VENCEU O DEBATE QUEM TEM PROPOSTAS PARA O RIO GRANDE DO NORTE.
O candidato ao Governo do Estado, Allyson Bezerra (União), venceu o primeiro debate para governador do Rio Grande do Norte, realizado neste domingo (9). O encontro aconteceu na Band, sob o comando da jornalista Anna Ruth Dantas. Diante dos demais candidatos, Allyson mostrou ser o mais preparado para comandar o Executivo estadual, apresentando propostas consistentes para o Rio Grande do Norte e pedindo que os adversários deixassem as picuinhas políticas de lado.
Um detalhe chamou atenção logo na chegada ao estúdio. Na lapela esquerda do terno, Allyson trazia dois broches, um com a bandeira do Rio Grande do Norte e outro com o chapéu de couro, símbolo de sua caminhada pelos 167 municípios.
No primeiro bloco, Allyson detalhou a candidatura em uma fala emocionada. "Eu quero ser o Governador do Rio Grande do Norte para entregar esperança para o nosso povo. Foi esperança que eu vi nos 167 municípios que eu visitei. Fui para conhecer os problemas, para conhecer as lutas de quem está vivendo com a falta de saúde, com a falta e o medo da insegurança, mas fui principalmente para dizer ao Rio Grande do Norte que eu quero trabalhar. Trabalhar como eu trabalhei na minha cidade Mossoró, que fui reeleito com 78% dos votos e concluí o meu mandato com 86% de aprovação. Eu estou com muita vontade de trabalhar, toda a minha disposição, toda a minha coragem", destacou Allyson.
No segundo bloco, Allyson usou o momento para comparar as gestões de Natal e Mossoró, que é nota A no CAPAG, enquanto a capital, assim como o Rio Grande do Norte, está com nota C. Além disso, cobrou propostas para a gestão dos servidores, questionando como será resolvido o atraso nos salários de pensionistas e aposentados, com os consignados congelados.
Na área da saúde, Allyson apresentou números da própria gestão como contraponto aos adversários. Citou que inaugurou o Hospital Municipal de Mossoró, realizando cirurgias já no dia seguinte de funcionamento e somando mais de 10 mil atendimentos até hoje. Afirmou conhecer de perto a realidade do Estado de quem precisa de cirurgia e não consegue, e defendeu que suas propostas de gestão vão mudar essa realidade no Rio Grande do Norte.
Dentre todos os candidatos, Allyson foi o único que mostrou preparo e apresentou propostas concretas. Afirmou que tem estilo de governar olhando para frente, e citou entre os projetos para a Zona Norte da capital, como uma terceira ponte de acesso, fortalecer e ampliar os serviços hospitalares da região.
Nas considerações finais, Allyson agradeceu ao vice Hermano Morais, à família e a Deus pela oportunidade de apresentar ao Rio Grande do Norte as suas 167 propostas, um projeto robusto pensado para dar presença forte do estado junto a quem quer empreender e construir futuro, especialmente a juventude potiguar e o povo. Destacou o apoio de lideranças que somam com o projeto de mudança e afirmou que essa transformação passa pelas universidades, pela iniciativa privada, pelas organizações sociais e pelos movimentos de cada bairro, cidade e região do estado. Encerrou reafirmando sua origem popular: "Eu vim do povo, e vim dizer que o RN vai mudar", concluiu.
As propostas de governo do candidato Allyson Bezera estão disponíveis no site allysonbezerra.com.br
Novo pede ao TSE cassação de Lula e Alckmin por suposto abuso em desfile de Carnaval

O partido Novo pediu neste sábado (8) ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a cassação dos registros de candidatura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do vice-presidente Geraldo Alckmin, além da declaração de inelegibilidade da chapa.
A ação foi protocolada após Lula formalizar o registro de sua candidatura à reeleição. O partido questiona um episódio ocorrido durante o Carnaval de 2026, quando a escola de samba Acadêmicos de Niterói, do Rio de Janeiro, apresentou um samba-enredo em homenagem ao presidente.
Na ação, o Novo argumenta que episódio configuraria abuso de poder econômico e uso indevido dos meios de comunicação, com suposta utilização de recursos públicos para promover a imagem de Lula antes do período oficial de campanha eleitoral.
“Trata-se de um episódio emblemático de abuso de poder econômico, em que recursos e estrutura do Estado foram colocados a serviço da candidatura de Lula meses antes do início oficial da campanha”, afirmou o presidente nacional do partido, Eduardo Ribeiro.
