O candidato a deputado federal pelo PSB, Pedro Henrique, anunciou nesta terça-feira (8) que desistiu da disputa eleitoral.
Segundo ele, a decisão ocorre em meio aos conflitos internos da legenda, “após cobranças por mais diálogo, respeito aos candidatos, estrutura de campanha e transparência na condução dos recursos eleitorais”.
Com a saída de Pedro Henrique, o PSB passa a contar com apenas sete candidatos a deputado federal. Novas desistências, segundo informações de bastidores, são esperadas.
O partido é presidido no Rio Grande do Norte pela ex-deputada estadual Larissa Rosado, que também é candidata a vice-governadora na chapa encabeçada pelo petista Cadu de Lula.
Questionamentos
Na semana passada, uma das candidatas a deputada federal pelo PSB, Dra. Gleuce, protocolou uma ação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) questionando os critérios de distribuição do Fundo Eleitoral.
A candidata também apresentou uma notícia-crime ao Ministério Público Federal (MPF), pedindo esclarecimentos sobre os recursos recebidos pelo PSB-RN e os critérios previstos em lei para a distribuição dos recursos destinados a mulheres e pessoas negras e pardas.
No sistema do TSE, consta que o PSB nacional doou R$ 210 mil à candidatura majoritária.
Agradeço primeiramente a Deus pelo dom da vida, por me permitir completar mais um ano e por cada bênção, aprendizado, desafio e conquista que fizeram parte da minha caminhada até aqui.
Hoje, mais do que comemorar mais um ano de vida, celebro a oportunidade de continuar servindo. Para mim, um dos maiores presentes é poder trabalhar pelo povo, estar presente nas comunidades, ouvir as pessoas e buscar, com dedicação, carinho e amor, contribuir para uma São Gonçalo do Amarante cada vez melhor.
Minha maior alegria é saber que posso colocar meu trabalho a serviço da nossa gente, lutando por melhorias, abraçando as causas da população e caminhando lado a lado com cada cidadão.
Que Deus continue me dando saúde, sabedoria, força e humildade para seguir nessa missão. Que nunca me falte fé para continuar, coragem para enfrentar os desafios e amor para servir ao próximo.
Obrigado a Deus por mais um ano de vida e obrigado a todos que fazem parte da minha história. Cada mensagem, abraço, oração e demonstração de carinho torna este dia ainda mais especial.
Hoje é meu aniversário, mas o presente maior é poder servir ao povo de São Gonçalo do Amarante!
Que venha um novo ciclo, cheio de fé, trabalho, esperança e muitas bênçãos!
Muito obrigado, meu Deus, por mais um ano de vida!
Nota Pública direcionada a Sua Excia. Governadora do Estado, Profa. Fátima Bezerra:
Senhora Governadora, o dever nos impõe, depois de inúmeras tratativas internas com vossa equipe, noticiar a Vossa Excelência que faremos uma representação ao Ministério Público Estadual e estamos avaliando outras medidas contra o Governo do Rio Grande do Norte diante da reiterada prática de retenção de recursos financeiros devidos aos municípios potiguares. Atualmente, contabilizados repasses indevidamente retidos, o Governo do Rio Grande do Norte deve aos municípios a expressiva quantia de R$ 260.151.072,11.
Reiteramos respeito e atenção a Vossa Excelência, mas lamentamos o insucesso do diálogo com o Governo do Rio Grande do Norte que, neste caso, não tem tido a mesma reciprocidade com os municípios representados pela FEMURN.
Mais uma pesquisa nacional coloca o senador Flávio Bolsonaro (PL) numericamente à frente do presidente Lula (PT) em uma eventual disputa de segundo turno pela Presidência da República. Levantamento do Instituto Palver, divulgado nesta quarta-feira (9), aponta 46% para Flávio contra 44% para Lula.
Apesar da vantagem de dois pontos, o resultado está dentro da margem de erro de 2,5 pontos percentuais e, portanto, representa empate técnico entre os dois candidatos.
