preservação de arquivos, imagens forenses, metadados e registros relacionados à cadeia de custódia das provas. A medida teria como objetivo evitar a perda de informações que possam ser relevantes para as investigações.

De acordo com a representação, mensagens atribuídas a Lulinha teriam sido apagadas e posteriormente recuperadas por meio de ferramentas forenses utilizadas pela Polícia Federal. O parlamentar também pede apuração sobre movimentações financeiras e eventual interesse relacionado a contas no exterior.

Lulinha é alvo de três inquéritos

Fábio Luís Lula da Silva é alvo de três inquéritos autorizados pelo STF desde julho. As investigações apuram suspeitas de possíveis esquemas envolvendo empresas e órgãos federais, entre eles o Ministério da Saúde e a Dataprev.

Um dos procedimentos tramita sob sigilo e também envolve o Palácio do Planalto. O inquérito investiga possíveis conexões entre Roberta Luchsinger, Lulinha e Marco Aurélio Santana Ribeiro, conhecido como Marcola, que ocupou o cargo de chefe de gabinete do presidente Lula.

A defesa de Lulinha nega qualquer irregularidade e tem criticado o que classifica como vazamentos seletivos de informações relacionadas às investigações.

Zenaide é eleita relatora de medida para reduzir filas e agilizar análise de benefícios do INSS

 


A senadora Zenaide Maia (PSD-RN) foi eleita relatora de uma medida federal de redução das filas de análise de benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e da Perícia Médica Federal, como os auxílios por incapacidade temporária e o Benefício de Prestação Continuada (BPC).  

Enviada pelo governo federal ao Congresso Nacional, a Medida Provisória (MP 1.369/2026) incluiu entre os objetivos do já existente Programa de Gerenciamento de Benefícios (PGB) o monitoramento de processos de reconhecimento inicial de direitos e de revisão de benefícios previdenciários e assistenciais que estejam em tramitação há mais de 30 dias ou com prazo judicial expirado.

“Trata-se de uma necessidade de órgãos públicos federais de aumentar a capacidade de processar e atender sem atraso as demandas previdenciárias, assistenciais e médico periciais da população. Quem precisa desses auxílios financeiros e assistenciais para sobreviver não pode esperar meses e meses para ter análise e reconhecimento de direitos, revisões, reavaliações. Estamos falando, sim, de uma urgência social”, afirma a parlamentar.

André Mendonça deve manter inquéritos de Lulinha no STF

 

O ministro André Mendonça, do Supremo TribunaMinistro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF). Foto: Agência Brasil

Foto: Reprodução

O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), deve rejeitar o pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR) para enviar à primeira instância dois inquéritos que investigam Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha.

As investigações apuram suspeitas de tráfico de influência envolvendo negócios com o governo federal. A PGR defende que os casos sejam encaminhados à Justiça Federal por não identificar autoridades com foro privilegiado nem conexão com a Operação Sem Desconto.


A expectativa, porém, é que Mendonça mantenha os inquéritos no STF. Um dos argumentos considerados é que mensagens apreendidas nas investigações podem envolver pessoas com foro. Ainda não há prazo para a decisão.

Com informações de O Globol Federal (STF), deve rejeitar o pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR) para enviar à primeira instância dois inquéritos que investigam Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha.

As investigações apuram suspeitas de tráfico de influência envolvendo negócios com o governo federal. A PGR defende que os casos sejam encaminhados à Justiça Federal por não identificar autoridades com foro privilegiado nem conexão com a Operação Sem Desconto.

A expectativa, porém, é que Mendonça mantenha os inquéritos no STF. Um dos argumentos considerados é que mensagens apreendidas nas investigações podem envolver pessoas com foro. Ainda não há prazo para a decisão.

Com informações de O Globo

Caso Lulinha: campanha de Lula aumenta pressão após novos vazamentos de informações

 

Foto: Joédson Alves/Agência Brasil

A campanha pela reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) decidiu intensificar a pressão para conter os vazamentos de informações relacionados ao empresário Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha. A estratégia inclui buscar informações sobre a chamada cadeia de custódia dos dados e identificar quais agentes públicos tiveram acesso ao material.

