A esposa e os dois filhos do jogador argentino Lucas Trejo foram encontrados mortos neste sábado (27), após 74 horas de buscas entre os escombros deixados pelos terremotos que atingiram a Venezuela.
Eles estavam desaparecidos desde os terremotos que atingiram a Venezuela na última quarta-feira (24), quando o prédio onde a família morava desabou.
Yanina Maranella e os filhos do casal, Aarón, de 5 anos, e Ainhoa, de 7, estavam no edifício no momento do desabamento. Trejo, de 38 anos, não estava no local e passou os últimos dias acompanhando as buscas na esperança de reencontrá-los com vida.
A morte da família foi confirmada pelo clube venezuelano Deportivo La Guaira, onde o jogador atua.
“Nós, do DLG, nos unimos ao luto que aflige o jogador Lucas Trejo pelo doloroso falecimento de sua esposa, Yanina Maranella, e de seus filhos, Aarón e Ainhoa Trejo. Que suas almas descansem em paz e que Lucas e todos os seus familiares e amigos encontrem consolo.”
Lucas Trejo afirmou na última quinta-feira (25) que sua família estava desaparecida após os terremotos devastadores que atingiram a Venezuela na noite de quarta-feira (24).
Trejo, que atua por um clube venezuelano, fez um apelo nas redes sociais em busca de informações sobre a esposa, Yanina Maranella, e seus dois filhos, Aarón e Ainhoa.
A família estava no complexo residencial Cumanagoto, em Playa Grande, no estado de La Guaira, quando os dois terremotos provocaram o desabamento do edifício onde morava.
Em uma das publicações, o jogador contou que não sabia que a esposa e os filhos estavam no prédio no momento da tragédia.
“Nosso edifício em Praia Grande caiu, não sei nada da minha família, por favor orem por eles e difundam esta mensagem para alguém que possa tê-los visto. Quero acreditar que não estavam lá. Orem pela minha família, por favor”, afirmou Trejo.
Enquanto acompanhava à distância os trabalhos das equipes de resgate, Trejo continuou mobilizando autoridades, torcedores e seguidores. Na manhã de sábado, poucas horas antes da confirmação da morte da família, ele fez um novo apelo, pedindo o envio de cães farejadores para reforçar as buscas.
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, alterou a condução de sua gestão nas últimas semanas e passou a adotar uma nova estratégia à frente da Corte. Desde que assumiu o comando do tribunal, em setembro do ano passado, Fachin vinha priorizando a criação de um código de ética, considerado uma das principais marcas de sua administração.
Agora, a proposta ficou em segundo plano, enquanto o ministro passou a concentrar esforços em um grupo de trabalho recém-criado para discutir uma reforma do Poder Judiciário apresentada pelo ministro Flávio Dino.
Com a mudança de postura, Fachin reduziu manifestações públicas e entrevistas relacionadas à atuação e à conduta de magistrados e passou a fazer movimentos de aproximação com o ministro Gilmar Mendes e integrantes ligados ao decano do STF.
A aproximação ocorre em um cenário de divergências internas na Corte. Gilmar Mendes é apontado como uma das figuras de maior articulação dentro do tribunal, especialmente junto ao grupo formado pelos ministros Alexandre de Moraes, Flávio Dino e Cristiano Zanin, que tem feito críticas à condução da presidência de Fachin.
Parte dos ministros avaliou que a defesa de um código de ética em um momento em que nomes do STF apareceram relacionados às investigações envolvendo o Banco Master acabou aumentando a exposição negativa da Corte. Na visão desse grupo, o presidente deveria ter adotado uma postura de defesa institucional dos integrantes do tribunal.
A avaliação foi apresentada diretamente a Fachin durante uma reunião em março, que revelou o ambiente de tensão entre os ministros. Na ocasião, integrantes da Corte reforçaram que caberia ao presidente liderar uma resposta coletiva para enfrentar a crise, em vez de priorizar uma agenda considerada individual, como o código de ética.
