Hoje (quinta-feira, às 17h), vamos estar na Rua José Targino, em Maçaranduba, pra inaugurar com vocês o calçamento e a nova iluminação em LED das ruas José Targino e João Barbosa.
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A rejeição da indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF) provocou forte repercussão no meio político e abriu uma nova frente de tensão entre o governo federal e o Congresso Nacional. A votação, encerrada em 42 votos contrários e 34 favoráveis, representa a primeira recusa do Senado a um indicado à Corte em mais de um século.
Logo após o resultado, o líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), afirmou que a derrota vai além do nome rejeitado e atinge diretamente o capital político do governo.
“Trabalhamos para derrotar o ministro Jorge Messias. Nada de pessoal, mas contra o que ele representa. Ele perde capital político e, na prática, hoje acaba o Lula 3”, declarou o senador.
Na avaliação de Marinho, o resultado sinaliza perda de credibilidade e dificuldade de articulação do Executivo dentro do Congresso.
“Se perde capacidade de negociação e legitimidade para conduzir processos aqui na Casa. O governo sofre uma derrota acachapante”, afirmou.
O parlamentar também defendeu que a próxima indicação ao STF seja feita apenas após as eleições de outubro, sugerindo que o cenário político atual não oferece estabilidade para uma escolha consensual.
“Espero que seja um recado da sociedade sobre a necessidade de equilíbrio entre os poderes e que o próximo nome tenha imparcialidade e distanciamento político”, completou.
A rejeição de Messias ocorre após meses de impasse e dificuldades na construção de apoio dentro do Senado. A indicação, feita pelo presidente Lula ainda em novembro do ano passado, enfrentou resistência desde o início — inclusive por parte do presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP).
A demora no envio formal do nome e a falta de articulação prévia com lideranças parlamentares ampliaram o desgaste político. Mesmo após uma sabatina de oito horas na Comissão de Constituição e Justiça, onde foi aprovado por 16 votos a 11, o indicado não conseguiu reverter o cenário no plenário.
A decisão do Senado rompe uma tradição institucional: desde 1894, nenhum indicado ao STF havia sido rejeitado. Ao longo de mais de um século, apenas cinco nomes foram barrados — todos ainda no período da República Velha.
Messias era o terceiro indicado de Lula neste mandato, após as aprovações de Cristiano Zanin e Flávio Dino. Com a rejeição, cabe agora ao presidente da República apresentar um novo nome para a vaga na Suprema Corte.

O plenário do Senado Federal rejeitou, durante sessão nesta quarta-feira (29), a indicação do Advogado-geral da União, Jorge Messias, ao cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). Messias teve 42 votos contrários e 34 favoráveis.
A votação foi secreta. O ministro de Lula precisava do apoio de ao menos 41 dos 81 senadores, a maioria absoluta. Com a rejeição, a mensagem com a indicação de Messias foi arquivada e o presidente Lula terá que enviar um novo nome para ocupar a vaga deixada por Luis Roberto Barroso no Supremo.
O quorum foi de 77 votantes, com uma abstenção. Ou seja, o plenário não obteve o número máximo de parlamentares durante a votação. Antes da rejeição, Jorge Messias chegou a ser aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado Federal por 16 votos a 11.
Messias é a terceira indicação do governo Lula para o STF neste mandato. Antes dele, Cristiano Zanin e Flávio Dino chegaram à Corte.
Essa é a primeira vez desde 1894 que os senadores rejeitam uma indicação do presidente da República ao Supremo.
Veja a imagem do placar abaixo:

Homicídio é registrado na comunidade de Pedrinhas, zona rural de Ipanguaçu
No início da tarde desta quarta-feira, 29 de abril de 2026, um homicídio foi registrado na comunidade de Pedrinhas, localizada na zona rural do município de Ipanguaçu, interior do Rio Grande do Norte.
Segundo as primeiras informações, a vítima foi identificada apenas pelo nome de "Simar". Ainda não há detalhes sobre a motivação do crime nem sobre a identidade dos suspeitos.
"Simar" teria sido morto a tiros nas proximidades do portão de uma cerâmica localizada na subida do Alto.
