Nenhum apostador acertou as seis dezenas do concurso da Mega-Sena 3.041 realizado nesta quinta-feira (6). Com o resultado, o prêmio máximo acumulou e chegou a R$ 165 milhões.
Os números sorteados foram:
16 - 21 - 24 - 31 - 43 - 54
A quina teve 88 apostas ganhadoras, que vão receber R$ 52.843,18 cada. Outros 6.903 apostadores acertaram quatro números e, cada um, receberá o prêmio de R$ 1.110,41
O próximo sorteio da Mega-Sena acontece no domingo (9) . As apostas podem ser feitas nas casas lotéricas ou pela internet. O volante com seis dezenas marcadas custa R$ 6, enquanto o bilhete com sete números assinalados sai por R$ 42.
Segundo dados da Caixa, a probabilidade de ganhar o prêmio máximo com uma aposta de seis dezenas é de uma em mais de 50 milhões.
Já com uma aposta com 20 dezenas, maior número permitido, as chances sobem para uma a cada pouco mais de 1,2 mil. A jogada, no entanto, custa mais de R$ 232 mil.
Uma sessão da Câmara Municipal de Riachão do Jacuípe, no interior da Bahia, precisou ser suspensa após os vereadores Joquinha (PSD) e João Igor (União) se desentenderem na manhã desta quinta-feira (6).
Os parlamentares entram em confronto físico e trocam socos, enquanto colegas e outras pessoas tentavam separá-los. A Polícia Militar foi chamada, mas não resultou em prisões.
A sessão marcava a reabertura dos trabalhos do Legislativo municipal para o segundo semestre, mas a confusão começou logo depois do “bom dia” dado pelo presidente da Câmara, Franklin Santana (União).
João Igor, vice-presidente, deixou a cadeira na Mesa Diretora e seguiu em direção à saída, por onde Joquinha entrava no Plenário. Eles se esbarram e o confronto começa em seguida.
Após o episódio, o presidente determinou a suspensão temporária dos trabalhos legislativos. Com a confusão contida, a sessão foi reiniciada no fim da manhã, cerca de duas horas depois.
Em nota, a Câmara Municipal chamou a briga de “desentendimento pontual”. A Presidência da Casa lamentou a situação e reiterou o compromisso com o respeito, o diálogo e a convivência democrática.
Segundo a Casa, os vereadores serão enquadrados nos termos do Regimento Interno para assegurar o decoro parlamentar, a harmonia institucional e o funcionamento dos trabalhos.
A Polícia Federal (PF) concluiu nesta quinta-feira (6/8), um novo inquérito sobre fraudes em aposentadorias do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e indiciou seis pessoas pelos crimes de inserção de dados falsos em sistema de informações e organização criminosa. A informação foi confirmada pelo Metrópoles.
Entre os indiciados estão o ex-presidente do INSS Alessandro Stefanutto; o ex-procurador-geral do órgão Virgílio Antônio Ribeiro de Oliveira Filho; e o ex-diretor de Benefícios André Paulo Félix Fidelis.
Segundo a investigação, o grupo é suspeito de manipular informações nos sistemas do INSS para viabilizar a concessão irregular de benefícios previdenciários em favor da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag). As alterações teriam permitido a liberação de aposentadorias com base em dados falsificados.
O relatório foi entregue ao ministro André Mendonça, relator do inquérito da Farra do INSS. O caso foi revelado em uma série de reportagens do Metrópoles.
De acordo com os investigadores, o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) alertou a PF sobre a saída de R$ 26.457.531,95 das contas da confederação para 15 pessoas físicas e jurídicas ligadas aos setores de turismo, alimentação e eventos, além de federações estaduais vinculadas à Contag.
O que chamou a atenção foi o fato de as movimentações terem sido realizadas de forma fracionada, em uma suposta tentativa de dificultar o rastreamento dos recursos. Ainda assim, o modus operandi despertou suspeitas no Coaf, que acionou a Polícia Federal.
Com a entrega do relatório, caberá ao ministro André Mendonça encaminhar o caso para manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR).