Fachin, porém, manteve a defesa da proposta e passou a defender publicamente princípios como autocontenção do STF, distanciamento entre magistrados e as partes envolvidas em processos e responsabilização de juízes por eventuais erros. A postura acabou ampliando divergências internas e dificultando o avanço de algumas iniciativas da presidência.
Um dos momentos mais delicados da relação entre os ministros ocorreu quando Gilmar Mendes enviou uma mensagem a Fachin com críticas à gestão do presidente do STF. O decano afirmou estar impressionado com a quantidade de processos relevantes paralisados por decisões da presidência e disse que a falta de definição sobre temas importantes estaria se tornando uma característica da administração de Fachin.
O presidente do STF teria demonstrado surpresa com a exposição pública da conversa, mas decidiu evitar um novo confronto e adotou uma postura de reaproximação.
Após a cobrança, Fachin marcou julgamentos de processos importantes que estavam suspensos por pedidos de vista feitos por ele, incluindo ações relacionadas à concessão de justiça gratuita na Justiça do Trabalho e ao projeto Ferrogrão.
O movimento foi interpretado como um primeiro gesto em direção a Gilmar Mendes. Dias depois, Fachin comandou uma homenagem pelos 24 anos de atuação do ministro no STF e destacou a trajetória institucional do decano, sua contribuição para a jurisdição constitucional brasileira e sua atuação no diálogo dentro da Corte.
Mais recentemente, Fachin também deu andamento a uma proposta apresentada por Gilmar Mendes para a criação de uma súmula relacionada às chamadas “pautas-bomba” no Congresso Nacional, que envolvem medidas com impacto financeiro para estados e municípios.
A expectativa nos bastidores do tribunal é de que a nova postura ajude a melhorar a relação entre os ministros e permita a Fachin recuperar maior influência sobre o plenário e sobre a pauta de julgamentos do STF.
O caso envolvendo o Banco Master também influencia esse cenário. Como o processo tramita na Segunda Turma, Fachin não participa diretamente dos julgamentos e evita assumir posição em uma disputa que envolve o relator, ministro André Mendonça, e Gilmar Mendes, que têm apresentado entendimentos diferentes no caso.
Apesar dos sinais de aproximação, a estabilidade da relação entre Fachin e Gilmar ainda é vista com cautela dentro da Corte. O decano voltou recentemente a criticar a postura do presidente do STF em entrevista ao programa Roda Viva, especialmente em relação ao projeto do código de ética, indicando que as divergências ainda permanecem.
A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro pediu ao ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), que rejeite o reconhecimento de falta grave pela apreensão de uma arma registrada em seu nome durante abordagem policial a um servidor do GSI (Gabinete de Segurança Institucional). A defesa quer ainda a prorrogação da prisão domiciliar.
Na manifestação apresentada neste sábado (27), os advogados argumentam que o armamento era de propriedade regular de Bolsonaro, permanecia armazenado em sua residência e havia sido retirado temporariamente pelo servidor Estácio Leite da Silva Filho para reparo, em razão de uma falha mecânica. Segundo a defesa, não houve ocultação, adulteração de registro ou tentativa de frustrar a fiscalização estatal.
Os advogados sustentam que a situação não se enquadra no artigo 50, inciso III, da Lei de Execução Penal, que trata da posse indevida de instrumento capaz de ofender a integridade física de terceiros. A peça ressalta que a arma permanecia regularmente registrada e que Bolsonaro nunca foi comunicado sobre eventual cassação do certificado ou ordem de apreensão definitiva.
A defesa também afirma que a arma estava inoperante e cita precedente do próprio STF que reconheceu a atipicidade da posse de arma sabidamente inoperante. No entendimento dos advogados, o contexto da prisão domiciliar humanitária exige interpretação distinta daquela aplicada ao ambiente carcerário tradicional, onde a restrição a objetos potencialmente ofensivos tem como foco a segurança do presídio.