Segundo informações publicadas pela CNN Brasil, integrantes da coordenação jurídica da campanha querem levantar a relação de servidores da Polícia Federal (PF) e de pessoas ligadas ao Supremo Tribunal Federal (STF) que tiveram contato com os dados. A avaliação interna é de que essas instituições precisam esclarecer a origem das informações que vêm sendo divulgadas.

Pressão sobre o Ministério da Justiça

Além da PF e do STF, a campanha pretende ampliar a cobrança sobre o Ministério da Justiça. A avaliação dos aliados de Lula é de que a pasta precisa adotar medidas para apurar os vazamentos e impedir que novos dados sejam divulgados de forma irregular.

A pressão também deve alcançar diretamente o ministro da Justiça, Wellignton César Lima e Silva. De acordo com a CNN Brasil, a coordenação da campanha considera que o ministro não teria avançado suficientemente na apuração dos vazamentos e defende uma atuação mais efetiva das autoridades.

Lula já foi informado sobre a situação. O presidente tem defendido a continuidade das investigações envolvendo o filho, mas também tem ressaltado a necessidade de evitar eventuais abusos durante os procedimentos.

O caso envolvendo Lulinha ganhou espaço nos últimos dias diante de novas informações relacionadas a investigações conduzidas por órgãos federais. A campanha presidencial agora busca identificar a origem dos vazamentos e estabelecer quem teve acesso aos dados antes de sua divulgação pública.

Zenaide cresce e empata com Styvenson em pesquisa BG/ PERFIL

 


A senadora Zenaide Maia (PSD) cresceu e aparece tecnicamente empatada com Styvenson Valentim (Podemos) na nova pesquisa do Instituto Perfil em parceria com o Blog do BG. Na soma do primeiro e do segundo voto aos quais o eleitor tem direito, Zenaide registra 13,44%, enquanto Styvenson aparece com 15,19%. Considerando a margem de erro de 2,45 pontos percentuais, os dois estão em situação de empate técnico e bem à frente de Rafael Motta, terceiro colocado, com 7,50%. 

O resultado representa avanço de Zenaide em relação ao levantamento anterior do mesmo instituto, realizado em julho, quando ela tinha 12,06% na soma dos dois votos, contra 16,56% de Styvenson. Na nova rodada, além de reduzir a diferença para o primeiro colocado, a senadora se mantém como reeleita e amplia sua distância em relação aos demais candidatos.

A nova pesquisa mantém, portanto, dois movimentos registrados pelo Instituto Perfil: a consolidação de Zenaide como reeleita e a redução da distância para Styvenson. Com a margem de erro, o resultado atual coloca os dois em empate técnico na liderança.

A pesquisa foi registrada no TSE sob o número BR-06188/2026 e no TRE-RN sob o número RN-00522/2026. O levantamento foi realizado entre os dias 13 e 16 de agosto, com 1.600 eleitores em todo o Rio Grande do Norte. A pesquisa tem margem de erro de 2,45 pontos percentuais e intervalo de confiança de 95%.


Em São Gonçalo, 🏗️👀 Olha só o que tá saindo do papel por aqui!

 


O CEU da Cultura já está em construção e vai ser um espaço novinho para cultura, lazer e muitas atividades em São Gonçalo.

Por enquanto, é obra. Mas já dá pra imaginar como vai ficar, né? 💙

SÃO GONÇALO DO AMARANTE É 555!

 

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💪🚀💙 Obrigada, minha gente, por todo carinho e apoio! Vamos juntos, que o trabalho por SGA não para!
É Zenaide 5️⃣5️⃣5️⃣🧡

Conselho de Enfermagem interdita setor do hospital João Machado por risco a pacientes e profissionais

 Corpo foi encontrado em ala de repouso no Hospital João Machado, em Natal - Foto: Sesap / Reprodução

Foto: Sesap / Reprodução

O Conselho Regional de Enfermagem do Rio Grande do Norte (Coren-RN) publicou uma decisão que determina a interdição ética das atividades de enfermagem na Clínica Médica 2 do Hospital Geral Doutor João Machado, em Natal.