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, prepara uma nova ofensiva contra a cidadania automática concedida a crianças nascidas em território americano. Nesta quinta-feira (6/8), o republicano vai assinar dois decretos que restringem o benefício em casos específicos e ampliam o combate ao chamado “turismo de nascimento”.
A prática consiste na viagem de mulheres grávidas aos Estados Unidos para que os filhos nasçam no país e obtenham automaticamente a cidadania norte-americana. A legislação já proíbe a concessão de visto quando esse é o principal objetivo da viagem, mas o governo quer endurecer a fiscalização e ampliar os mecanismos para impedir esse tipo de entrada.
De acordo com o Axios, um dos decretos também prevê que filhos de integrantes de missões diplomáticas estrangeiras deixem de receber automaticamente a cidadania americana, mesmo quando o nascimento ocorrer em solo norte-americano.
As novas regras fazem parte da estratégia de Trump para reduzir o alcance da cidadania por nascimento. No início do mandato, o presidente assinou uma ordem executiva com esse objetivo, mas a iniciativa acabou barrada pela Suprema Corte. Agora, a Casa Branca aposta em mudanças mais restritas, focadas em situações que considera compatíveis com a legislação e com decisões anteriores da Justiça.
O deputado federal Elmar Nascimento (União Brasil-BA), candidato à reeleição neste ano, declarou-se como preto em seu registro de candidatura no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), apesar de ter usado duas outras cores em pleitos diferentes.
Nas eleições de 2018, em que foi eleito como deputado pelo DEM, ele tinha se declarado como branco. Já no pleito de 2022, quando também disputava uma vaga na Câmara dos Deputados, o parlamentar se declarou como pardo.
Questionado pela reportagem, Elmar explicou que o registro foi feito de maneira equivocada pelo partido e que o campo será corrigido para pardo.
No Rio Grande do Norte, a ex-deputada estadual Larissa Rosado (PSB), candidata a vice na chapa de Cadu Xavier (PT), se declarou parda à Justiça Eleitoral na eleição de 2026. Em candidaturas anteriores, no entanto, ela havia se apresentado como branca. O caso ganhou repercussão nacional nesta quarta-feira (5) ao ser noticiado pela Folha de S.Paulo.
De acordo com a publicação, após ser procurada pela coluna Painel para explicar a alteração, Larissa pediu à Justiça Eleitoral a retificação do registro, voltando a se declarar branca. A candidata atribuiu a mudança a um erro de sua assessoria durante o preenchimento da documentação e afirmou que “nunca se identificou como uma pessoa parda”.
Candidato à Presidência da República, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) criticou, nesta quarta-feira (6/8), a decisão do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de rebaixar relações diplomáticas com a Argentina.
Em nota divulgada nas redes sociais, o parlamentar afirmou que a medida representa um isolamento do Brasil na América do Sul e prometeu reconstruir a relação entre os dois países caso vença as eleições de 2026.
No comunicado, Flávio classificou a decisão como resultado de uma política externa “ideologizada e confrontadora”. Segundo ele, o governo Lula teria criado crises diplomáticas com Estados Unidos, Paraguai e, agora, Argentina.
“Romper com Buenos Aires não é um fato inevitável: é o resultado direto de uma política externa ideologizada e confrontadora”, afirmou.
O senador também criticou o discurso do governo Lula em defesa da soberania nacional. Para ele, o prestígio internacional do Brasil deve ser preservado por meio de uma economia forte, capacidade de negociação e uma política externa voltada aos interesses do país, e não por “bravatas eleitoralistas”.
Flávio ainda afirmou que a crise diplomática foi provocada apenas pelo governo brasileiro e destacou que a administração do presidente argentino, Javier Milei, já informou que não pretende adotar medidas de retaliação.
Em outro trecho da nota, o parlamentar associou a crise ao que chamou de “colapso do projeto do Foro de São Paulo” na América Latina. Segundo ele, Lula estaria reagindo ao enfraquecimento de governos aliados na região ao romper relações com países governados por líderes de direita.