O Ministério Público (Eleitoral) elaborou orientações para que partidos políticos adotem medidas de prevenção contra a possível influência do crime organizado nas Eleições 2026. O documento foi enviado aos procuradores regionais eleitorais de todo o país, que deverão encaminhar as recomendações aos diretórios partidários.
A iniciativa foi desenvolvida pelo Grupo de Trabalho de Combate ao Crime Organizado no Âmbito Eleitoral e sugere a criação de mecanismos internos de fiscalização para identificar possíveis vínculos entre filiados, pré-candidatos e organizações criminosas. Segundo o MP, a participação de grupos criminosos no processo eleitoral pode comprometer a liberdade de escolha dos eleitores e o funcionamento democrático.
Entre as medidas propostas está a exigência de certidões criminais dos pré-candidatos em todas as instâncias da Justiça Estadual e Federal, além da criação de comissões de análise ética para avaliar histórico, vínculos territoriais e compatibilidade patrimonial dos nomes apresentados pelos partidos.
O documento também reforça entendimento já adotado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que impede candidaturas de integrantes de organizações paramilitares ou grupos semelhantes. Com base nessa orientação, o MP Eleitoral já atuou para barrar candidaturas relacionadas a grupos criminosos em eleições anteriores.
A recomendação ainda orienta que os partidos comuniquem ao Ministério Público Eleitoral qualquer suspeita de financiamento ou interferência de organizações criminosas em campanhas ou candidaturas. A partir dessas informações, o órgão poderá instaurar investigações e tomar medidas judiciais para impedir eventuais candidaturas irregulares.
A criadora de conteúdo adulto e modelo trans Bruna Mendonça revelou que viveu um relacionamento amoroso com um ex-jogador da Seleção Brasileira sob um rígido acordo de confidencialidade. Segundo ela, o ex-atleta exigiu a assinatura de um contrato que previa multa de R$ 500 mil caso o romance fosse tornado público.
Bruna, que ganhou notoriedade por ser a primeira modelo trans a representar a Arábia Saudita no concurso Miss Copa do Mundo, afirmou que decidiu contar a história apenas agora, após manter o relacionamento em sigilo durante todo esse tempo.
Contrato de confidencialidade
De acordo com a modelo, a exigência partiu do ex-jogador antes mesmo de o relacionamento se consolidar. Ela afirma que aceitou assinar o documento porque estava apaixonada e acreditava que preservar a discrição era a única forma de manter o romance.
Segundo Bruna, o contrato previa uma multa de R$ 500 mil em caso de quebra do acordo de confidencialidade. Até o momento, ela não revelou a identidade do ex-atleta nem informou quando o relacionamento aconteceu.
A declaração repercutiu nas redes sociais e voltou a colocar a modelo em evidência, tanto pela revelação quanto pela curiosidade em torno da identidade do ex-jogador citado.
A Polícia Civil do Rio Grande do Norte deflagrou, entre os dias 23 e 26 de junho, a Operação “RED DOT”, em ação integrada com as Polícias Civis do Ceará, da Paraíba e de Santa Catarina, que resultou no cumprimento de 6 mandados de prisão preventiva e quatro mandados de busca e apreensão. Durante a ação, foram presos seis suspeitos: uma mulher de 28 anos e cinco homens de 21, 23, 28, 28 e 31 anos, suspeitos de integrarem um grupo criminoso de atuação nacional, com ramificações no Rio Grande do Norte e em outros estados.
As diligências ocorreram nos municípios de Mossoró/RN, Aracati/CE, Fortaleza/CE, João Pessoa/PB, Porto Belo/SC e Uberlândia/MG. Ao todo, foram cumpridos seis mandados de prisão preventiva e quatro mandados de busca e apreensão, expedidos pela Unidade Judiciária de Delitos de Organizações Criminosas do Rio Grande do Norte (UJUDOCRIM), após manifestação favorável do Ministério Público.
De acordo com as diligências policiais iniciadas em outubro de 2025, os homens são suspeitos da prática dos crimes de integração a grupo criminoso armado, corrupção ativa, ameaça, extorsão, tráfico de drogas e associação para o tráfico. A apuração está relacionada à disputa territorial entre grupos criminosos com atuação no Rio Grande do Norte.
