Futura/Apex: No 1º turno, empate técnico entre Lula e Flávio Bolsonaro; senador venceria em 2º turno

 

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A nova pesquisa Futura Inteligência aponta um cenário de polarização intensa para a eleição de 2026. No primeiro turno, o presidente Lula lidera com 39,8% das intenções, seguido de perto por Flávio Bolsonaro com 37,3%. O empate técnico reflete a divisão do eleitorado dentro da margem de erro.

Em cenários alternativos sem a presença de Romeu Zema, a distância entre os líderes diminui ainda mais. Lula aparece com 38,4% contra 38,2% de Flávio, consolidando a força de ambos no topo da disputa. Nesse quadro, Ronaldo Caiado atinge 6,0%, enquanto os demais candidatos mantêm percentuais baixos.

Na ausência do presidente Lula, o senador Flávio Bolsonaro assume a liderança isolada com 38,4%. O ex-ministro Fernando Haddad surge como o principal herdeiro da esquerda, registrando 21,3% dos votos. Ronaldo Caiado e Romeu Zema seguem na sequência, enquanto o número de brancos e nulos cresce.

As simulações de segundo turno trazem um dado relevante: Flávio Bolsonaro venceria o atual presidente. O senador registra 48% das intenções de voto, superando os 42,6% alcançados por Luiz Inácio Lula da Silva. O levantamento aponta que a vantagem de Flávio se mantém acima da margem de erro de 2,2 pontos.

Lula, por outro lado, mantém a dianteira quando enfrenta outros nomes da direita e centro-direita nacional. Contra Ronaldo Caiado, o petista vence por 43,9% a 38,8%, e contra Romeu Zema o placar é 44,8% a 38,0%. Nesses confrontos, o índice de votos brancos e nulos aumenta consideravelmente, superando a marca de 14%.

A pesquisa finaliza mostrando que Flávio Bolsonaro amplia sua vantagem se o adversário for Fernando Haddad. Nesse embate direto, o senador chega a 48,3% contra 34,8% do ministro, evidenciando uma distância maior.

Foram ouvidas 2.000 pessoas em todo o país, entre os dias 7 e 11 de abril, por meio de entrevistas telefônicas assistidas por computador. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos. O índice de confiança é de 95%.

A pesquisa foi realizada com recursos próprios do instituto e está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-08282/2026.