O deputado federal André Janones (Avante-MG) é alvo de uma representação ao Ministério Público Federal (MPF) feita pela vereadora Alana Passos (PL) nesta quinta-feira, 6, depois de uma publicação de Janones em suas redes sociais. Na postagem, ele afirma estar disposto a “matar ou morrer” para combater a extrema direita, o que, segundo Alana, pode configurar apologia e incitação ao crime, além de ameaças.
O deputado federal André Janones (Avante-MG) tornou-se alvo de uma representação apresentada ao Ministério Público Federal (MPF) pela vereadora do Rio de Janeiro Alana Passos (PL).
A parlamentar protocolou uma notícia de fato nesta quarta-feira, 6, na Procuradoria da República no Rio de Janeiro, pedindo a abertura de investigação sobre uma publicação feita por Janones em suas redes sociais no início da madrugada desta quinta-feira.
Na postagem citada na representação, o deputado afirma que aceitou “a missão mais uma vez” e que está disposto a “matar ou morrer pra livrar nosso país da extrema direita de uma vez por todas”. Janones também declara que fará “o que precisa ser feito”. Acrescenta que “campanha ‘fofa’ é o caralho”. Ele finaliza: “Vai começar! É guerra!”.
Um tornado foi registrado nesta quinta-feira (6) no município de Pedro Osório, no Sul do Rio Grande do Sul. Este é o segundo caso confirmado no estado em duas semanas.
O fenômeno foi identificado pela Climatempo, com base em informações da Defesa Civil. Segundo a avaliação, o tornado se formou a partir de uma supercélula, tempestade associada a ventos fortes e possibilidade de granizo.
O tornado atingiu a localidade de Matarazzo e provocou danos na área urbana, com queda de árvores, postes e interrupção no fornecimento de energia elétrica. Até o momento há registro de feridos.
O estado segue em alerta devido à passagem de uma frente fria associada a um ciclone extratropical, com previsão de novas tempestades, ventos acima de 100 km/h e possibilidade de novos tornados.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se reuniu na noite de terça-feira (4) com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), após três meses e meio sem diálogo. O jantar foi promovido pelo ministro do STF Alexandre de Moraes, em sua residência. A apuração é de Vera Rosa, do Estadão
Questionado sobre os temas tratados no encontro, que teve também a presença do ministro do STF Cristiano Zanin, Alcolumbre respondeu apenas “segredo”.
Lula perguntou sobre a tramitação da PEC que acaba com a escala de trabalho 6×1, parada no Senado. Alcolumbre disse que o texto enfrenta resistência do empresariado e só será votado após as eleições de outubro.
Interlocutores dos dois lados classificam o jantar como um primeiro passo para reduzir o desgaste entre Lula e Alcolumbre, rompido desde abril, quando o Senado rejeitou a indicação de Jorge Messias ao STF.
Lula atribuiu a rejeição a uma articulação pessoal de Alcolumbre, que defendia o senador Rodrigo Pacheco para a vaga. Desde então, o petista evitava novas conversas com o presidente do Senado.
Lula mantém a intenção de reapresentar o nome de Messias ao STF, mas as articulações para isso devem ser retomadas apenas após o período eleitoral.
O presidente só aceitou o convite após insistência do ministro José Guimarães e dos líderes do governo e do PT no Senado, Teresa Leitão e Camilo Santana. Em julho, uma reunião chegou a ser anunciada e não se concretizou.
Além da PEC da escala 6×1, Alcolumbre também segura no Senado a proposta de reorganização da segurança pública. Nenhum dos dois temas deve avançar nas duas semanas de esforço concentrado do Congresso a partir do dia 10.
A medida interfere diretamente na taxa de aprovação, que é um dos principais critérios utilizados para calcular o Ideb. Na prática, ao reduzir artificialmente a reprovação, o índice tende a subir, ainda que isso não represente uma melhora efetiva na aprendizagem dos alunos. Desse jeito é fácil melhorar o Ideb.
Ameaças de demissão, promessas de vantagens, pressão para votar em determinado candidato e constrangimentos por causa de opiniões políticas podem configurar assédio eleitoral nas relações de trabalho. Para combater essas práticas, a Justiça Eleitoral, a Justiça do Trabalho, o Ministério Público Eleitoral (MPE) e o Ministério Público do Trabalho (MPT) firmaram, nesta quinta-feira (6), um acordo de cooperação técnica.