No primeiro turno, a disputa também aparece apertada. No cenário com Pablo Marçal, Lula e Flávio aparecem empatados com 40%. Já no cenário sem Marçal, Lula registra 40%, contra 39% de Flávio.
O levantamento ouviu 5 mil eleitores pela internet entre os dias 4 e 8 de setembro, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-05420/2026.
A Ordem dos Advogados do Brasil no Distrito Federal (OAB-DF) abriu um processo ético-disciplinar contra o escritório Barci de Moraes Advocacia, conduzido pela advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A decisão foi anunciada na noite desta terça-feira (8) pelo presidente da seccional, Paulo Maurício Siqueira.
Segundo Siqueira, a entidade tem o dever de investigar as informações apresentadas. “A advocacia não é meio para o cometimento de crimes, e a OAB-DF tem o dever de apurar esses fatos”, afirmou.
A investigação interna tem como ponto de partida um relatório da Polícia Federal que aponta uma relação entre o escritório e o banqueiro Daniel Vorcaro. O procedimento será conduzido pelo Tribunal de Ética e Disciplina da OAB-DF e deverá verificar se houve eventual descumprimento do Código de Ética da Advocacia ou do Estatuto da Advocacia.
De acordo com a OAB-DF, possíveis punições previstas no processo incluem censura, suspensão e até exclusão dos quadros da entidade, conforme a gravidade das eventuais infrações constatadas.
A abertura do procedimento ocorre em meio a manifestações de outras seccionais da OAB. Entidades de estados como São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná vêm defendendo que o Conselho Federal da Ordem discuta o caso em âmbito nacional.
A Prefeitura de São Gonçalo do Amarante, por meio da Secretaria Municipal para Assuntos Extraordinários, realiza, no sábado (12) e domingo (13), mais uma etapa dos Aulões Preparatórios, com a aplicação de simulados voltados aos estudantes que estão se preparando para o processo seletivo do Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN) e para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).
O primeiro simulado acontece neste sábado (12), das 8h às 12h, com questões de Português e Matemática, direcionadas à preparação para o IFRN. Já no domingo (13), das 8h às 12h30, será realizado o Simulado do Enem, contemplando as áreas de Linguagens e Ciências Humanas. As duas atividades serão realizadas na Universidade Aberta do Brasil (UAB), em São Gonçalo do Amarante.
A iniciativa integra as ações dos Aulões Preparatórios promovidos pela gestão do prefeito Jaime Calado e busca proporcionar aos estudantes a oportunidade de testar os conhecimentos adquiridos, conhecer melhor a dinâmica das provas e identificar os conteúdos que precisam ser reforçados antes dos exames.
Após iniciarem uma greve nos bancos privados nesta terça-feira (8), os bancários do Rio Grande do Norte decidiram encerrar a paralisação e assinar o acordo apresentado pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban). A decisão foi tomada em assembleia realizada nesta terça-feira.
De acordo com o Sindicato dos Bancários do RN, o estado foi o único do país a manter a greve nos bancos privados durante todo o dia 8. A paralisação ocorreu em protesto contra os termos considerados insuficientes pela categoria.
Segundo Marcos Tinoco, diretor do Sindicato dos Bancários do RN, a entidade decidiu assinar o acordo após a Contraf-CUT aceitar a proposta nacionalmente. O reajuste previsto é de 0,6% acima da inflação, além da renovação das cláusulas e da Participação nos Lucros e Resultados (PLR).
Tinoco classificou o acordo como “rebaixado” e afirmou que o sindicato só decidiu pela assinatura diante da dificuldade de manter uma greve isolada no Rio Grande do Norte.
“Infelizmente, nós não temos as condições objetivas de continuar uma greve sozinhos, só o Rio Grande do Norte”, afirmou.
O diretor também criticou o percentual de reajuste diante dos resultados financeiros dos grandes bancos. Segundo ele, instituições como Itaú, Bradesco e Santander registram bilhões de reais em lucros, enquanto os trabalhadores recebem um reajuste que considera insuficiente.