Na Decisão nº 76 datada de 5 de agosto e publicada no Diário Oficial da União (DOU), São citadas cinco condições para a reabilitação das atividades: comprometimento da estrutura física, risco de acidentes de trabalho, inoperância do sistema de climatização, desabastecimento de insumos e exposição a agentes físicos, biológicos e químicos.

O texto indica que as irregularidades atingem de forma difusa enfermarias, corredores, posto de enfermagem e área administrativa da Clínica Médica 2, o que inviabiliza medidas de interdição pontual.

A decisão foi assinada pelo presidente do Conselho, Manoel Egídio da Silva Júnior, e pela conselheira secretária, Dinara Teresa Batista de Moura. O processo teve origem em uma notificação referente à unidade hospitalar e uma Comissão de Sindicância foi instaurada emitindo parecer sobre a situação da clínica.

A interdição foi fundamentada no artigo 9º da Resolução Cofen nº 725/2023, que permite ao Conselho impedir o exercício da enfermagem quando há risco à segurança ou à saúde dos usuários.

O artigo 1º da decisão interdita as atividades de enfermagem na Clínica Médica 2 até o cumprimento da legislação de saúde vigente. A medida cita risco à segurança e à saúde de profissionais e pacientes. Em outro trecho, o documento assegura a continuidade da assistência de enfermagem aos pacientes que estejam internados ou sob cuidados da equipe na data da interdição.

A Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap) foi procurada para se pronunciar a respeito dessa decisão. O espaço segue aberto para o esclarecimento.

98fm

[VÍDEO] Vice de Flávio Bolsonaro diz que Marcola acabará preso

 

Em declaração sobre as recentes apurações da Polícia Federal (PF), o deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL) afirmou acreditar que Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, ex-chefe de gabinete do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, acabará preso.

Gaspar, que atuou como relator da CPMI do INSS, comentou as revelações sobre a relação de Marcola com a lobista Roberta Luchsinger — que inclui a troca de mensagens sobre a compra de joias e diamantes. Para o parlamentar, as apurações atingem o núcleo do governo.

Segundo o deputado, o grupo formado por Luchsinger, Fábio Luís Lula da Silva (Lulinha), Marcola e o ex-secretário-executivo do Ministério da Saúde, Swedenberger Barbosa, deverá ser denunciado e preso ao fim das investigações por suspeita de integrar um esquema de corrupção. Gaspar declarou ainda que o gabinete presidencial está comprometido pelas denúncias e que o presidente Lula não pode alegar desconhecimento sobre o caso.

As declarações ocorrem no contexto de inquéritos da Polícia Federal que apuram a atuação de Luchsinger como suposta intermediária entre empresários — como Antônio Carlos Camilo Antunes, o “Careca do INSS” — e integrantes do governo federal no escândalo dos descontos indevidos em aposentadorias do INSS.

Atualmente, Lulinha é alvo de inquéritos da PF por sua relação com a lobista. Já Marcola, embora citado nas trocas de mensagens obtidas na quebra de sigilo de Luchsinger, não é formalmente investigado por essa relação até o momento.

Com informações do Metrópoles

CASA DO LOBBY: Lulinha e lobista usavam mansão em Brasília para encontros com ex-chefe de gabinete de Lula

 

Foto: O Globo

Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula, e a lobista Roberta Luchsinger utilizavam uma mansão no Lago Sul, área nobre de Brasília, para encontros durante passagens pela capital federal. Entre os frequentadores estava Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, ex-chefe de gabinete de Lula.

A informação foi publicada pelo jornal O Globo, com base no relato de três pessoas que trabalharam no imóvel. Uma delas, a ex-empregada doméstica Zildeni Souza, descreveu uma rotina de reuniões na residência entre 2024 e 2025.

Lulinha e Roberta aparecem em investigações da Polícia Federal que apuram suspeitas de tráfico de influência.

Procurada, a defesa de Lulinha afirmou que ele não morava na mansão e negou qualquer irregularidade.