A legenda também informou que o pedido se soma a uma representação que já tramita no TSE e a medidas relacionadas ao mesmo episódio.
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[VÍDEO] Prédio em Palmas troca o 13º andar por 12+1
Uma mulher compartilhou um vídeo nas redes sociais mostrando um fato curioso envolvendo um prédio que está sendo construído em Palmas (TO). O detalhe que chamou a atenção foi que a incorporadora trocou o número do 13º andar por 12+1.
Os comentários na publicação especulam que a mudança seria uma demonstração de rejeição ao PT, que é eleitoralmente identificado pelo número substituído.
MAIS O QUÊ? Slogan da campanha de Lula será “O Brasil Pronto Para Mais”
O slogan da campanha à reeleição do presidente Lula será “O Brasil pronto para mais”. A pergunta que fica, no entanto, é mais o quê?
O PT tem um histórico que completa a frase sozinho. O marqueteiro do presidente deve ter criado o slogan para vender esperança, mas depois de 18 anos de governos Lula e Dilma, a única conclusão possível é que o Brasil não está pronto mais quatro anos de PT.
O Brasil não está pronto para mais roubo no INSS, para mais tráfico de influência de Lulinha e nem para mais Marcola, o ex-chefe de gabinete do presidente que teria recebido dinheiro da empresária Roberta Luchsinger, apontada como lobista pela Polícia Federal.
O Brasil também não está pronto para mais casos de corrupção, aparelhamento da máquina pública e nem a gastança desenfreada do governo do PT. O partido vende continuidade, mas não tem nada para entregar além de um futuro de terra arrasada.
Milei e Trump compartilham antipatia por Lula e ficariam satisfeitos com eleição de Flávio Bolsonaro’

Foto:
AFP via Getty Images
Primeiro, o governo brasileiro negou a entrada no país de uma delegação oficial dos Estados Unidos por suspeitas de que ela pretendia lançar dúvidas sobre a confiabilidade do sistema eleitoral.
Depois, o presidente da Argentina, Javier Milei, chamou Luiz Inácio Lula da Silva (PT), de “ladrão e corrupto”. Em resposta, o presidente brasileiro retirou o embaixador do Brasil de Buenos Aires.
E, nesta semana, os Estados Unidos cancelaram o visto da embaixadora do Brasil em Washington, sob a alegação de que o governo Lula estaria demorando a aceitar o novo representante diplomático americano no país.
Talvez essa sequência de acontecimentos incomuns envolvendo três dos maiores países do continente em menos de duas semanas seja apenas uma coincidência.
Mas o fato é que as tensões entre Brasil, Estados Unidos e Argentina atingiram níveis extraordinários após uma série de atritos diplomáticos, críticas políticas e demonstrações de desconfiança.
Segundo analistas, por trás desse cenário pode estar o interesse de dois presidentes de direita — o americano Donald Trump e o argentino Javier Milei — em ver o candidato da oposição, Flávio Bolsonaro, derrotar o presidente Lula, de esquerda, nas eleições de outubro, permitindo que outro governo alinhado a eles assuma o poder no maior país da América do Sul.
“Não há evidência de que se trate de um ataque coordenado [contra Lula] por parte de Trump e Milei, mas isso não me surpreenderia”, afirma Cynthia Arnson, professora adjunta de relações internacionais da Universidade Johns Hopkins, em Washington.
“Milei e Trump compartilham uma antipatia em relação a Lula e ficariam satisfeitos se Flávio Bolsonaro fosse eleito”, disse Arnson à BBC News Mundo, serviço em espanhol da BBC.
Escândalos de corrupção do PT somam mais de R$ 115 bilhões
Levantamento estima em mais de R$ 115 bilhões o valor envolvido em seis grandes escândalos de corrupção associados ao PT, segundo reportgem publicada pela Revista Oeste, na edição 334. A conta reúne propinas, desvios, prejuízos e outras irregularidades apontadas nas diferentes investigações.
Segundo a publicação, o montante seria suficiente para construir cerca de 58 mil unidades básicas de saúde ou 10,5 mil escolas de tempo integral.
Entre os casos citados estão o Banestado, o Mensalão, irregularidades em fundos de pensão, a Operação Calicute, a Lava Jato e a Operação Sem Desconto, que investigou descontos associativos não autorizados em benefícios do INSS.