A iniciativa prevê campanhas educativas, ações de conscientização, capacitações e troca de informações entre os órgãos para prevenir e combater situações em que trabalhadores sejam pressionados ou influenciados por empregadores ou superiores em razão de suas escolhas políticas.
Na prática, o assédio eleitoral ocorre quando uma pessoa usa uma posição de poder ou uma relação profissional para tentar interferir na liberdade de voto de outra. Entre os exemplos estão exigir que funcionários participem de atos políticos, pedir comprovação de voto, ameaçar perder o emprego caso o trabalhador escolha determinado candidato ou oferecer benefícios em troca de apoio político.
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, afirmou que o voto só representa a vontade do eleitor quando é exercido de forma livre, sem influência de relações econômicas, profissionais ou hierárquicas.
Segundo o ministro, tentativas de intimidar ou pressionar trabalhadores comprometem não apenas direitos individuais, mas também a democracia, já que impedem que o eleitor forme sua decisão de maneira autônoma.
O presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST) e do Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT), ministro Vieira de Mello Filho, destacou que o problema ultrapassa a relação trabalhista e pode afetar o ambiente profissional como um todo. Segundo ele, combater o assédio eleitoral também significa garantir condições de trabalho dignas e preservar a liberdade de escolha.
Entre 2023 e 2026, a Justiça do Trabalho registrou 738 processos relacionados ao tema.
Como denunciar
O acordo firmado entre as instituições busca tornar mais rápida a apuração das denúncias e ampliar a atuação conjunta entre os órgãos responsáveis.
O vice-procurador-geral eleitoral, Alexandre Espinosa, afirmou que o Ministério Público Eleitoral criou mecanismos para agilizar o recebimento de denúncias e a comunicação com o Ministério Público do Trabalho.
O procurador-geral do Trabalho, Gláucio Araújo de Oliveira, ressaltou que a resposta precisa ocorrer durante o período eleitoral, para evitar que trabalhadores sejam prejudicados por pressões ou ameaças relacionadas ao voto.
A orientação dos órgãos é que trabalhadores que presenciarem ou forem vítimas de situações desse tipo procurem os canais oficiais de denúncia do Ministério Público do Trabalho ou da Justiça Eleitoral.
O deputado federal e candidato à reeleição Sargento Gonçalves (PL) utilizou a expressão “compra de votos“ ao comentar os bastidores da construção de sua base política durante entrevista concedida nesta quinta-feira (6) à rádio 96 FM. Ao ser interrompido pelo entrevistador com a pergunta “Compra de votos?”, o parlamentar respondeu “Exato” e, em seguida, afirmou que essa seria uma prática ainda presente na política, acrescentando que a enfrenta “naturalmente” e atribuindo o problema ao que classificou como uma sociedade “em parte corrupta“.
Durante a entrevista, Gonçalves passou a tratar da forma como as campanhas eleitorais são estruturadas e como apoios políticos são construídos no Rio Grande do Norte.
“O trabalho na base da compra de votos, de buscar… tenho lideranças, consegui, graças a Deus, mesmo com a minha pouca experiência na política, mas consegui construir bases políticas“, declarou.
Diante da afirmação, o entrevistador interrompeu a resposta para pedir um esclarecimento:
“Eu não entendi. Eu queria que o senhor deixasse claro: compra de votos?“
Gonçalves respondeu de forma direta:
“Exato.“
Na sequência, o deputado afirmou que a prática, segundo sua avaliação, ainda faz parte da realidade política do estado.
“Quem é do Rio Grande do Norte, quem é do Nordeste, sabe que infelizmente ainda é um mal que ocupa a política do nosso estado. Inclusive eu falo muito: o cidadão cobra muito o político honesto, mas de fato ainda temos uma sociedade em parte corrupta, em parte que troca…“, afirmou.
Questionado novamente pelo entrevistador se enfrentava esse cenário durante sua atuação política, respondeu:
“Enfrento isso naturalmente, naturalmente“, finalizou.