Apesar do fim da paralisação e da assinatura do acordo, o Sindicato dos Bancários do RN afirmou que seguirá mobilizado na defesa dos direitos e interesses da categoria.
Diante dos últimos resultados nas pesquisas que já colocam Flávio Bolsonaro na frente em cenários de 2º turno e da mais recente escalada na crise institucional, auxiliares do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) passaram a defender uma resposta mais incisiva do governo e orientadaram Lula a convocar Conselho da República e defender mandato no STF.
Entre as propostas estão a abertura de investigação contra o ministro Alexandre de Moraes, a retirada de André Mendonça das relatorias dos casos Banco Master e INSS e o encerramento do inquérito das fake news.
Interlocutores de Lula também defendem uma nova reunião urgente com o presidente do STF, Edson Fachin, em busca de uma “solução pacificadora”. Outra possibilidade discutida é propor uma mudança constitucional para estabelecer mandatos de 10 ou 15 anos para futuros ministros do Supremo.
No Planalto, a preocupação aumentou após Flávio Bolsonaro (PL) aparecer numericamente à frente de Lula em uma simulação de segundo turno da pesquisa Nexus divulgada nesta terça-feira (8). Assessores avaliam que a crise no STF terá peso importante na reta final da campanha.
Também está em discussão a convocação do Conselho da República, embora a medida divida opiniões no governo por poder ampliar a exposição da crise.
A primeira reação de Lula ao afastamento do diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, será o recurso da AGU contra a decisão de Mendonça. O governo argumentará que cabe exclusivamente ao presidente nomear e exonerar o chefe da Polícia Federal.
O voto do ministro Kassio Nunes Marques para manter o afastamento do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, animou o entorno do ministro André Mendonça e causou preocupação no governo federal e em pessoas próximas ao ministro Alexandre de Moraes.
Ambos são os únicos indicados pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no Supremo Tribunal Federal (STF) e já divergiram em casos importantes, mas ampliaram o alinhamento nos últimos meses e o julgamento sobre a troca de acusações entre Mendonça e Moraes passou a ser visto como o grande teste sobre a convergência dos dois.
De um lado, Mendonça, que é vice-presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), tem dado respaldo à gestão do colega à frente da corte eleitoral. De outro, Kassio vem ajudando Mendonça a garantir vitórias importantes à frente do caso Master.
Apesar disso, a posição de Kassio sobre o pedido de investigação contra Moraes é visto como uma incógnita. O fato de ter se posicionado para afastar Andrei do cargo, no entanto, foi interpretado por aliados de Mendonça como uma sinalização de que pode ter o apoio do colega.
Com isso, o relator dos casos do Master e do INSS teria mais chance de vencer o embate contra Moraes.
O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Edson Fachin, afirmou nesta terça-feira (8) que a Justiça brasileira “não faltará à legalidade constitucional” nem aos deveres previstos na Constituição.
A declaração foi feita no encerramento do encontro Diálogos entre o CNJ e o Colégio de Corregedores e Corregedoras da Justiça do Brasil, realizado na sede do CNJ (Conselho Nacional de Justiça), em Brasília. O evento reuniu representantes das corregedorias de tribunais de todo o país.
“Os dias de hoje reclamam esse diálogo permanente, reclamam que tenhamos uma resposta à altura dos desafios”, disse Fachin.
“Eu estou plenamente convencido de que o Poder Judiciário brasileiro está à altura dos desafios que se lhe apresentam no momento contemporâneo, e a Justiça brasileira não faltará à legalidade constitucional, por certo, e aos seus deveres que decorrem da própria Constituição”, acrescentou.
A manifestação ocorre em meio ao agravamento da crise no Supremo envolvendo os ministros André Mendonça e Alexandre de Moraes e os desdobramentos das investigações sobre o Banco Master.
Dezessete das 27 seções da Ordem dos Advogados do Brasil se manifestaram sobre a crise no Supremo Tribunal Federal envolvendo os ministros André Mendonça e Alexandre de Moraes.