Equipes policiais foram acionadas para atender a ocorrência e realizar o isolamento da área até a chegada da perícia. O caso deverá ser investigado pela Polícia Civil.
“Sempre com portas abertas para todas e todos, trabalho para que nosso mandato seja, na capital federal, um posto avançado para solução de desafios do RN. Receber os vereadores é parte dessa vontade de trabalhar coletivamente pela nossa população, com união e sem divisão. Ao longo de meu trabalho parlamentar em Brasília, tenho feito questão de apoiar os municípios. Por uma razão simples: é no município que as pessoas vivem, trabalham, estudam, precisam de serviços públicos para ter saúde, segurança, educação de graça e com qualidade. Isso não é favor, gente: é direito”, assinalou Zenaide.
A senadora já destinou mais de R$ 500 milhões em emendas parlamentares ao RN, valor que contempla todos os nossos 167 municípios. Atendendo dezenas de grupos de diversas cidades desde a manhã de segunda-feira (27), em dezenas de reuniões, Zenaide ressaltou a prioridade de destinar verbas federais, a que tem direito legal todo ano no Orçamento Geral da União, para financiar saúde, educação, assistência social, esporte, turismo, infraestrutura, crescimento econômico e diversas outras áreas nos 167 municípios potiguares.
Política do bem comum
Fortalecendo a interlocução com a vereança, a parlamentar também participou, na terça-feira (28), de uma reunião dos vereadores com a bancada federal do Estado, a fim de alinhar investimentos e prioridades legislativas e políticas. Em seguida, integrou uma reunião coletiva externa para celebrar a aproximação entre o mandato e as câmaras legislativas locais.
“Eu digo sempre aos meus colegas vereadores e vereadoras de todo o Rio Grande do Norte: a Câmara de Vereadores é o coração do debate democrático em nível municipal. É onde as ideias se encontram, as divergências se transformam em diálogo e os projetos se convertem em leis que impactam diretamente a vida de cada cidadão. É na vereança, é no Parlamento, que se exerce, de forma legítima, a representação popular”, frisou Zenaide.
Do meio bilhão de recursos já destinados ao Estado, que compreende um somatório desde o período como deputada federal (2015-2019) até este momento do atual mandato (2019-2027), 70% das emendas foram diretamente para a saúde pública, ajudando a construir unidades básicas de saúde, pagar exames e cirurgias, comprar ambulâncias e construir centros de atendimento para pessoas com deficiência, por exemplo.
“Acredito na política do bem comum, na política que coloca o ser humano e a vida em primeiro lugar, na política que dá as mãos em união para gerar desenvolvimento em cada comunidade, em cada bairro do nosso Estado”, destacou Zenaide.
Nossos pequenos atletas deram um show no Campeonato Estadual, mas a vitória começou muito antes: lá nos treinos da Escola Aildo Mendes, onde o projeto acolhe e prepara mais de 90 alunos todos os dias.
Allyson Bezerra vem avançando sobre Natal e os municípios da Grande Natal. O cenário agora ganha confirmação com os números da mais recente pesquisa do Instituto Exatus, encomendada pelo jornal Agora RN, que apontam Allyson com 37 pontos, contra 24 de Álvaro Dias e 10 de Cadu Xavier.
O resultado consolida o crescimento do ex-prefeito de Mossoró na capital e entorno, refletindo diretamente o avanço político na região metropolitana. A leitura é clara: o desempenho de Allyson não apenas se sustenta, como se amplia onde antes havia maior resistência.
Outro fator que reforça essa ascensão é o movimento político dentro da própria base de Natal. A adesão de sete vereadores ligados ao prefeito Paulinho Freire à campanha de Allyson Bezerra surge como peça importante nesse novo desenho eleitoral, contribuindo para ampliar capilaridade e presença política na Grande Natal.

De acordo com a mais recente pesquisa do Instituto Exatus, o cenário atual da corrida pelo Governo do Rio Grande do Norte aponta para um possível segundo turno entre Allyson Bezerra e Álvaro Dias.
