Em seu primeiro dia de agenda no Potengi, o pré-candidato ao governo do Rio Grande do Norte, Allyson Bezerra, recebeu nesta segunda-feira (4) o apoio de lideranças de dez municípios: São Paulo do Potengi, Riachuelo, Santa Maria, São Pedro, Lagoa de Velhos, Bom Jesus, Barcelona, São Tomé, Ruy Barbosa e Eloi de Souza.
O grupo reúne ex-prefeitos, vice-prefeitos, vereadores, suplentes e lideranças que foram às ruas para declarar apoio: de Riachuelo, a ex-prefeita Mara Cavalcanti, o ex-prefeito Marcílio Pessoa e os vereadores Claudimar, Tiago, Mazinho e Neguinho Gaby; de Bento Fernandes, o ex-prefeito e pré-candidato a deputado estadual Junior Marques e o vice-prefeito Everton Jhony; de Ruy Barbosa, o vereador Professor Ismael e o suplente Márcio Cândido, presidente e vice-presidente do União Brasil, além do Pastor Francisco Muniz e Erinaldo Horácio; de Santa Maria, o vereador Geninho; de São Pedro, a ex-primeira-dama Janaína, os vereadores Irmão Edmilson e Jânio da Saúde e o vice-prefeito Márcio Graciano; de Lagoa de Velhos, o ex-prefeito Dedé, que governou o município por quatro mandatos, sua filha e ex-vice-prefeita Eliria, o ex-candidato a prefeito Ediellson, o ex-vereador Nilson, Branco de Teté e a vereadora Apoliane Souza. A prefeita de Sítio Novo, Andrezza Brasil, e a ex-prefeita Wanira Brasil, líder política na região do Trairí também prestigiaram a agenda de Allyson no Potengi.
A adesão em bloco de dez municípios em um único dia marca a chegada de Allyson ao Potengi com força política e consolida uma base regional sólida para a disputa pelo governo do RN.
Shakira se apresentou no Rio de Janeiro neste sábado (2)Reprodução/Instagram @shakira
Após o megashow em Copacabana, Shakira usou as redes sociais na madrugada desta segunda-feira (4) para agradecer a presença dos fãs e artistas convidados, além de desabafar sobre o “dia difícil” e as imperfeições da vida.
A cantora deixou o Brasil horas depois da apresentação, que aconteceu neste sábado (2). Na ocasião, ela atrasou pouco mais de uma hora para subir ao palco após descobrir que seu pai foi internado às pressas.
O Tribunal do Júri de Natal condenou o policial militar Ronaldo Cabral Torres a 12 anos e seis meses de prisão pela morte do personal trainer Paulo Henrique Araújo da Silva. A decisão foi anunciada nesta segunda-feira (4), por volta das 16h20, sob presidência da juíza Eliana Marinho, da 1ª Vara Criminal. A pena deverá ser cumprida inicialmente em regime fechado.com determinação de cumprimento da pena em regime inicial fechado.
O julgamento teve início por volta das 9h, no Fórum Miguel Seabra Fagundes, em Natal. A sessão começou com a formação do Conselho de Sentença, composto por sete jurados. Ao longo da manhã, foram ouvidas testemunhas e o réu.
Após intervalo para almoço, por volta das 12h10, a sessão foi retomada. A etapa da tarde foi dedicada aos debates entre acusação e defesa, seguidos da deliberação dos jurados, que resultou na condenação.
O caso
O crime ocorreu em 29 de abril de 2022, após uma discussão de trânsito em Natal. Paulo Henrique tinha 33 anos. O policial militar Ronaldo Cabral Torres é apontado como autor do disparo que matou a vítima.
A mulher do réu, que havia sido denunciada inicialmente por suposta participação no caso, não será julgada. A Justiça entendeu que não há indícios suficientes de envolvimento, e o Ministério Público pediu a impronúncia.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva embarca nesta quarta-feira (6) para Washington, onde se reúne, na quinta-feira (7), com o presidente dos Estados Unidos,Donald Trump. O encontro é resultado de uma articulação iniciada ainda em janeiro e ocorre após adiamentos provocados por fatores externos e divergências na pauta bilateral. As informações são do Blog do jornalista Valdo Cruz, do g1.
A reunião é tratada pelo governo brasileiro como estratégica para recompor o diálogo entre os dois países, especialmente na área comercial, após a imposição de tarifas sobre produtos nacionais. Também devem entrar na pauta temas como a situação na Venezuela e parcerias envolvendo minerais críticos e terras raras.
O encontro acontece em um momento delicado para o Palácio do Planalto no cenário interno. Na semana passada, o Congresso Nacional rejeitou a indicação de Jorge Messias ao STF e derrubou o veto presidencial ao chamado PL da Dosimetria, impondo derrotas políticas ao governo. Nesse contexto, a agenda internacional surge como oportunidade para reforçar a atuação de Lula no campo externo.