Segundo as investigações, a suspeita exercia função de liderança dentro do grupo criminoso, sendo responsável por atividades estratégicas relacionadas ao monitoramento de forças de segurança, ao planejamento de ações criminosas e ao apoio logístico da organização.
Durante a operação, foram reunidos elementos que indicam a articulação de ações armadas, o recrutamento e a cooptação de integrantes, inclusive adolescentes, além de vínculos com a guarda e a logística de material bélico utilizado pelo grupo criminoso. A investigação também apura fatos relacionados a confrontos armados, ataques e disputas pelo controle territorial do tráfico de drogas.
A Operação “RED DOT” reforça a atuação estratégica da Polícia Civil do Rio Grande do Norte no enfrentamento qualificado às organizações criminosas. A ação empregou inteligência policial, cooperação interestadual e integração entre forças de segurança para localizar, prender e desarticular investigados com atuação em diferentes estados. A medida contribui para reduzir a capacidade operacional de grupos criminosos e ampliar a proteção da sociedade.
A operação contou com o apoio das Polícias Civis do Ceará, da Paraíba e de Santa Catarina, bem como das Polícias Penais do Rio Grande do Norte e de Minas Gerais, no âmbito do programa Brasil Contra o Crime Organizado, iniciativa da Secretaria Nacional de Segurança Pública do Ministério da Justiça e Segurança Pública (SENASP/MJSP), voltada ao fortalecimento da integração entre forças de segurança no combate às organizações criminosas.
A Polícia Civil do Rio Grande do Norte reafirma seu compromisso com a defesa da sociedade, a preservação da ordem pública e o enfrentamento firme à criminalidade organizada. A instituição também destaca a importância da colaboração da população. Informações podem ser repassadas, de forma anônima, por meio do Disque Denúncia 181.
Um jovem identificado como Ícaro, de 25 anos, foi bale:ado na tarde deste sábado no estacionamento do Atacadão, às margens da BR-101 Sul, na altura do bairro Estrela do Natal, na entrada da cidade.
De acordo com as informações, a víti:ma estava ao telefone quando foi surpreendida e atin:gida por três disp:aros de ar:ma de fo:go.
Duas equipes do SAMU foram acionadas para prestar os primeiros socos:rros. Devido à gravidade dos ferim:entos, Ícaro foi encaminhado ao hospital pelo helicóptero Potiguar 02.
A ocorrência mobilizou equipes do Esquadrão Águia, do 5º Batalhão da Polícia Militar e da CIOPAR (Companhia Independente de Operações Policiais em Áreas Rurais), que isolaram a área e realizaram os primeiros procedimentos.
A motivação e a autoria do cri:me ainda serão investigadas pela Polícia Civil.
Na tarde desta sexta-feira (26), uma ação da Polícia Militar terminou com a morte de dois suspeitos após um confronto na praia de Pititinga, no litoral do Rio Grande do Norte.
De acordo com informações preliminares, equipes do 17º Batalhão da Polícia Militar, sob o comando do oficial de operações, tenente @tenentehigor , e sua equipe, foram recebidas a tiros durante a ocorrência. Diante da agressão, os policiais revidaram.
Os dois suspeitos acabaram sendo baleados durante o confronto. Eles chegaram a ser socorridos e encaminhados para uma unidade hospitalar da região, mas não resistiram aos ferimentos e morreram pouco tempo após darem entrada no hospital.
A relação entre a Polícia Federal e o Supremo Tribunal Federal (STF) passou a ser marcada por atritos envolvendo as investigações sobre o caso Master e as apurações de fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Os dois processos têm como relator o ministro André Mendonça.
Nos bastidores, integrantes ligados ao diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, avaliam que decisões do gabinete do ministro reduziram o acesso da corporação a informações das investigações. Eles também apontam uma aproximação maior entre Mendonça e a Procuradoria-Geral da República (PGR), interpretada como uma forma de diminuir a participação da cúpula da Polícia Federal nas apurações.