O levantamento sugere que os dois pré-candidatos aparecem como os mais competitivos neste momento, consolidando posições que os colocariam na fase decisiva da eleição.
A leitura do cenário reforça uma tendência de polarização, com ambos avançando sobre os demais concorrentes e disputando diretamente a preferência do eleitorado.
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
O governo do presidente Lula (PT) liberou R$ 11,7 bilhões em emendas parlamentares nos primeiros 27 dias de abril, em um movimento que ocorre às vésperas da sabatina de Jorge Messias na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, marcada para esta quarta-feira (29), segundo dados oficiais do Orçamento federal.
A liberação coloca abril como um dos meses mais fortes em volume de recursos empenhados, ficando atrás apenas de dezembro de 2025, dezembro de 2020, abril de 2024 e junho de 2024, de acordo com o sistema SIOP e o Siga Brasil.
O avanço no ritmo das emendas ocorre no mesmo período em que o indicado do presidente Lula ao STF se prepara para ser sabatinado pela CCJ do Senado. Caso aprovado na comissão, Jorge Messias ainda precisará passar pelo plenário da Casa Alta, onde são necessários ao menos 41 votos.
Na prática, o empenho das emendas representa a reserva formal dos recursos no Orçamento para projetos indicados por deputados e senadores, como obras, aquisição de equipamentos e reformas em estruturas públicas, conforme regras do próprio governo federal.
Outro ponto de destaque é o perfil dos beneficiados neste mês: todos os 10 parlamentares que mais tiveram recursos empenhados são senadores. O líder do ranking é Eduardo Braga (MDB-AM), que recebeu R$ 71,79 milhões. Ele, inclusive, integra a própria CCJ que analisará a indicação de Messias.
BG

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou, nesta quarta-feira (29), que o Irã “não consegue se acertar”, em meio ao impasse nas negociações para encerrar a guerra entre os dois países.
“Eles não sabem como assinar um acordo não nuclear. É bom que eles fiquem espertos logo”, acrescentou Trump em postagem na Truth Social.
A publicação veio acompanhada de uma foto de Trump segurando um fuzil, com explosões ao fundo, e a legenda “Chega de Sr. Cara Legal!”.
No começo da semana, o Irã apresentou aos EUA uma proposta para encerrar a guerra e reabrir o estreito de Ormuz, por onde transita cerca de 20% do petróleo mundial, caso Washington adie conversas sobre o programa nuclear de Teerã e suspenda o bloqueio a portos iranianos.
A oferta foi recebida com ceticismo pelo governo Trump, segundo o The Wall Street Journal.
De acordo com o Wall Street Journal, autoridades dos EUA disseram que o presidente havia instruído seus assessores a se prepararem para um bloqueio prolongado dos portos do Irã, em uma tentativa de forçar Teerã a capitular.
R7

Se as eleições para o Governo do Rio Grande do Norte fossem hoje, o ex-prefeito de Mossoró Allyson Bezerra (União) teria quase 980 mil votos no primeiro turno, segundo projeção feita a partir dos números da mais nova pesquisa de intenção de votos do Instituto Exatus, em comparação com o total de 2,6 milhões de eleitores aptos a votar no Estado.
De acordo com o levantamento estimulado, divulgado pelo jornal O Correio de Hoje, integrante do Grupo Agora RN, nesta terça-feira 28, Allyson aparece com 37,29% das intenções de voto, o que corresponde a 979 mil eleitores. Em segundo lugar, o ex-prefeito de Natal Álvaro Dias (PL) teria aproximadamente 654 mil votos (24,91%). Já o ex-secretário da Fazenda Cadu Xavier (PT) aparece com cerca de 282 mil votos (10,74%).
Os demais candidatos têm desempenho mais modesto na projeção: Robério Paulino (Psol) alcançaria cerca de 53 mil votos (2,03%), enquanto Dário Barbosa (PSTU) teria aproximadamente 17 mil votos (0,68%). Além disso, cerca de 403 mil eleitores (15,35%) afirmam que não votariam em nenhum dos nomes apresentados, e outros 236 mil (9%) dizem não saber em quem votar.
