- Deputada do RN questiona presidência de parlamentar trans no colegiado da Câmara
A deputada federal Carla Dickson demonstrou indignação com a escolha da deputada Érika Hilton para presidir a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados.
Segundo Carla Dickson, a decisão não seria adequada porque, na avaliação dela, a comissão deveria ser presidida por alguém que, em suas palavras, represente diretamente as mulheres e conheça de perto as questões relacionadas à saúde feminina.
A parlamentar potiguar argumentou que, por Érika Hilton ser uma mulher trans, não teria vivenciado experiências ligadas à saúde da mulher, o que, na visão de Carla, deveria ser um critério importante para ocupar o comando do colegiado.
A declaração reacendeu o debate político e ideológico em torno da escolha da presidência da comissão e da representação no Parlamento, tema que costuma gerar posições divergentes dentro e fora do Congresso Nacional.