O Rio Grande do Norte começa 2026 no “cheque especial”, com R$ 3 bilhões de caixa negativo. Esse é o retrato fiel do desgoverno de Fátima Bezerra: um Estado sem dinheiro em caixa, sufocado por dívidas e sem capacidade de honrar compromissos herdados.
Os números do Relatório de Gestão Fiscal são estarrecedores. O governo não tem recursos livres para pagar despesas antigas nem para assumir novas obrigações. É a prova de que faltou responsabilidade, planejamento e compromisso com as contas públicas.
Para agravar ainda mais o cenário, o RN foi o único Estado do país a estourar o limite máximo de gastos com pessoal previsto na Lei de Responsabilidade Fiscal. A gestão comprometeu 56,41% da Receita Corrente Líquida com folha, muito acima do teto de 49%. Resultado: risco de bloqueio de repasses federais e de impedimento para novos empréstimos.
Quebraram o Estado e agora querem transferir a conta para o povo potiguar. Esse é o verdadeiro legado desse governo desastroso: rombo bilionário, descontrole fiscal e um Rio Grande do Norte à beira do colapso financeiro.