Quando se considera apenas os votos válidos — excluindo brancos, nulos e indecisos —, o cenário se estreita. Nesse recorte, Allyson se aproxima do patamar necessário para vencer no primeiro turno, que exige mais de 50% dos votos válidos. Pela projeção, esse universo seria de cerca de 1,99 milhão de votos, o que fixaria a linha de vitória em aproximadamente 993 mil votos.
Com cerca de 980 mil votos projetados, Allyson ficaria a pouco mais de 10 mil votos desse limite, o que, no limite da margem de erro da pesquisa, abre a possibilidade de definição já na primeira etapa da disputa. Ainda assim, o volume de eleitores indecisos ou que rejeitam os nomes apresentados indica que o cenário permanece aberto.
Em caso de segundo turno, a disputa seria entre Allyson Bezerra e Álvaro Dias atualmente, segundo a Exatus.
No índice de rejeição — que mede em quem os eleitores dizem não votar de jeito nenhum —, o maior percentual é de Cadu Xavier, com 23,37%. Em seguida, aparece Álvaro Dias, com 16,93%, e Allyson Bezerra, com 7,62%. Também são citados Robério Paulino, com 4,51%, e Dário Barbosa, com 3,40%. Outros 24,12% afirmam não rejeitar nenhum dos nomes, enquanto 10,44% dizem rejeitar todos e 9,60% não souberam ou não responderam.
O Instituto Exatus entrevistou 1.518 eleitores entre os dias 14 e 17 de abril em todas as regiões do Rio Grande do Norte. A margem de erro é de 2,51 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. O registro na Justiça Eleitoral é o RN-08384/2026. O levantamento foi contratado pelo Grupo Agora RN – que edita os jornais Agora RN e O Correio de Hoje.
Imagens: Reprodução/Instagram/Jovem Pan News
O ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema, subiu o tom ao criticar o STF e afirmou que o país vive uma “farra dos intocáveis” em Brasília. Segundo ele, há necessidade de esclarecimentos sobre contratos envolvendo integrantes do Judiciário, o que, em sua avaliação, tem gerado forte indignação popular.
O pré-candidato à Presidência da República afirmou que ministros do STF “parecem temer bonecos”, indicando, segundo ele, que críticas recentes atingiram pontos sensíveis. A fala foi feita ao comentar a reação da Corte a sátiras com fantoches.
Para Zema, é preciso apurar informações relacionadas a contratos milionários que, segundo ele, envolveriam membros da Suprema Corte e pessoas citadas em investigações de corrupção. Ele não detalhou casos específicos.
Também mencionou o uso de aeronaves e a participação em negócios como situações que, na avaliação dele, exigem esclarecimentos. Segundo ele, episódios desse tipo contribuem para aumentar a desconfiança da população.
Foto: Breno Esaki/Metrópoles
A possível delação do ex-presidente do Banco de Brasília (BRB), Paulo Henrique Costa, pode avançar antes do acordo em negociação com o empresário Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, e já começa a influenciar os rumos da investigação da Operação Compliance Zero, conforme informações da CNN.
A avaliação é de que o ex-gestor teria participação mais restrita na suposta fraude financeira, o que pode acelerar sua colaboração e antecipar informações consideradas essenciais no inquérito que apura movimentações bilionárias no sistema financeiro.
A expectativa é que uma delação de Costa pode trazer detalhes sobre a suposta compra de carteiras de crédito consideradas fraudulentas pelo Banco Master, além de esclarecer a dinâmica das operações sob apuração.
O caso que envolve o BRB é tratado como um dos mais sensíveis dentro do conjunto de investigações da Operação Compliance Zero, especialmente por envolver uma instituição financeira controlada pelo governo do Distrito Federal. A possibilidade de uma delação mais rápida acendeu alerta entre investigados, diante do impacto potencial das informações internas.
Em manifestação enviada ao ministro André Mendonça, do STF, a defesa de Costa afirmou que ele “sinalizou interesse em cooperar com as autoridades competentes”, destacando que qualquer formalização depende de avaliação dos investigadores e do cumprimento dos requisitos legais.