Na terça-feira, logo depois que Mendonça retirou o sigilo do relatório que mostrava mensagens do fundador do Banco Master, Daniel Vorcaro, para Moraes, a OAB Nacional, presidida por Beto Simonetti, defendeu que fosse feita uma “apuração rigorosa e isenta de todos os fatos”.
De todas as manifestações, só as seções do Paraná e do Rio Grande do Sul foram mais diretas ao defender medidas mais duras contra Moraes e o procurador-geral da República, Paulo Gonet –também citado nas mensagens.
Por outro lado, as seccionais do Acre, Alagoas, Amapá, Distrito Federal, Maranhão, Piauí, Roraima, Sergipe, São Paulo e Tocantins não se manifestaram até a publicação desta reportagem. Bahia e Rio Grande do Norte só republicaram a mesma nota divulgada pela OAB Nacional.
Veja como se manifestaram as demais:
Bahia – publicou a mesma nota da OAB nacional;
Ceará – afirmou que os fatos “atingem a confiança da sociedade na Justiça”;
Minas Gerais – defendeu investigação rigorosa;
Mato Grosso do Sul – declarou que os fatos “são gravíssimos e merecem rápida e rigorosa apuração”;
Paraíba – defendeu o fim da competência criminal do STF e de inquéritos “que servem para claro exercício de arbítrio”;
Pernambuco – defendeu que os fatos sejam “rigorosamente apurados”;
Paraná – pediu o afastamento de Moraes e a suspeição de Gonet;
Rio de Janeiro – manifestou “extrema preocupação” com o caso e defendeu apuração rigorosa;
Rio Grande do Norte – publicou a mesma nota da OAB nacional;
Rio Grande do Sul – defendeu a suspeição de Gonet e investigação contra Moraes;
Amazonas – defendeu “apurações rigorosas, imparciais e conduzidas em estrita observância aos princípios constitucionais”;
Espírito Santo – defendeu apuração “rigorosa, transparente e absolutamente isenta”;
Goiás – pediu que o Supremo “apure os fatos narrados com extremo rigor e sem mínima complacência com qualquer dos atores envolvidos”;
Mato Grosso – disse que é “fundamental que os fatos sejam devidamente esclarecidos, com respeito ao devido processo legal e sem antecipação de julgamentos”;
Pará – defendeu “apuração rigorosa, independente e isenta”;
Rondônia – pediu “investigação independente dos fatos”;
Santa Catarina – defendeu apuração “transparente, célere e isenta, com todas as garantias constitucionais preservadas”.
Simonetti convocou para quarta-feira uma reunião extraordinária para discutir a crise. O presidente do Supremo, ministro Luiz Edson Fachin, cancelou o encontro que teria no mesmo dia com representantes da OAB.
O decano do Supremo, Gilmar Mendes, reagiu de forma dura a informações de que poderia ser constrangido por uma suposta relação de seu ex-cunhado, Chiquinho Feitosa, com Daniel Vorcaro.
A coluna apurou, em parceria com a coluna de Manoela Alcântara, que Gilmar afirmou que, “pelas regras, você não faz pacto com chantagista. Ou você mata ou morre”. O recado chegou aos ouvidos do presidente da Corte, Edson Fachin.
Gilmar Mendes pediu vista do julgamento em que a Segunda Turma do Supremo analisa o afastamento do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e do diretor de Inteligência, Leandro Almada. Com o pedido, o decano interrompeu a análise do caso, que já tinha votos dos ministros Luiz Fux, Nunes Marques e André Mendonça pelo afastamento dos dois policiais.
Em seu despacho, antecipado pela coluna, Gilmar levantou dúvidas sobre a legalidade da medida determinada pelo ministro André Mendonça, questionou a competência da Segunda Turma para analisar o caso e apontou o risco de decisões conflitantes dentro da própria Corte.
