
Foto: Reprodução
O presidente da Argentina, Javier Milei, publicou nesta terça-feira (3) em suas redes sociais um vídeo produzido com inteligência artificial no qual o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, aparece realizando um truque de mágica que faz desaparecer duas figuras políticas: Nicolás Maduro e o ex-líder supremo do Irã, Ali Khamenei.
Na gravação, apresentada como um espetáculo teatral fictício, Trump surge no palco enquanto os dois líderes desaparecem após o gesto do personagem. Na plateia aparecem Milei, a primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, e o presidente de El Salvador, Nayib Bukele, observando a cena.
No sábado (27), o governo argentino havia divulgado comunicado comemorando a operação militar liderada pelos Estados Unidos que resultou na morte de Ali Khamenei. Na nota, Milei classificou o líder iraniano como “uma das pessoas mais malvadas, violentas e cruéis da história da humanidade”.
O texto também citou o atentado contra a Associação Mutual Israelita Argentina (AMIA), ocorrido em 1994 em Buenos Aires, que deixou 85 mortos e centenas de feridos. A Justiça argentina sustenta que o ataque foi planejado pelo regime iraniano e executado pela organização Hezbollah.
No comunicado oficial, o governo argentino declarou:
“A República Argentina espera que esta ação militar conjunta de nossos países aliados ponha um fim definitivo ao que foram mais de 40 anos de opressão e violações aos direitos humanos no Irã, e que finalmente o povo iraniano tenha paz e recupere sua democracia”.
Em janeiro, a Argentina já havia classificado a Força Quds como organização terrorista. Milei também celebrou a captura de Nicolás Maduro em 3 de janeiro. Em comunicado divulgado pela presidência, o governo argentino afirmou que o regime venezuelano representava “o maior inimigo da liberdade no continente” e acusou Caracas de exportar comunismo e terrorismo para outros países da região.
A Casa Rosada declarou ainda que espera que o opositor Edmundo González, que reivindica vitória nas eleições presidenciais venezuelanas, “possa finalmente exercer seu mandato constitucional”.
Conexão Política Brasil