Saindo quentinho do forno: nova pesquisa de intenção de voto do instituto Data Capital traz os números da corrida para o Senado Federal no Rio Grande do Norte. O levantamento aponta a senadora Zenaide Maia na liderança da disputa rumo à reeleição.
No Topo das Intenções: Zenaide Maia aparece em primeiro lugar. Na soma total estimulada (cenário de 200% para as duas vagas), a senadora atinge 50% das intenções de voto, consolidando sua liderança no Estado. No cenário individual de 100%, ela registra 25%, figurando no topo das preferências dos eleitores potiguares.
Os números são um reflexo direto do reconhecimento da população ao mandato de Zenaide no Senado, especialmente por ações na saúde pública, educação, infraestrutura e apoio aos municípios do RN.
Dados Técnicos: A pesquisa Data Capital ouviu 2.050 entrevistados em 70 municípios do estado. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais e o registro na Justiça Eleitoral é o RN-06579/2026.
A educação pública de Mossoró alcançou um resultado histórico. Dados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), divulgados nesta quarta-feira (5) pelo Ministério da Educação (MEC), mostram que o município atingiu as metas estabelecidas para os anos iniciais e finais do ensino fundamental.
Nos anos iniciais, Mossoró alcançou nota 6,1, atingindo a meta definida pelo MEC. O resultado ficou acima da média do Rio Grande do Norte, de 5,5, e abriu uma vantagem de 1,3 ponto sobre Natal, que registrou 4,8.
Nos anos finais, Mossoró também atingiu a meta do MEC ao alcançar nota 5,0. O índice supera em 0,8 ponto a média estadual, de 4,2, e em 1,3 ponto o resultado de Natal, que ficou em apenas 3,7.
O crescimento de Mossoró foi registrado nas duas etapas avaliadas. Em comparação com 2023, a nota dos anos iniciais subiu de 5,6 para 6,1, avanço de 0,5 ponto. Nos anos finais, o salto foi ainda maior: de 4,3 para 5,0, crescimento de 0,7 ponto.
Em termos percentuais, o município avançou 8,9% nos anos iniciais e 16,3% nos anos finais. Os números colocam Mossoró acima do desempenho do Rio Grande do Norte e de Natal e confirmam a evolução da aprendizagem na rede municipal.
O resultado consolida o trabalho desenvolvido na educação durante a gestão do então prefeito Allyson Bezerra, com investimentos na estrutura das escolas, valorização dos profissionais, ampliação de programas educacionais e acompanhamento da aprendizagem dos alunos.
Realizamos a Audiência Pública da Lei Orçamentária Anual (LOA 2027), um momento importante de diálogo, escuta e participação popular para discutir prioridades e contribuir com a construção do orçamento do município para o próximo ano.
Cada contribuição fortalece uma gestão mais participativa e alinhada às necessidades da nossa gente.
O ministro da Defesa do governo Lula, José Múcio Monteiro, afirmou que o Brasil não teria condições materiais de enfrentar os Estados Unidos em uma eventual invasão do território nacional.
A declaração foi feita nesta terça-feira (4), durante a abertura de um evento promovido pela Confederação Nacional da Indústria sobre a descarbonização do setor marítimo.
“Me perguntaram: se os Estados Unidos quisessem invadir o Brasil, o que é que eu faria? Temos que abrir o portão. O Brasil não tem equipamento para enfrentá-los, nem tem dinheiro para consertar o portão”, declarou Múcio.
A fala não ocorreu em resposta ao anúncio de uma invasão real nem significa que exista uma operação militar norte-americana preparada contra o Brasil. O ministro utilizou uma situação hipotética para chamar atenção para as limitações orçamentárias e operacionais enfrentadas pelas Forças Armadas brasileiras.
Ao comentar a diferença entre as capacidades militares dos dois países, Múcio defendeu mais recursos e previsibilidade para o orçamento da Defesa. A afirmação, porém, repercutiu nas redes sociais, onde internautas criticaram o fato de o próprio responsável pela pasta admitir publicamente que o país não teria equipamentos suficientes para responder a uma potência estrangeira.