Do outro lado, auxiliares do ministro demonstram insatisfação com a condução da PF em relação às propostas de delação apresentadas por Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. Os acordos foram recusados pela corporação e pela PGR.
Um dos episódios que aumentou o desgaste envolveu a operação da PF que apontou uma ligação do caso Master com o senador Jaques Wagner (PT-BA), então líder do governo no Senado. Interlocutores de Rodrigues afirmaram que a direção da instituição teria sido surpreendida pela medida, enquanto pessoas próximas a Mendonça negaram e disseram que a comunicação sobre operações segue critérios internos.
Segundo aliados do diretor da PF, o ambiente de tensão levou a uma percepção de que o ministro estaria tentando enfraquecer a posição de Rodrigues dentro da corporação. Já interlocutores de Mendonça afirmam que não houve tentativa de interferência e que o Supremo apenas analisa pedidos apresentados pelos órgãos responsáveis pelas investigações.
O conflito entre os dois lados já havia aparecido quando Mendonça assumiu a relatoria das investigações do caso Master no STF, após a saída do ministro Dias Toffoli. Na ocasião, houve divergências sobre relatórios produzidos pela Polícia Federal e sobre o compartilhamento de informações do inquérito.
Ao assumir o caso, Mendonça autorizou o compartilhamento de dados apreendidos, mas estabeleceu regras de sigilo e controle sobre o acesso às informações. A medida foi interpretada por integrantes da PF como uma limitação à atuação da direção-geral da corporação.
O ministro, porém, justificou a decisão com base em entendimentos já adotados em outros processos, incluindo as investigações sobre fraudes no INSS, nas quais também foram definidas restrições de acesso a dados considerados sensíveis.
A interlocução entre Mendonça e a PF ocorre principalmente por meio do delegado Thiago Marcantonio Ferreira, que atua no gabinete do ministro. Segundo relatos de integrantes das duas instituições, a relação entre Ferreira e Rodrigues não é próxima e remonta ao período em que o delegado atuava na segurança de candidatos à Presidência, em 2022.
A aproximação do gabinete do ministro com a PGR também gerou questionamentos dentro da Polícia Federal. Integrantes da corporação avaliam que o contato direto poderia reduzir o papel da direção-geral, enquanto aliados de Mendonça afirmam que a comunicação é institucional e faz parte do funcionamento dos inquéritos.
De acordo com auxiliares do ministro, todas as medidas consideradas mais invasivas foram solicitadas pela Polícia Federal e avaliadas pela PGR antes da decisão do relator. Eles negam que o Supremo esteja conduzindo as investigações ou determinando ações por iniciativa própria.
Outro ponto de desgaste envolveu a decisão do Ministério da Justiça de convocar policiais federais cedidos a tribunais, órgãos públicos e administrações estaduais. A medida foi apresentada como parte de uma estratégia de reforço no combate ao crime organizado.
Integrantes do STF interpretaram a iniciativa como uma possível reação envolvendo o ministro André Mendonça, mas o governo negou qualquer intenção de interferência. Neste primeiro momento, os policiais federais que atuam nos gabinetes da Corte não foram atingidos pela convocação.
O PSD Mulher do Rio Grande do Norte realizou, nesta sexta-feira (26), em Touros, a segunda edição do evento “Todos por Elas”. O encontro reuniu lideranças políticas para debater o protagonismo feminino na sociedade e na política.
Presidente do PSD no estado, a senadora Zenaide Maia destacou o papel das mulheres na defesa de pautas como o combate ao feminicídio.
“Uma mulher a cada cinco horas é assassinada neste país pelo simples fato de ser mulher. Precisamos falar sobre isso todos os dias. E sabemos que só nós mulheres não conseguiremos acabar com essa violência. Por isso, estamos aqui, com os homens também. Todos por elas”, afirmou.