No Mensalão, perícias do processo apontaram desvios de pelo menos R$ 100 milhões. Já na Lava Jato, a Petrobras reconheceu mais de R$ 6 bilhões em perdas relacionadas à corrupção, enquanto estimativas de peritos da Polícia Federal apontaram prejuízos superiores a R$ 40 bilhões.
A Operação Sem Desconto, deflagrada em 2025 pela PF e pela CGU, identificou mais de R$ 6 bilhões em descontos associativos sobre aposentadorias e pensões entre 2019 e 2025.
As investigações também alcançaram pessoas próximas ao entorno do presidente Lula. Frei Chico, irmão do presidente, é vice-presidente do Sindnapi, uma das entidades investigadas. Já Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, entrou no radar da PF após a identificação de pagamentos de empresas ligadas ao empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, o “Careca do INSS”, à consultoria de Roberta Luchsinger.
Veja os maiores valores apontados*:
- Fundos de pensão — Greenfield (2016): R$ 54 bilhões
- Lava Jato/Petrolão (2014): R$ 42,8 bilhões
- Banco Master/BRB (2025): R$ 12,2 bilhões
- Fraude no INSS (2025): R$ 6,3 bilhões
- Mensalão (2005): R$ 101,6 milhões
*Fonte: Revista Oeste
Enquanto Moraes nega visita de filhos a Bolsonaro, somente no DF, 1,5 mil presos são beneficiados com ‘saidão’ de Dia dos Pais
Enquanto o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou o pedido para que os filhos de Jair Bolsonaro visitassem o ex-presidente no Dia dos Pais, mais de 1,5 mil detentos do Distrito Federal foram beneficiados com a saída temporária concedida pela Secretaria de Administração Penitenciária (Seape-DF).
Conhecido como “saidão”, o benefício começou nesta quinta-feira (6) e segue até segunda-feira (10), abrangendo 1.520 presos, dos quais 58 são mulheres. Esta é a quinta saída temporária autorizada no Distrito Federal em 2026.
Caso Bolsonaro
No caso de Bolsonaro, a defesa solicitou autorização para que Carlos Bolsonaro, Flávio Bolsonaro e Jair Renan Bolsonaro visitassem o ex-presidente em sua residência no domingo (9). Moraes, no entanto, negou o pedido com base em decisão anterior que restringiu as visitas ao ex-presidente, permitindo apenas a presença de profissionais de saúde e advogados.
A restrição foi imposta no âmbito das medidas cautelares determinadas pelo ministro em julho, após a divulgação de uma carta atribuída a Bolsonaro e divulgada pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Segundo Moraes, o episódio justificou o endurecimento das restrições relacionadas a visitas e contatos de natureza política.
Defesa alegou caráter familiar e humanitário
A defesa de Jair Bolsonaro argumentou à Corte que o pedido para a visita dos filhos no Dia dos Pais possui caráter exclusivamente familiar e humanitário. Segundo os advogados, a autorização buscava preservar os vínculos afetivos e a convivência entre pai e filhos em uma data considerada simbólica no calendário brasileiro, sem qualquer finalidade política ou eleitoral.
Na petição, os defensores sustentaram ainda que o encontro ocorreria dentro das condições já estabelecidas pelo STF e não prejudicaria o cumprimento das medidas cautelares impostas ao ex-presidente.
Bolsonaro está proibido de receber visitas com finalidade político-eleitoral até o fim das eleições de 2026, além de não poder divulgar manifestos de natureza político-eleitoral, direta ou indiretamente. Os advogados também informaram à Corte que a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro recebeu alta hospitalar em 2 de agosto e retornou para casa no mesmo dia.
Gazeta do Povo
PF acha foto de parlamentares em piscina com advogado alvo do caso INSS

Uma fotografia encontrada pela Polícia Federal no celular do senador Weverton Rocha (PDT-MA) mostra parlamentares e um ex-ministro do governo Luiz Inácio Lula da Silva reunidos na propriedade do advogado Willer Tomaz, em Planaltina, no Distrito Federal.
A imagem foi registrada em 23 de abril de 2023 e mostra Willer ao lado de pelo menos sete políticos. Entre eles estão Arthur Lira (PP-AL), que presidia a Câmara dos Deputados na época; Alexandre Ramagem (PL-RJ), então deputado federal; e Juscelino Filho (PSDB-MA), que ocupava o cargo de ministro das Comunicações.
