
- Enquanto Álvaro constrói relações políticas com diálogo e respeito, Styvenson vomita contra o próprio meio que o sustenta
Entre o candidato a governador Álvaro Dias e o senador Styvenson Valentim existem muitas diferenças, mas uma delas salta aos olhos: a forma de tratar a política e os políticos.
Álvaro Dias nasceu na política, conhece seus códigos, respeita o ambiente institucional e entende que diálogo, convivência e construção coletiva fazem parte do processo democrático. Seu estilo é firme, porém equilibrado, sempre atento ao valor das alianças e ao respeito mútuo, mesmo nas divergências.
Styvenson Valentim, por outro lado, se beneficia da classe política quando lhe convém e, logo depois, vomita contra todos. Ataca o sistema, desqualifica lideranças e reforça uma postura que já lhe rendeu a fama de arrogante. É o tipo de comportamento que cria desgaste contínuo e isolamento.
Um episódio recente ilustra bem isso. Durante reunião na sede do PL, exatamente no momento em que o partido anunciava Álvaro Dias como candidato ao governo e Nina Souza como pré-candidata a deputada federal, Styvenson achou por bem declarar que não era bolsonarista. Uma fala fora de contexto, desnecessária e que soou mais como provocação do que posicionamento político.
Enquanto Álvaro constrói, articula e agrega, Styvenson insiste em vomitar sobre o próprio ambiente que lhe dá sustentação. São dois modos opostos de fazer política — um que soma e outro que, repetidamente, afasta.
O XERIFE