A presidente do PSD Mulher, Marianna Almeida, prefeita de Pau dos Ferros, ressaltou a importância de incentivar mais mulheres a ingressarem na política.
“Como prefeita, sinto o dever de compartilhar nossa trajetória e incentivar outras mulheres a seguirem esse caminho tão importante”, disse.
Anfitrião do evento, o prefeito de Touros, Pedro Filho, enalteceu a atuação da vice-prefeita Fernandinha e defendeu a ampliação da presença feminina em cargos públicos.
“Tenho orgulho de aprender com essas grandes mulheres. É preciso que elas ocupem cada vez mais espaços”, declarou.
A Procuradoria Especial da Mulher da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte (ProMulher/RN), juntamente com a Frente Parlamentar da Mulher e a Bancada Feminina, divulgou nota de solidariedade à deputada estadual Divaneide Basílio, após a parlamentar sofrer uma agressão durante um evento voltado à promoção dos direitos das mulheres.
A manifestação ocorreu depois de o Jornal das 6 trazer o caso com exclusividade e criticar a tentativa de “abafar” o episódio. A nota classifica o ocorrido como motivo de “profunda preocupação” e afirma que nenhuma mulher deve ser alvo de violência, intimidação, constrangimento ou qualquer forma de desrespeito, especialmente em espaços criados para fortalecer a participação feminina.
No texto, a ProMulher destaca a trajetória de Divaneide como mulher negra, deputada estadual e presidente da Frente Parlamentar da Mulher da Assembleia Legislativa do RN. A entidade ressalta ainda que a violência política de gênero representa um grave obstáculo à democracia e à participação igualitária das mulheres nos espaços de decisão.
A Procuradoria também defende que os fatos sejam devidamente apurados pelas autoridades competentes e que as medidas cabíveis sejam adotadas para evitar que situações semelhantes voltem a acontecer.
O Ministério das Relações Exteriores (MRE) informou nessa quinta-feira (25) que dois brasileiros -- uma mulher e um homem -- morreram em decorrência dos terremotos que atingiram a Venezuela na noite de quarta (24). Tremores podem ter deixado milhares de mortos.
"O MRE informa, com grande pesar, o falecimento de uma cidadã e um cidadão brasileiros em consequência dos terremotos que atingiram a Venezuela. O ministério informa ainda estar prestando assistência consular às famílias das vítimas", disse a pasta em publicação no X.
Um terremoto de magnitude 7,2 na escala Richter atingiu área de aproximadamente 160 quilômetros (km) a oeste de Caracas na noite de quarta-feira, seguido, menos de um minuto depois, por um tremor de magnitude 7,5, segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos.
O terremoto de magnitude 7,5 foi o mais forte da Venezuela desde 1900. O país fica na fronteira entre as placas tectônicas do Caribe e da América do Sul e sofreu terremotos devastadores, incluindo um que matou cerca de 30 mil pessoas em 1812.
Um pouco antes do anúncio do Itamaraty, a Força Aérea Brasileira (FAB) informou o uso de uma aeronave KC-390 Millennium para missão humanitária brasileira à Venezuela com decolagem prevista para às 10h de hoje.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva havia afirmado ontem que prometeu à presidente venezuelana, Delcy Rodríguez, o envio de "tudo o que for necessário" ao país.
"Fizemos uma reunião com vários ministros agora. Eu falei com a presidenta Delcy, da Venezuela, de manhã, do carro, para perguntar a ela o que precisava que a gente fizesse, e estamos reunindo vários ministros para mandar tudo o que for necessário: água, bombeiro, defesa civil, comida, remédio", disse Lula, ao discursar em evento de entregas do Programa Terra da Gente em Mato Grosso do Sul.
Agência Brasil (Reportagem de Maria Carolina Marcello; edição de Igor Sodré)
Na madrugada deste sábado, 27 de junho, por volta das 3h30, mais um homicídio foi registrado na cidade de Assú, no interior do Rio Grande do Norte.