A viagem também ocorre pouco depois de um episódio de atrito diplomático entre os dois países, motivado pela prisão do ex-deputado Alexandre Ramagem. O caso levou à retirada de credenciais de um delegado brasileiro por parte dos Estados Unidos, medida respondida pelo Brasil com base no princípio da reciprocidade.
A aproximação entre Lula e Trump ganhou impulso em 26 de janeiro de 2026, quando os dois conversaram por telefone por cerca de 50 minutos e manifestaram interesse em um encontro presencial. À época, Lula defendeu uma conversa direta, “olho no olho”, como forma de tratar divergências.
Inicialmente prevista para março, a reunião foi adiada diante do agravamento das tensões no Oriente Médio, que alteraram a agenda da Casa Branca. Além disso, entraram no radar impasses comerciais e discussões sobre cooperação em segurança pública, com foco no combate ao crime organizado e à lavagem de dinheiro — tema que avançou em reuniões técnicas realizadas em abril.
Apesar de críticas recentes de Lula a ações dos Estados Unidos, especialmente em relação ao Irã, o tom foi suavizado após o presidente brasileiro manifestar solidariedade a Trump por um atentado sofrido recentemente. A reunião em Washington, agora confirmada, marca uma tentativa de reaproximação entre os dois governos.
O TCU (Tribunal de Contas da União) identificou que a demora do Ministério da Saúde em concluir uma contratação causou perda de ao menos R$ 260 milhões em vacinas Coronavac. O processo de aquisição se arrastou por mais de sete meses, entre fevereiro e setembro de 2023. A informação é da Folha de São Paulo.
Das 10 milhões de doses compradas, ao menos 8 milhões foram incineradas por vencimento sem sequer sair do armazém do ministério. Os lotes haviam sido fabricados em março de 2023 e entregues ao governo somente em 25 de outubro do mesmo ano.
Segundo o relatório dos técnicos do tribunal, “a excessiva demora para a contratação consistiu na principal causa para a perda dos imunizantes”. O documento aponta que todos os fatores envolvidos indicavam risco de formação de estoque elevado.
Antes da entrega, o ministério isentou o Instituto Butantan da obrigação de substituir lotes com validade inferior ao prazo contratual. Para o TCU, a pasta “assumiu o risco” ao receber o produto sem garantia de troca ou ressarcimento.
O Butantan alertou formalmente o ministério em maio e setembro de 2023 que a demora estava consumindo o prazo de validade das doses. O instituto havia informado a disponibilidade dos imunizantes desde aquele período, sem resposta conclusiva da pasta.
O prejuízo pode alcançar o valor total do contrato, de R$ 330 milhões, considerando o destino das doses repassadas aos estados. De cerca de 2 milhões de vacinas distribuídas, apenas 260 mil foram aplicadas — o que representa perda de até 97% do total adquirido.
O TCU apontou duas possíveis irregularidades: a lentidão na compra em contexto que exigia rapidez e a falta de coordenação no acompanhamento da contratação. O tribunal autorizou cobrar explicações de dois ex-diretores da área de compras do Ministério da Saúde.
O Ministério da Saúde afirmou que o processo seguiu os trâmites exigidos pela administração pública e que a análise do TCU ainda está em curso. A pasta atribuiu a baixa aplicação das doses às campanhas de desinformação sobre vacinação.
O governo federal lançou nesta segunda-feira (4) o programa Novo Desenrola Brasil, voltado à renegociação de dívidas de pessoas com renda de até cinco salários mínimos (R$ 8.105). A iniciativa abrange débitos contraídos até 31 de janeiro de 2026 e que estejam em atraso entre 90 dias e dois anos, incluindo modalidades como cartão de crédito, cheque especial e crédito pessoal.
Para aderir, os interessados devem procurar diretamente os canais oficiais das instituições financeiras. Segundo o ministro da Fazenda, Dario Durigan, o programa foi estruturado em quatro frentes: famílias, Fies, empresas e agricultores rurais. A principal delas é o “Desenrola Família”, voltado ao público de menor renda, com acesso simplificado às renegociações.
Uma das novidades é a possibilidade de uso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço para quitação de dívidas. Pelas regras, será permitido utilizar até 20% do saldo disponível ou até R$ 1 mil — prevalecendo o maior valor. A estimativa do governo é liberar até R$ 8,2 bilhões. Para garantir a destinação correta dos recursos, a Caixa Econômica Federal fará a transferência diretamente para a instituição credora.
O programa também contempla a renegociação de débitos do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), além de prever juros de até 1,99% ao mês e descontos que podem variar de 30% a 90% sobre o valor principal da dívida, a depender do tipo de crédito e do prazo. Uma calculadora será disponibilizada para simular as condições de pagamento.