Também aparecem na fotografia os deputados Elmar Nascimento (União-BA) e Paulo Azi (União-BA), o senador Efraim Filho (PL-PB) e o próprio Weverton Rocha. Parte do grupo está dentro da piscina, enquanto outros aparecem ao redor, alguns segurando bebidas.
A fotografia foi localizada durante as investigações da Operação Sem Desconto, que apura suspeitas de fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Willer Tomaz e familiares de Weverton estiveram entre os alvos de buscas realizadas pela PF nesta semana. O senador não foi alvo das medidas dessa etapa.
A imagem não é citada na decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), que autorizou as buscas, mas integra o material analisado pelos investigadores.
Investigação sobre movimentações financeiras
De acordo com reportagem do Metrópoles, a PF apura uma possível estrutura de lavagem de dinheiro relacionada a Willer Tomaz e investiga relações financeiras entre pessoas e empresas ligadas ao advogado e ao senador.
Segundo os investigadores, empresas relacionadas a Willer teriam transferido mais de R$ 11 milhões para Samya Rocha, mulher de Weverton. A PF também investiga a compra, por R$ 6 milhões, do imóvel onde o senador mora no Lago Sul, em Brasília. A suspeita é de que a casa tenha sido adquirida por uma empresa ligada ao advogado.
Segundo a reportagem, Willer nega envolvimento nas fraudes investigadas e afirma que os valores transferidos a Samya correspondem a honorários por serviços advocatícios. Ele também criticou a divulgação da fotografia e disse que a imagem foi retirada ilegalmente do celular do senador.
De acordo com o advogado, o registro foi feito durante um evento particular em sua propriedade, não possui relação com sua atividade profissional ou com os fatos investigados e não demonstra envolvimento na Operação Sem Desconto.
Weverton também nega irregularidades. O senador afirma que as movimentações financeiras mencionadas pela investigação estão relacionadas a atividades profissionais e empresariais e foram declaradas à Receita Federal.
Sobre a fotografia, Weverton disse ter pedido ao STF que investigue o vazamento da imagem. Segundo ele, o registro é de caráter pessoal e não tem relação com a operação.
Encontro em Planaltina
Segundo a reportagem, o encontro foi organizado por meio de um grupo de WhatsApp chamado “Grupo Seleto”. Mensagens trocadas no grupo mostram participantes organizando uma lista de convidados para um encontro relacionado ao feriado de Tiradentes.
O evento ocorreu no Rancho Tomaz, propriedade de Willer em Planaltina, que possui quadras de tênis, campo de minigolfe e acesso à Lagoa Formosa.
Paulo Azi confirmou que participou do encontro e afirmou que conhecia Willer e havia sido convidado para a comemoração. Elmar Nascimento disse ser próximo do advogado, mas afirmou que estava em Tiradentes, em Minas Gerais, na ocasião.
PESQUISA GENIAL/QUAEST: Pix é a instituição de maior confiança dos brasileiros, superando Igreja Católica, PM e Forças Armadas
O Pix é a instituição de maior confiança dos brasileiros, segundo levantamento Genial/Quaest divulgado neste domingo (9) pelo jornal O Globo. O sistema de pagamentos do Banco Central é considerado confiável por 80% dos entrevistados, enquanto 19% desconfiam e 1% não soube responder.
O Pix superou instituições tradicionais que lideravam a pesquisa anterior. A Igreja Católica aparece em seguida, com 76% de confiança, seguida pela Polícia Militar (75%) e pelas Forças Armadas (70%).
Confiança no Pix independe de espectro político
A confiança no Pix também se mantém elevada entre diferentes grupos políticos. Entre eleitores de direita não bolsonarista, chega a 87%, enquanto entre os de esquerda não lulista é de 88%. Entre os independentes, três em cada quatro afirmam confiar no sistema.
Partidos políticos, redes sociais e juízes de futebol são os menos confiáveis, mostra pesquisa
Entre as instituições de menor credibilidade na sociedade, estão os partidos políticos. As legendas partidárias aparecem na penúltima colocação, com 44% de confiança, junto com as redes sociais. As siglas só perdem para os juízes de futebol, que têm a confiança de 41% dos brasileiros e a desconfiança de 56% da população.