Segundo as informações, criminosos chegaram a uma residência no bairro Vertentes, arrombaram a porta da frente e invadiram o imóvel, efetuando diversos disparos de arma de fogo.
O morador, identificado como Jardson Gonçalves Nogueira, (Neném), foi atingido pelos primeiros disparos ainda dentro da residência. Mesmo ferido, ele conseguiu correr pela rua dos Poetas na tentativa de escapar dos atiradores, mas foi perseguido e alcançado em via pública, onde acabou sendo executado.
Jardson, já possuía passagens no setor policial por trafico de drogas, em 2017 e preso pela ultima vez no dia 12/03/2026.
O caso será investigado pela Polícia Civil. Focoelho
O prefeito Pinheiro apresentou, neste sábado, para os munícipes de Angicos os pré-candidatos dele para as eleições deste ano. O gestor anunciou que continua em parceria com a senadora Dra. Zenaide, que é pré-candidata à reeleição.
“Se existe Angicos antes e depois de Pinheiro é porque tenho gente como a senadora Zenaide me ajudando a transformar essa cidade”, afirmou o prefeito.
Zenaide lembrou que Pinheiro foi o primeiro prefeito reeleito de Angicos e destacou que ele trabalha “diuturnamente” pela população. “Tenho muito orgulho de ser parceira dos projetos dele, pois ele faz a política do bem comum”, disse a senadora que já enviou mais de R$ 3 milhões para o município.
Pesquisa eleitoral realizada pelo Instituto ITEM, contratada pela TV Ponta Negra, aponta o prefeito de Mossoró, Alysson Bezerra (União Brasil), na liderança da corrida pelo Governo do Rio Grande do Norte no cenário estimulado.
De acordo com o levantamento, Alysson aparece com 38,8% das intenções de voto. Em segundo lugar está Álvaro Dias (PL), com 26,2%, seguido por Cadu Xavier (PT), que registra 16,2%.
Os demais candidatos pontuaram da seguinte forma: Robério Paulino (PSOL), com 1,0%; Dário Barbosa (PSTU), com 0,4%; e Rodrigo Vieira, também com 0,4%.
Ainda segundo a pesquisa, 9,0% dos entrevistados disseram não saber ou preferiram não responder, enquanto 8,0% declararam voto branco, nulo ou permanecem indecisos.
O levantamento foi realizado com 1.250 eleitores, entrevistados em 61 municípios do Rio Grande do Norte. A pesquisa apresenta margem de erro de 2,77 pontos percentuais para mais ou para menos e nível de confiança de 95%.
O estudo está registrado na Justiça Eleitoral sob os números TRE/RN RN-07966/2026 e TSE BR-08216/2026.
O PT Natal divulgou uma nota, neste sábado (27), se solidarizando com a deputada estadual Divaneide Basílio. No texto, o partido confirma que ela foi agredida por “um agente da Polícia Federal” que fazia a segurança da primeira-dama Janja da Silva durante o evento político voltado para as mulheres na noite de quinta-feira (25), na Arena das Dunas, em Natal.
“Ressaltamos a agressão decorreu de agente externo à organização partidária do evento e que medidas foram e estão sendo tomadas pelo nosso Partido. A primeira-dama, assim que foi informada, prontamente repudiou o ocorrido e afastou o agente dos eventos seguintes”, diz o comunicado do PT.
O deputado federal Fernando Mineiro (PT) também divulgou nota se solidarizando com a companheira de partido. Ela relatou que Divaneide “teve inicialmente o acesso barrado de forma truculenta e violenta a um espaço onde se realizava o evento, num claro desrespeito a uma mulher negra, que estava no local no exercício de seu mandato”.
A própria deputada já havia emitido um comunicado afirmando que tinha sido agredida “durante a intensa movimentação de saída do evento, quando houve grande aglomeração de pessoas”. Ela relatou que “foi atingida quando uma porta foi fechada de forma brusca em meio ao empurra-empurra”. Divaneide também afirmou que “o episódio foi esclarecido entre os envolvidos e está superado”.