Como forma de viabilizar as operações, o governo pretende criar um fundo garantidor com recursos públicos, que servirá para cobrir eventuais inadimplências. A composição desse fundo deve incluir entre R$ 5 bilhões e R$ 8 bilhões provenientes de valores esquecidos em bancos, além de um novo aporte de até R$ 5 bilhões por parte da União.
Outra medida prevista é o bloqueio, por um ano, do acesso dos beneficiários a plataformas de apostas online. Ao anunciar o programa, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu a restrição como forma de evitar que recursos sejam desviados para jogos. O pacote também prevê o perdão de dívidas de até R$ 100 por parte das instituições financeiras.
De acordo com o Banco Central do Brasil, cerca de 117 milhões de pessoas tinham algum tipo de dívida com instituições financeiras ao fim de 2024, cenário que motivou a ampliação de políticas voltadas à redução do endividamento.
O detalhamento do programa ocorre em meio a um contexto político desafiador para o governo no Congresso Nacional e à proximidade das eleições de 2026. Diante das dificuldades em avançar com pautas estruturais, o Planalto tem priorizado medidas de impacto direto sobre renda e crédito, apostando em ações de rápida implementação para melhorar indicadores econômicos e recuperar apoio entre eleitores mais afetados pelo endividamento.
A partir desta segunda-feira (4) crimes de furto, roubo e receptação terão penas maiores. A Lei 15.397/2026, publicada no Diário Oficial da União, amplia ainda a punição para casos de estelionato e crimes virtuais, como golpes pela internet.
O texto aprovado estabelece as seguintes penas de reclusão:
furto: de um a seis anos de reclusão (o máximo era 4 anos);
furto de celular: de quatro a dez (até então, eram tratados como furto simples);
furto por meio eletrônico: até dez anos (eram oito anos);
roubo que resulta em morte: pena mínima passa de 20 para 24 anos;
estelionato, reclusão de um a cinco anos mais multa;
receptação de produto roubado de dois a seis anos de prisão e multa (era de um a quatro anos).
O texto trata ainda de pena por interromper serviço telefônico, telegráfico ou radiotelegráfico, atualmente de detenção de 1 a 3 anos, será de reclusão de 2 a 4 anos.
A pena será aplicada em dobro se o crime for cometido por ocasião de calamidade pública ou roubo ou destruição de equipamento instalado em torres de telecomunicação.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou o pedido de redução de pena da cabeleireira Débora Rodrigues dos Santos, conhecida como “Débora do Batom”, ao entender que a mudança na lei ainda não pode ser aplicada. As informações são da CNN.
Na decisão desta segunda-feira (4), o relator apontou que, embora o Congresso tenha derrubado o veto presidencial sobre a nova regra de dosimetria, o texto ainda não foi promulgado nem publicado no Diário Oficial da União, etapas necessárias para que passe a valer. Sem a nova lei em vigor, Moraes concluiu que não há base legal para revisar a pena neste momento.
A defesa argumentava que a alteração seria mais benéfica e poderia retroagir. Débora foi condenada a 14 anos de prisão por participação nos atos de 8 de janeiro e ficou conhecida por pichar, com batom, a frase “perdeu, mané” em uma estátua em frente ao STF.
A derrubada do veto abriu caminho para pedidos de revisão de pena, mas a aplicação das novas regras ainda depende de formalização e pode ser discutida no próprio Supremo.
A Segunda Câmara do Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Norte (TCE/RN) decidiu favoravelmente a uma representação que indicava a provável presença de funcionários fantasmas na Câmara Municipal de Serra de São Bento.
A decisão resultou na aplicação de multa ao ex-presidente da Casa, João Paulino dos Santos, e na determinação de adoção de medidas de controle de presença. A penalidade fixada foi de R$ 6,4 mil.
Além disso, a atual gestão da Câmara terá que implantar mecanismos de fiscalização da frequência.
Falta de controle foi decisiva
O tribunal entendeu que a ausência de controle de ponto ultrapassa uma falha administrativa.
Para os conselheiros, a omissão abre espaço para pagamentos sem comprovação de trabalho. A gestão de pessoal no período analisado foi considerada irregular.
Prazo para correção
A decisão do TCE estabelece um prazo máximo de 60 dias para regularização. A Câmara deverá implantar sistema de controle de frequência para todos os servidores. O descumprimento pode resultar em multa diária aos responsáveis.
A apuração teve origem em denúncia feita por integrantes do próprio Legislativo. Eles relataram a existência de servidores comissionados que não exerciam suas funções.Entre os cargos citados estavam chefe de gabinete, assessor parlamentar e auxiliar administrativo.
Defesa não apresentou provas
Durante o processo, os servidores negaram as acusações. No entanto, não conseguiram comprovar a execução das atividades. A Câmara também deixou de responder solicitações para envio de registros e informações.