Com informações de O Globo
Presidente do TSE, Nunes Marques, defende credibilidade das urnas eletrônicas e diz que dúvidas “desconvidam” o eleitor
O presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), ministro Kassio Nunes Marques, defendeu neste domingo (9) a credibilidade das urnas eletrônicas e afirmou que questionar o sistema de votação pode afastar eleitores das eleições.
“Ao longo de três décadas, o sistema brasileiro de votação consolidou sua credibilidade por meio do aperfeiçoamento tecnológico e de mecanismos de fiscalização e auditoria, garantindo fiscalização e transparência no processo eleitoral e nos resultados das urnas. Desacreditar o sistema de votação brasileiro é desconvidar o eleitor brasileiro a participar da maior festa democrática do Brasil”, afirmou.
A declaração foi feita durante a Corrida pela Democracia, em Brasília, que encerrou a primeira Semana Nacional do Sistema Eletrônico de Votação, promovida pelo TSE entre os dias 3 e 9 de agosto.
Nunes Marques também destacou a participação dos 27 Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) na programação, que apresentou à população o funcionamento das urnas e do processo eleitoral.
“Durante toda essa semana, todos os 27 TREs se empenharam não só no desmonte de urnas, mas também na tentativa de dar transparência de como funciona todo nosso processo de votação”, disse. Durante a programação, o tribunal também realizou a desmontagem pública de uma urna para explicar seu funcionamento.
Registro de candidatura de Lula no TSE inclui 88 certidões criminais
O presidente Lula (PT) registrou neste sábado (8) sua candidatura à reeleição no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e anexou 88 certidões criminais (veja aqui) à documentação apresentada.
Entre os outros candidatos que já haviam registrado a candidatura, Renan Santos (Missão) apresentou cinco certidões, enquanto Romeu Zema (Novo) anexou 12. Até a manhã deste domingo (9), ainda não havia documentos disponíveis no sistema para Ronaldo Caiado (PSD) e Flávio Bolsonaro (PL).
A apresentação de uma certidão positiva não significa, por si só, impedimento à candidatura. Quando há registro criminal, o candidato também deve apresentar a chamada certidão de objeto e pé, que detalha a situação atualizada do processo.
Com essas informações, a Justiça Eleitoral analisa cada caso para verificar se há alguma decisão que possa afetar a candidatura.
[VÍDEO] “ISSO É UM ESCÁRNIO”: Cineasta potiguar cobra recuperação do calçadão da Av. Roberto Freire; responsabilidade é do DER
Em caminhada na manhã deste domingo (9), o cineasta potiguar Buca Dantas publicou no Instagram um vídeo se mostrando bastante indignado com a situação do calçadão da Avenida Engº Roberto Freire, na Zona Sul de Natal, e fez uma dura cobrança aos responsáveis.
“Isso aqui tem anos que isso é assim, anos, anos que isso é assim. Isso aqui, gente, isso aqui causa acidente. É… Isso é desnecessário uma coisa dessa“, afirma Buca no início do vídeo
Buca também cobrou dos responsáveis atitude: “Isso aqui depende da vontade de alguém, infelizmente, a gente nunca vai saber quem é e tal. Mas tem alguém sendo muito bem pago pra gerir isso aqui […] tá na cara que essa pessoa ela deveria não estar exercendo o papel dela, né? Essa pessoa é uma pessoa imprestável, no lugar errado.”
O responsável pela manutenção e recuperação do calçadão é o Departamento de Estradas de Rodagem do Rio Grande do Norte (DER-RN), órgão vinculado ao governo estadual.
Vale lembrar que é justamente nesta região que a Prefeitura de Natal pretende instalar o Parque Linear.
‘TAXA DAS BLUSINHAS’: Imposto de importação de 20% sobre compras internacionais pode voltar em setembro se medida provisória não for aprovada
A chamada “taxa das blusinhas”, imposto de importação de 20% sobre compras internacionais de até US$ 50, poderá voltar a ser cobrada a partir de 9 de setembro caso o Congresso não aprove a medida provisória que mantém a alíquota zerada.
Publicada em maio, a MP autorizou o ministro da Fazenda, Dario Durigan, a reduzir a zero o imposto sobre essas remessas. A medida foi prorrogada em julho pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre, mas perde a validade em 8 de setembro.
Sem a aprovação da MP ou de outra norma que mantenha a isenção, a alíquota de 20% volta automaticamente a vigorar.