O ministro afirmou ainda que o afastamento precisa ser analisado à luz de precedente vinculante do STF que considerou inconstitucionais decisões judiciais capazes de provocar desequilíbrio na disputa político-eleitoral, em razão da paridade de armas e do dever de neutralidade do Estado em relação a partidos e candidatos.
Após o pedido de vista, uma foto do ministro num casamento na Itália foi divulgada e chegou ao seu conhecimento que tentariam vinculá-lo a fatos supostamente relacionados tão somente ao seu ex-cunhado. O gabinete do ministro informou que ele está na Itália também para um evento acadêmica na Universidade de Turim, na quinta-feira (10/9). A ausência do país não lhe impede de participar retomamente da sessão plenária, de acordo com o regimento interno da Corte.
Com informações da coluna Andreza Matais/ Metrópoles
Uma pesquisa da Nexus/BTG, revela que 52% dos eleitores brasileiros avaliam a economia como ruim ou péssima, enquanto 30% a consideram regular e 16% ótima ou boa. Comparando com o governo de Jair Bolsonaro, 46% acreditam que a situação econômica piorou sob Luiz Inácio Lula da Silva. Em relação aos próximos seis meses, 36% esperam melhora na economia, enquanto 29% preveem piora.
A maioria dos eleitores brasileiros avalia negativamente a situação econômica do país. Pesquisa Nexus/BTG divulgada nesta terça-feira, 8, mostra que 52% dos entrevistados classificam a economia como ruim ou péssima.
Outros 30% consideram a situação regular, enquanto 16% a avaliam como ótima ou boa.
A partir das 17h, a gente se encontra em São Gonçalo com o time da esperança e do trabalho. Alô meu prefeito Jaime Calado , estamos chegando aí. Concentração na Praça do Gemina Center, em Cidade das Flores, pra gente sair pelas ruas da cidade, deixando São Gonçalo toda azul de esperança
COLIGAÇÃO ESPERANÇA E TRABALHO - FEDERAÇÃO UNIÃO PROGRESSISTA (UNIÃO BRASIL/PP), PSD, MDB, REPUBLICANOS, FEDERAÇÃO RENOVAÇÃO SOLIDÁRIA (SOLIDARIEDADE/PRD), AVANTE.
O banqueiro Daniel Vorcaro foi condenado, nesta terça-feira (8/9), pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) por fraude em uma operação envolvendo o fundo de investimento imobiliário (FII) Brazil Realty.
O Banco Master também foi punido, com multa de R$ 12,5 milhões. O pai do banqueiro, Henrique Vorcaro, e um primo de Vorcaro, Felipe Vorcaro, também foram considerados culpados.
Ainda foram sancionados por participação na fraude a Viking Participações, que pertencia a Vorcaro, a Entre Investimentos, Antônio Carlos Freixo Júnior, que era diretor responsável da Entre, e Benjamim Botelho de Almeida, dono da Sefer Investimentos.
A decisão foi unânime. De acordo com a acusação, o grupo “engordou” o fundo com imóveis que só tinham valor no papel. Teriam sido utilizados, inclusive, laudos falsos para inflar o preço dos ativos. Em um dos causos, o valor de um único imóvel saltou de R$ 7 para R$ 70 milhões após uma falsa reavaliação.
Com o fundo constituído com os imóveis superfaturados, o grupo promoveu a movimentação artificial das cotas para atrair investidores. A movimentação para criar liquidez artificial teria chegado a R$ 350 milhões. As cotas infladas foram, então, ainda de acordo com a acusação, vendidas para investidores comuns e fundos de investimento de mercado.
A passagem da Caravana do Azulão pela Zona Norte de Natal, nesta segunda-feira (7), reuniu uma grande mobilização popular. Uma carreata gigante acompanhou o candidato ao Governo do Rio Grande do Norte, Allyson Bezerra, o vice Hermano e demais candidatos da coligação pelas ruas da região. Foi um dos momentos de maior calor humano da campanha até aqui.
Em meio à mobilização, Allyson apresentou compromissos para três áreas estratégicas da Zona Norte: mobilidade, saúde e proximidade do poder público com o povo.