A equipe técnica do tribunal apontou persistência das irregularidades. O Ministério Público de Contas acompanhou esse entendimento. De acordo com os órgãos, a falta de comprovação compromete a legalidade das despesas públicas.
Relator destacou obrigação mínima
No voto, o conselheiro responsável ressaltou a responsabilidade da administração. Ele afirmou que cargos comissionados não dispensam mecanismos de controle.Além disso, ele também destacou a ausência de documentos como relatórios ou atos administrativos.
Com a decisão, o ex-presidente foi responsabilizado pela condução da gestão. A atual administração deverá adotar medidas imediatas para evitar novas irregularidades.
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) recebeu alta do Hospital DF Star, em Brasília, nesta segunda-feira (4/5), após passar por uma cirurgia no ombro na última sexta-feira (1º/5). Bolsonaro segue para a sua residência, onde cumpre prisão domiciliar.
O ex-mandatário deixou o hospital por volta das 14h25 (horário de Brasília) e seguiu para o condomínio Solar de Brasília, localizado no Jardim Botânico, bairro de alto padrão na capital federal.
O ex-presidente deixou o hospital acompanhado da esposa, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL).
Bolsonaro foi internado na manhã da última sexta-feira (1º/5) no hospital DF Star, em Brasília, por onde passou por uma cirurgia para reparação do manguito rotador, no ombro direito. O procedimento tem a intenção de aliviar dores.
A cirurgia teve início na manhã de sexta e foi finalizada durante a tarde do mesmo dia. O procedimento, informou o hospital por meio de boletim médico, ocorreu sem qualquer intercorrência. Apesar do sucesso da cirurgia, Bolsonaro passou outros dois dias internado no hospital para recuperação.
O Partido dos Trabalhadores realiza na noite desta segunda-feira (4), em Brasília, um jantar de arrecadação de fundos com ingressos que variam de R$ 1 mil a R$ 50 mil, em meio à ausência de confirmação da presença do presidente Lula no evento. O encontro acontece às 20h, no Centro Internacional de Convenções, e reúne apoiadores e integrantes da legenda em mais uma ação voltada à captação de recursos.
O jantar faz parte da agenda tradicional de mobilização financeira do partido e reúne convidados, militantes e apoiadores dispostos a contribuir com diferentes valores, conforme as categorias de participação definidas pela organização.
Segundo informações divulgadas pelo próprio partido, os ingressos são escalonados e podem chegar ao valor máximo de R$ 50 mil, voltado a apoiadores de maior contribuição.
Até o momento, não há confirmação oficial sobre a participação do presidente Lula no evento. A ausência de definição ocorre em meio a outros compromissos da agenda presidencial, enquanto a sigla mantém a programação normalmente.
Em ocasiões anteriores, Lula também não participou de encontros internos semelhantes do partido, optando por enviar mensagens em vídeo ou representantes. Em uma dessas gravações, o presidente defendeu que governos devem priorizar a entrega de resultados concretos como principal estratégia política.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou normas para as eleições deste ano. As resoluções abrangem 12 temas, entre eles calendário eleitoral, ilícitos e registro de candidaturas. A informação é da Folha de São Paulo.
O uso de conteúdo gerado ou manipulado por inteligência artificial ficará proibido nas 72 horas antes e nas 24 horas depois do dia de votação. A regra amplia restrição anterior, que limitava apenas o uso de deepfakes.
Chatbots não poderão recomendar candidatos nem tratar de forma diferente os postulantes a cargos eletivos. As plataformas digitais terão novas obrigações, como a apresentação de relatórios periódicos sobre riscos eleitorais.
O ônus da prova sobre manipulação de conteúdo por IA será invertido, facilitando a atuação de partidos e do Ministério Público. A medida deve agilizar a apuração de casos envolvendo uso irregular da tecnologia no período eleitoral.
O financiamento público de campanha poderá ser usado para combater a violência política contra mulheres, incluindo contratação de segurança. Esses gastos, porém, não serão contabilizados na cota mínima de 30% do fundo eleitoral destinado a candidatas.
Institutos de pesquisa terão novas obrigações, como declaração formal do estatístico responsável atestando vínculo com o instituto. O profissional também deverá garantir documentação auditável e reconhecer as sanções por pesquisas fraudulentas.
O programa Seu Voto Importa garantirá transporte individual gratuito no dia da eleição a eleitores com deficiência ou mobilidade reduzida. A iniciativa contempla também moradores de territórios indígenas, quilombolas e comunidades tradicionais.
O teste de integridade com biometria nas urnas eletrônicas, aplicado experimentalmente desde 2022, foi incorporado ao texto da resolução. O TSE também atualizou regras sobre votação, apuração, totalização e diplomação dos eleitos.