Prazo apertado
A votação enfrenta um calendário reduzido por causa do período eleitoral. O Senado reservou semanas de esforço concentrado entre 10 e 14 de agosto e de 31 de agosto a 3 de setembro.
A MP ainda precisa passar por comissão mista antes de ser votada pela Câmara e pelo Senado.
ICMS estadual continua sendo cobrado
O ICMS estadual, entre 17% e 20%, continua sendo cobrado independentemente da decisão sobre o imposto federal.
Mesmo que a isenção seja mantida agora, a tributação federal sobre compras de até US$ 50 voltará em 2027 por meio do novo imposto criado pela reforma tributária. A alíquota ainda não foi definida, mas uma estimativa da consultoria Roit aponta para 9,43%.
Flávio Bolsonaro chora ao escrever carta ao pai após ser impedido de visitá-lo

O senador e candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) publicou neste domingo (9) um vídeo em que aparece chorando enquanto escreve uma carta ao pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), após ser impedido de visitá-lo no Dia dos Pais.
Na carta, Flávio afirmou que havia acabado de participar de uma agenda em Itapetininga, no interior de São Paulo, quando soube que o pedido para que ele e os irmãos, Carlos e Jair Renan, visitassem o ex-presidente havia sido negado.
“Por isso lhe escrevo, pois não poderei te dar um abraço e matar a saudade como gostaria”, afirmou o senador.
O pedido havia sido apresentado pela defesa de Jair Bolsonaro ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). No sábado (8), o magistrado negou a autorização para que os três filhos visitassem o ex-presidente na tarde deste domingo.
Na decisão, Moraes citou a suspensão por 30 dias das visitas a Bolsonaro, com exceção de médicos e advogados. Flávio, especificamente, está proibido de visitar o pai por 90 dias desde julho, após divulgar nas redes sociais uma carta escrita pelo ex-presidente.
Segundo o ministro, a publicação descumpriu as restrições impostas a Bolsonaro, que impedem o uso de redes sociais, inclusive por meio de terceiros. A defesa afirma que o ex-presidente não sabia previamente que a carta seria divulgada.
Flávio fala sobre campanha
Na nova carta, Flávio afirmou que recebe informações sobre o estado de saúde e o humor do pai por meio dos advogados.
“Fico sabendo pelos outros advogados como está sua saúde e seu humor, pergunto todos os dias, sem falta”, escreveu.
O candidato também fez um balanço da campanha presidencial e afirmou que a articulação conduzida ao lado do senador Rogério Marinho (PL-RN) permitiu construir palanques em “quase todos os estados”.
Flávio disse ainda que, embora partidos de centro não tenham formalizado apoio à candidatura, lideranças dessas legendas estariam ao seu lado.
O senador também afirmou acreditar que Jair Bolsonaro participará de uma eventual cerimônia de posse em janeiro de 2027.
“Nos meus discursos, quando falo que você vai colocar a faixa de presidente em mim, em janeiro de 27, o povo vai ao delírio”, declarou.
Ao final da carta, Flávio voltou a criticar a decisão que o impediu de encontrar o pai no Dia dos Pais.
“Proibir um filho de visitar um pai, ou o pai de dar um abraço nos filhos, no Dia dos Pais é desumano, é insano, é injusto, é triste”, escreveu.
Chanceler Mauro Vieira diz que relação Brasil-Argentina depende do fim das agressões de Milei
O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, afirmou ao jornal argentino Clarín que a Argentina precisa “cessar imediatamente as agressões” para que as relações com o Brasil voltem à normalidade.
Segundo o chanceler, o governo brasileiro considera a relação com Buenos Aires “primordial”, mas o vínculo está sendo administrado atualmente por encarregados de negócios. Vieira atribuiu o afastamento a declarações do presidente Javier Milei contra autoridades, instituições e poderes brasileiros.
“A relação entre Argentina e Brasil é muito importante e deve-se parar imediatamente com esse tipo de agressões, para retomar o caminho da normalidade no vínculo binacional”, afirmou.
Vieira disse que o retorno do embaixador brasileiro em Buenos Aires, Julio Bitelli, depende de um “gesto simples” do governo argentino: interromper os ataques. A mesma condição, segundo ele, vale para a recomposição da representação argentina no Brasil.
O chanceler também negou as acusações de que o governo Lula teria financiado uma campanha internacional contra a Argentina e classificou as alegações como “totalmente falsas”.