Na mobilidade, reforçou o compromisso de construir a terceira ponte de Natal e concluir a Avenida das Fronteiras, obra iniciada há cerca de 20 anos. "Eu serei o governador que vai construir a terceira ponte da capital do estado. Eu serei o governador que vai concluir a interminável obra de 20 anos da Avenida das Fronteiras. É compromisso meu", declarou.
As duas intervenções integram o Projeto de Integração de Mobilidade da Zona Norte, que prevê a ligação entre as avenidas Itapetinga e das Fronteiras e a abertura de uma via de acesso à terceira ponte. A proposta busca reduzir o trânsito pesado, melhorar os deslocamentos e ampliar a conexão da região com as demais áreas da capital.
Na saúde, o candidato citou a perda de serviços no Hospital Santa Catarina, inaugurado há 40 anos. "Eu tenho um compromisso com o hospital da Zona Norte. Eu construí e entreguei um Hospital, mas quem botou uma placa, chamou de hospital e nunca fez um exame de sangue não tem credibilidade para falar de saúde", afirmou Allyson.
O candidato também anunciou a implantação de um gabinete itinerante para atender diretamente à população e acompanhar as principais demandas da Zona Norte. "A Zona Norte da capital terá um governador pé no chão, que gosta de trabalhar, de fazer e de entregar", disse Allyson, ao colocar a região entre as prioridades de sua gestão, se eleito.
Uma ala do Supremo Tribunal Federal (STF) avalia que o julgamento envolvendo os ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça deve ocorrer somente após as eleições de outubro. A expectativa nos bastidores da Corte é de que o presidente do STF, Edson Fachin, evite colocar o caso em pauta durante o período eleitoral.
Segundo informações da CNN Brasil, os prazos estabelecidos por Fachin para que Moraes, Mendonça, a Procuradoria-Geral da República (PGR) e a Polícia Federal apresentem suas manifestações devem terminar na semana de 21 de dezembro. Com isso, a análise do caso pelo plenário tende a ficar para o fim do ano ou para um período posterior às eleições.
A avaliação de ministros ouvidos pela reportagem é de que Fachin pretende evitar que um julgamento considerado especialmente sensível seja realizado próximo ao primeiro turno ou entre o primeiro e um eventual segundo turno. A estratégia também permitiria ampliar o prazo para buscar uma solução interna para o conflito.
O presidente do STF determinou que todos os envolvidos apresentassem suas posições após o aumento da tensão entre Moraes e Mendonça. A iniciativa foi interpretada internamente como uma forma de ganhar tempo antes de definir os próximos passos do processo.
Uma das possibilidades discutidas seria Fachin tomar uma decisão individual sobre as acusações. No entanto, a tendência considerada mais provável é que o caso seja levado ao plenário do Supremo, com os ministros analisando conjuntamente as acusações apresentadas pelos dois magistrados.
De um lado, está a possibilidade de abertura de investigação contra Alexandre de Moraes a partir de informações reunidas pela Polícia Federal. O relatório menciona mais de 50 mensagens enviadas por Daniel Vorcaro ao ministro e também aborda questões relacionadas a contratos que envolveriam a esposa de Moraes, Viviane Barci de Moraes, e o Banco Master.
Na outra frente, Moraes apresentou uma acusação contra Mendonça no âmbito do caso das fake news. O ministro pediu que o plenário avalie possíveis crimes de responsabilidade e improbidade administrativa relacionados à atuação de Mendonça em investigações envolvendo o Banco Master e o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
Fachin decidiu retirar o caso do inquérito das fake news e transformá-lo em um processo separado. A ação passou a reunir tanto a acusação apresentada por Moraes quanto a decisão de Mendonça envolvendo o colega de Corte.
Com os prazos previstos para terminar apenas em dezembro, a expectativa nos bastidores é de que o STF deixe a análise do conflito entre Moraes e Mendonça para depois das eleições, evitando que a disputa entre os ministros seja colocada no centro do debate político durante a campanha.