Outros usuários observaram que os Estados Unidos possuem forças militares e um orçamento de defesa muito superiores aos brasileiros e que a declaração foi feita de maneira irônica para ilustrar essa desigualdade, e não como orientação oficial de rendição.
A fala completa mostra, portanto, que o ministro apresentou uma hipótese extrema para defender investimentos no setor militar. Ainda assim, a escolha das palavras provocou críticas por transmitir uma imagem de fragilidade da Defesa brasileira diante de uma eventual ameaça externa.
A Procuradoria Regional Eleitoral (PRE) pediu ao Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte (TRE-RN) a instauração de inquérito pela Polícia Federal para investigar possíveis irregularidades na pesquisa eleitoral RN-08092/2026, realizada pela empresa Média Inteligência em Pesquisa Ltda.
O parecer aponta indícios, em tese, de divulgação de pesquisa fraudulenta, embaraço à fiscalização e possível falsidade ideológica eleitoral.
O levantamento foi divulgado em 9 de julho e colocou Álvaro Dias à frente na corrida pelo Governo do Estado, com 33,2% das intenções de voto. A pesquisa ouviu 2 mil eleitores entre os dias 3 e 8 de julho, com margem de erro de 2,2 pontos percentuais e nível de confiança de 95%.
Segundo a PRE, a empresa não cumpriu integralmente uma decisão judicial que determinava o acesso de um partido político ao sistema interno de controle da pesquisa e aos documentos utilizados na coleta de dados. Para o Ministério Público Eleitoral, a conduta teria dificultado a fiscalização prevista na legislação eleitoral.
O parecer também relaciona inconsistências que deverão ser esclarecidas, entre elas entrevistas registradas antes do cadastro oficial da pesquisa, divergências nas coordenadas de GPS, incompatibilidades na execução do trabalho de campo e alterações em informações encaminhadas à Justiça Eleitoral.
A Procuradoria solicita que a Polícia Federal realize diligências, incluindo perícia técnica no sistema de coleta de dados, para verificar a origem dos registros e apurar se houve a prática de crimes eleitorais. O pedido ocorre após o TRE-RN já ter apontado indícios de irregularidades em pesquisas eleitorais e remetido informações à PRE.
A decisão sobre a abertura do inquérito caberá ao TRE-RN. O pedido da Procuradoria não representa condenação nem conclusão definitiva sobre fraude: os fatos ainda dependem de investigação, perícia e manifestação dos envolvidos.
ELEIÇÕES 2026 | A TV Band RN promoverá, no próximo 9 de agosto, Às 20h, o primeiro debate entre os candidatos ao Governo do Rio Grande do Norte nas eleições de 2026. O encontro marcará a abertura da série de confrontos televisivos do período eleitoral e reunirá os principais nomes da disputa pelo Executivo estadual.
Estão confirmadas as participações dos quatro principais candidatos ao Governo do Estado: Allyson Bezerra (União Brasil), Álvaro Dias (PL), Cadu Xavier (PT) e Robério Paulino (PSOL). A expectativa é de que o debate seja o primeiro grande embate direto entre os postulantes ao cargo após a homologação das candidaturas nas convenções partidárias.
O programa será uma oportunidade para que os candidatos apresentem propostas, respondam a questionamentos e confrontem os adversários sobre temas considerados prioritários para o Rio Grande do Norte, como saúde, segurança pública, educação, infraestrutura, desenvolvimento econômico, geração de empregos e equilíbrio fiscal.
Realizado poucos dias antes do início oficial da propaganda eleitoral, o debate deverá influenciar os primeiros movimentos da campanha e permitir que o eleitor compare o desempenho, o preparo e as propostas dos candidatos para administrar o estado nos próximos quatro anos.
Além de apresentar seus projetos de governo, os participantes também terão espaço para responder a críticas e defender suas gestões e trajetórias políticas, em um momento considerado estratégico para a consolidação das candidaturas.
Promovido pela TV Band RN, o debate abre oficialmente a agenda de confrontos entre os candidatos ao Governo do Estado e deve concentrar as atenções do eleitorado potiguar, marcando uma nova etapa da disputa eleitoral de 2026.